Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 150
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150: Uma Boa Mudança 150: Uma Boa Mudança Chuva suspirou ao olhar para as olheiras sob seus olhos, um lembrete de sua noite em claro.
“É culpa dele,” ela murmurou, pegando sua mochila. Alexandre não a deixou descansar depois do que aconteceu ontem. Ele a havia beijado e demonstrado carinho em público — algo que ela não estava acostumada vindo dele.
Hoje, eles voariam para a Ilha Palan, onde ficava a sede do Instituto de Biotecnologia Elysium. O voo duraria cerca de uma hora e trinta minutos, embora pudessem ter tomado uma balsa mais rápida. Mas Clifford não suportava viajar por água devido a um severo enjoo marítimo.
Após um café da manhã tranquilo com Alexandre, eles foram para o aeroporto. Chuva deixou que ele assumisse a liderança, segurando sua mão enquanto caminhavam do carro até o terminal. Era estranho, mas agradável, o calor do toque dele fazendo seu coração acelerar.
Ela estava tentada a provocá-lo sobre o motivo de ele estar tão carinhoso, mas se conteve. Ela decidiu simplesmente aproveitar o momento. Afinal, Alexandre recentemente havia confessado que gostava dela, mas ainda estava inseguro sobre seus sentimentos mais profundos.
Chuva não queria pressionar Alexandre, sabendo que ele precisava de tempo para descobrir seus verdadeiros sentimentos por conta própria. Ela simplesmente queria dar a ele o espaço para chegar às suas próprias conclusões. Afinal, sua recente confissão já tinha sido um grande passo, e ela não queria complicar as coisas pressionando-o demais.
“Você avisou ao Clifford que eu estava vindo?” Alexandre perguntou curioso enquanto eles se sentavam no banco, esperando a hora do embarque.
“Avisei,” respondeu Chuva.
Ele olhou para ela. “Então, você vai me contar o que vai fazer lá? Qual é o seu trabalho lá?”
Chuva estava prestes a responder quando o telefone de Alexandre tocou. “Você deveria atender,” ela sugeriu. “Pode ser importante.”
Ela observou enquanto ele atendia a chamada. Seu rosto imediatamente endureceu, e ela pôde dizer que não era uma boa notícia.
“O quê?!” Alexandre exclamou, sua voz afiada. Após uma breve pausa, ele falou novamente, “Organize meu voo para lá imediatamente. Ainda estou no aeroporto. Nos encontraremos aqui.”
Ele encerrou a chamada e se virou para Chuva. “Houve um acidente no canteiro de obras da fábrica de semicondutores da Eletrônicos Lancaster em Lamey. Preciso ir para lá. Você siga para a Ilha Palan, e eu a seguirei assim que puder.”
Chuva lhe deu um sorriso tranquilizador. “Está tudo bem, não se preocupe. Eu não ficarei lá muito tempo e voltarei até amanhã. Você deve focar em resolver o problema em Lamey.”
Lamey era um país vizinho, apenas a duas horas de voo de sua localização atual.
Chuva percebeu que Alexandre ainda não tinha se mexido. “Você não deveria estar indo? Você tem muito a resolver.”
“Está tudo bem,” ele disse, apertando a mão dela. “Vou esperar o Tyron chegar e vê-la partir primeiro.”
Clifford chegou ao mesmo tempo que Tyron, e ele e Alexandre trocaram um breve aceno formal de reconhecimento.
“Você e Tyron devem ir agora,” disse Chuva. “Clifford e eu estamos indo para dentro.” Seu voo acabara de ser chamado, e Alexandre assentiu, levantando-se ao lado dela.
“Te vejo mais tarde,” ele murmurou.
Chuva se virou para ir embora, mas Alexandre não soltou a mão dela. Ela franziu a testa, confusa. “O quê?” ela perguntou.
“Você está esquecendo de algo,” ele disse, um brilho travesso nos olhos. Os olhos de Chuva se arregalaram ao se lembrar do que ele havia dito no dia anterior. *É assim que devemos nos cumprimentar e nos despedir a partir de agora.*
“Sério?” ela murmurou, olhando em volta nervosamente.
“Chuva, é hora,” Clifford chamou por trás dela, impaciente.
Ela olhou para trás para Alexandre, que a estava esperando, ansioso. Apesar de sua natureza ousada, algo sobre Alexandre tomar a iniciativa a fez se sentir timidamente fora do comum. Antes que pudesse processar, ele suspirou, puxou-a gentilmente para mais perto e inclinou-se para dar-lhe um beijo leve e terno nos lábios.
“Tenha um bom voo. Nos vemos em breve,” ele disse enquanto finalmente a soltava. Chuva piscou, paralisada no lugar, seu corpo inteiro rígido pela afeto repentino.
“Vá agora, senão você vai se atrasar,” Alexandre a incentivou, tirando-a de seu transe.
Ele então se virou para Clifford, seu tom sério. “Nada de palhaçadas. Garanta que minha esposa esteja segura.”
Chuva, perturbada e ainda corando furiosamente, rapidamente se recompôs e correu em direção ao portão de embarque.
“Chuva, espere por mim!” Clifford chamou atrás dela, mas ela estava envergonhada demais para olhar para trás, sentindo seu rosto queimar de vermelho enquanto praticamente fugia para dentro do avião.
Alexandre riu, balançando a cabeça enquanto continuava a assistir Chuva desaparecer no terminal. “Tão adorável,” ele murmurou para si mesmo, uma expressão suave e rara no rosto.
Tyron, ao seu lado, não resistiu em provocar. “Chefe, desde quando você se tornou alguém que você odeia?” ele perguntou, sorrindo. “Eu me lembro claramente de você sibilando como um gato toda vez que via pessoas demonstrando carinho em público. E agora… você é um deles.”
Tyron até imitou a voz de Alexandre em frustração simulada. “Por que eles não podem simplesmente ir para um quarto!”
Alexandre ergueu uma sobrancelha e se virou para Tyron, olhando-o com suspeita. “Por que eu tenho a sensação de que você fez disso sua missão de criticar cada movimento que eu faço perto da minha esposa?”
Tyron ergueu as mãos em rendição, rindo. “Ei, estou apenas apontando a ironia, chefe. Mas honestamente, eu nunca te vi assim. É… uma boa mudança.”
Alexandre sorriu de lado, mas havia uma suavidade por trás disso. “Não se acostume, Tyron. Só porque eu abaixei um pouco a guarda não significa que eu amoleci.”
Tyron balançou a cabeça, ainda sorrindo. “Ninguém ousaria dizer isso. Mas a Sra. Lancaster definitivamente está fazendo algo bom por você.”
A expressão de Alexandre ficou pensativa por um momento. “É,” ele disse baixinho, “ela está.”
O olhar de Alexandre se endureceu, com resolução. “Agora, vamos trabalhar. Quero resolver essa confusão o mais rápido possível e seguir minha esposa. Esse Clifford—” ele pausou, o maxilar se apertando, “—ele obviamente tem sentimentos por ela, e eu ainda não confio nele perto dela.”
Tyron levantou as sobrancelhas, mantendo o tom neutro. “Você realmente acha que Clifford é uma ameaça?”
Os olhos de Alexandre escureceram. “Ele está por perto dela há mais tempo, e eu vi como ele olha para ela. Não vou ficar parado fingindo que isso não existe…”
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