Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 149
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149: Essa Bomba 149: Essa Bomba Dina rapidamente se moveu e seguiu Sanya e o homem para fora, sua curiosidade despertada pela inesperada confrontação.
“Me solta!” Sanya sibilou, arrancando seu braço da pegada dele. “O que você quer?”
O homem se aproximou, com uma expressão intensa. “Você sabe o que eu quero! Como você teve a ousadia de se passar pela minha cunhada! Como você teve a audácia de me enganar e fingir ser Rain Clayton e ir no lugar dela para registrar a certidão de casamento?”
Os olhos de Dina se arregalaram em choque. “O que diabos está acontecendo?!” ela murmurou, apertando-se contra a parede para permanecer escondida enquanto escutava.
“Venha comigo. Precisamos conversar sobre isso. Eu te paguei integralmente, mas você me enganou… Eu não vou deixar isso passar. Você tem sorte da minha cunhada não estar buscando ação legal contra você,” o homem insistiu.
“Hah! Olha quem fala! Não foi você que se passou pelo seu irmão mais velho para registrar o casamento? Então pare de cuspir bobagens! Você é tão culpado quanto eu!” Sanya retrucou, sua voz carregada de desafio.
O homem amaldiçoou em voz baixa. “Venha comigo agora e vamos conversar…”
De sua posição escondida, Dina observou enquanto os dois caminhavam em direção a um carro próximo. Sua mente acelerava com as implicações do que acabara de ouvir.
“Que diabos! O casamento da Chuva é uma fraude, registrado por dois impostores?!” ela amaldiçoou, um sorriso torto surgindo em seus lábios. “Bem, bem, bem… não é que isto é incrível? Pela primeira vez, me sinto feliz por ter cruzado com Sanya assim!”
Dina saboreou o caos desdobrando-se, uma faísca de satisfação acendendo dentro dela ao considerar a vantagem de ter esta informação explosiva. ‘Isso pode mudar tudo,’ ela pensou, sua mente já correndo com as possibilidades.
Ela riu baixinho. ‘Quem diria que teria uma oportunidade perfeita servida em bandeja de prata para mim?’
O coração de Dina acelerou com excitação, seus lábios curvando-se em um sorriso malévolo. Agora, tudo o que ela tinha que fazer era descobrir como usar isso em sua total vantagem. Deveria ir diretamente aos seus pais? Chantagear Sanya até a submissão? Ou talvez, esperar pelo momento perfeito para soltar esta bomba quando necessário?
*****
Sanya deixou William guiá-la até o carro, muito tonta para resistir. Ela tinha bebido mais do que nunca antes, e o álcool começava a bater forte. Se William não tivesse aparecido, ela não tinha certeza do que poderia ter acontecido — ela podia desmaiar ou fazer algo de que se arrependeria depois.
“Por que você está me incomodando, hein? Você também é um impostor,” ela murmurou, fechando os olhos enquanto a porta do carro fechava com um clique. “Imagino que seu irmão saiba a verdade agora, e você está em apuros.”
William suspirou, mantendo os olhos na estrada enquanto saíam. “Você pode dizer isso. Mas vamos te deixar sóbria antes de conversarmos.”
Sanya deu de ombros, um sorriso amargo puxando seus lábios. “O que mais temos para conversar? Eu te enganei, e você me enganou. Pare de agir como se você fosse o único autorizado a enganar as pessoas sem ser enganado também.”
Ela olhou para ele com os olhos semicerrados, suas palavras mais afiadas do que seus sentidos embotados. “Pessoas como você pensam que são intocáveis, mas simplesmente não conseguem lidar quando alguém como eu te supera.”
Houve um momento de silêncio, a tensão entre eles espessa no ar. Mas então, inesperadamente, William deu uma risada leve, surpreendendo-a. “Acho que você está certa,” ele admitiu. “É a primeira vez que fui enganado assim. Meu ego sofreu um golpe.”
Sanya piscou, não esperando sua súbita humildade.
“Eu não tenho o direito de condenar você por fazer exatamente o que eu fiz,” William continuou em voz baixa. “É apenas difícil de aceitar.”
Sanya sorriu ironicamente, encostando-se em seu assento. “Bem, bem-vindo ao mundo real, William.”
William estacionou o carro em um café próximo, e quando Sanya saiu, ela se surpreendeu em sentir um casaco sendo colocando sobre seus ombros. Ela piscou, olhando para William, que estava ao seu lado com uma expressão indecifrável.
“Vista isso a menos que você queira congelar e chamar a atenção de todos com essa roupa sexy,” ele comentou casualmente antes de caminhar em direção à entrada do café.
Sanya o observou por um momento, sua irritação temporariamente substituída por um sorriso de leve surpresa. “Nossa, parece que o Senhor Rock fez um bom trabalho criando seus filhos, mesmo sem ajuda,” ela murmurou para si mesma, divertida com a cavalheirice inesperada de William.
Rapidamente apertando o casaco ao redor de si, Sanya apressou-se a segui-lo para dentro. Ele deixou que ela relaxasse enquanto pedia para ambos, e ela recostou-se em seu assento, observando as luzes da cidade movimentada através da janela do café.
“Então, ouvi dizer que você é a melhor amiga da minha cunhada. Como isso aconteceu?” William perguntou, com um toque de curiosidade em seu tom.
Sanya estreitou os olhos para ele, desconfiada. “O que é isso? Uma entrevista? Certamente, você não está perguntando porque está interessado em mim ou algo assim, certo?”
William não respondeu imediatamente, apenas a observou com uma expressão divertida. O silêncio o fez sentir-se autoconsciente, e ela estalou, “O que?!”
Ele sorriu levemente, recostando-se na cadeira. “Relaxa. Não estou tentando te interrogar. Só estou curioso como você se tornou tão próxima da minha cunhada.”
Ela o encarou por um momento antes de suavizar um pouco. “Chuva não é como a família dela. Ela nunca se importou de onde eu vim. Nos conhecemos no orfanato, e mesmo quando o pai dela tentou mantê-la longe, ela sempre voltava. Ela sempre esteve lá por mim.”
William se inclinou para a frente, seu tom brincalhão desapareceu. “Certo, vamos ao real motivo pelo qual te tirei daquele bar hoje à noite,” disse ele, seu olhar agora agudo e sério. “Temos algumas pendências para resolver.”
As sobrancelhas de Sanya se ergueram. “Pendências? Na última vez que chequei, ambos conseguimos o que queríamos. Não te devo nada,” ela respondeu, sua voz pingando de irritação.
William balançou a cabeça levemente, sua expressão firme. “A questão é—eu ainda sou o cliente. Entrei nesse acordo pensando que estaria registrando um casamento com a verdadeira Rain Clayton. Você não cumpriu a sua parte do acordo.”
Sanya cruzou os braços e estreitou os olhos. “Então, o que você quer agora?” perguntou ela, seu tom misturando irritação e curiosidade.
William suspirou, passando a mão pelos cabelos. “Meu irmão, Alexandre, me deixou com duas escolhas: ou trabalhar na empresa da família ou casar.”
A expressão de Sanya se aprofundou, sua frustração crescendo. “Vá direto ao ponto, William. O que exatamente você quer de mim?”