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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 143

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143: Sairemos em breve 143: Sairemos em breve “Chefe, os olhos do Senhor Sebastião estão te perfurando,” Tyron sussurrou, lançando um olhar ao juiz. Eles estavam sentados ao fundo, enquanto Chuva permanecia alheia, focada intensamente no julgamento prestes a começar.

Alexandre deu um sorriso de canto, “Tenho certeza que ele está morrendo de vontade de saber por que estou aqui. Não me surpreenderia se ele já tivesse uma ideia — afinal, o pai dele conheceu a Chuva durante a exposição quando ela estava comigo.” Ele deu de ombros casualmente.

Sebastião Lane era filho do Juiz Chefe Darwin Lane, um amigo próximo do pai de Alexandre. Enquanto eles eram amigos, o laço não era tão próximo quanto a relação de Alexandre com Eric. Sebastião também era três anos mais velho do que ambos ele e Eric.

O ar no tribunal estava carregado de tensão enquanto os procedimentos começavam. Alexandre ignorou o olhar de Sebastião e simplesmente tinha os olhos focados em sua esposa enquanto ela ficava em pé na mesa da promotora.

Sebastião Lane bateu seu malhete, sua voz ressoando pelo recinto. “O tribunal está agora em sessão. O caso ante nós hoje envolve graves alegações de estupro coletivo e abuso físico contra os réus. Promotora Rain Clayton, pode prosseguir.”

Alexandre não pôde deixar de sorrir orgulhosamente enquanto observava Chuva emanar confiança. Ela estava em pé, sua voz firme e comandante enquanto se dirigia ao tribunal.

“Obrigada, Meritíssimo. Hoje, estamos aqui para buscar justiça para Liza Torres, vítima de um crime hediondo cometido pelos cinco réus sentados à sua frente.” Ela gesticulou em direção ao grupo de jovens homens, suas expressões uma mistura de arrogância e desdém.

“Liza estava simplesmente fazendo um recado para sua mãe quando foi emboscada por esses homens,” Chuva continuou, seu olhar firme. “Ela foi arrastada para um beco e submetida a um terror inimaginável. Eu gostaria de chamar Liza Torres ao depoimento.”

Chuva virou-se para Liza, oferecendo-lhe um sorriso encorajador. “Você consegue,” ela sussurrou enquanto Liza se levantava, com as mãos tremendo levemente.

À medida que Liza se aproximava do depoimento, Chuva sentia uma mistura de orgulho e ansiedade por ela. O juiz, Sebastião Lane, acenou para que ela tomasse seu lugar, e Liza engoliu em seco, olhando para o tribunal cheio de olhos expectantes.

“Liza, você pode, por favor, dizer seu nome completo para o registro?” Chuva começou, sua voz firme mas calorosa.

“Liza… Liza Torres,” ela disse baixinho, sua voz mal acima de um sussurro.

“Obrigada, Liza. Agora, você pode nos contar o que aconteceu no dia do incidente?” Chuva perguntou delicadamente.

Liza respirou fundo. “Eu só ia comprar algo que minha mãe pediu. Eu não imaginava que algo aconteceria. Eu estava… Eu estava a apenas alguns quarteirões de distância quando eles me agarraram.”

Chuva assentiu, encorajando-a a continuar. “E o que você viu quando eles se aproximaram de você?”

“Eles… eles estavam rindo. Eu tentei gritar, mas eles cobriram minha boca,” a voz de Liza tremia, lágrimas brotando em seus olhos. “Eles me arrastaram para longe, e eu pensei que ia morrer.”

Chuva deu um passo à frente, com o coração doendo por Liza. “Você pode descrever o que aconteceu uma vez que eles te levaram?”

Liza limpou uma lágrima de sua bochecha e continuou, sua voz ficando mais firme. “Eles… eles me levaram para um beco. Eram cinco deles. Eles me machucaram. Eles não se importavam que eu estava assustada. Eu continuei implorando para eles pararem, mas eles só riam.”

O tribunal ficou em silêncio, a tensão pesada no ar. Alexandre observava enquanto Liza, a vítima, lutava para recontar os eventos horríveis que aconteceram com ela. Apesar de sua dor evidente, ela bravamente persistiu, sua voz tremendo mas estável. As palavras cuidadosas e o encorajamento de Chuva a guiaram, e Liza eventualmente conseguiu terminar seu depoimento.

Chuva sentiu um surto de orgulho pela força de Liza. “Obrigada, Liza. Não tenho mais perguntas.”

Nesse momento, o representante dos réus se levantou, seu tom pingando condescendência. “Liza, não é verdade que você estava sozinha à noite? Isso não mostra que você estava sendo imprudente?”

“Objeção, Meritíssimo!” Chuva interveio afiada, sua voz forte e inabalável. “Essa linha de questionamento é puramente uma tentativa de culpar a vítima e não tem relevância para os fatos deste caso. Não importa onde ela estava ou por quê — o que aconteceu com ela é indefensável.”

O Juiz Sebastião Lane olhou para o advogado de defesa e respondeu calmamente, “Sustentada.”

Alexandre suspirou baixinho, impressionado com a compostura e tenacidade de Chuva. Ele não era de ficar em um julgamento que não o envolvesse diretamente, mas observar Chuva em seu elemento, defendendo ferozmente sua cliente, tornava difícil desviar os olhos.

Justo quando Chuva estava prestes a chamar a testemunha ao depoimento, Tyron se inclinou e sussurrou, “Chefe, acho que precisamos ir embora logo. A reunião com o cliente não vai esperar para sempre. E parece que esse julgamento não vai acabar hoje — provavelmente vai levar mais três dias, pelo menos.”

Alexandre olhou para Tyron mas não se moveu. Ele podia sentir que o julgamento se prolongaria, porém algo sobre a determinação de Chuva o manteve colado ao seu assento. “Vamos embora em breve,” ele murmurou, olhos ainda fixos nos procedimentos do tribunal.

Poucos momentos depois, Tyron suspirou, se remexendo inquieto em sua cadeira. Já era quase hora do almoço, e ele não acreditava que o quanto seu chefe havia permanecido ali sem revisar um único documento ou assinar nada. Geralmente, Alexandre nunca ficaria parado por tanto tempo.

“Ele disse que iríamos embora logo, mas nesse ritmo… Sinto como se fossemos acabar comendo o almoço embalado com a Sra. Lancaster bem aqui no tribunal!” Tyron pensou consigo mesmo, balançando a cabeça. Ele olhou para Alexandre, ainda focado intensamente no julgamento, claramente mais cativado pela performance de sua esposa do que por qualquer reunião de negócios.

O tribunal estava tenso, preenchido com o murmúrio de conversas abafadas enquanto a Sra. Lancaster apresentava sua argumentação. O caso de estupro coletivo tinha sido extenuante, repleto de depoimentos emocionantes e trocas afiadas entre defesa e acusação.

“Meritíssimo, as provas demonstram claramente que os réus agiram com intenção maliciosa—”
O Juiz Sebastião Lane levantou a mão, interrompendo Chuva no meio da frase. Sua voz calma, porém firme, se espalhou pelo tribunal.

“Sra. Clayton, continuaremos isso após o recesso. Já são quase 12:30, e vamos fazer um intervalo para o almoço. O tribunal retomará às 13:30 em ponto,” ele anunciou, lançando um olhar ao relógio acima de sua bancada.

Um suspiro coletivo de alívio pareceu passar pela sala enquanto a tensão se dissipava, se apenas temporariamente. “Finalmente,” Tyron murmurou baixinho, seu estômago roncando em protesto. Ele estava faminto nesse ponto. Mas antes que ele pudesse relaxar, ele notou seu chefe de repente se levantando de seu assento.

“Chefe, onde está indo?” Tyron perguntou, notando a expressão sombria nublando o rosto de Alexandre. Seus olhos seguiram o olhar de Alexandre e congelaram quando viram a fonte de sua irritação – um homem sussurrando algo para Chuva.

Tyron engoliu em seco. Era assistente jurídico da Sra. Lancaster, alguém que seu chefe já conhecia, graças a Matt, que havia enviado perfis de todos trabalhando de perto com a Sra. Lancaster. Ainda assim, a expressão no rosto de seu chefe contava uma história diferente.

“Sério? Ele sabe que é o assistente jurídico dela… Então, por que parece que quer matá-lo?” Tyron resmungou para si mesmo, ainda incrédulo que o habitualmente composto e desinteressado Alexandre estivesse tão possessivo sobre sua esposa.

“Eu me pergunto se ele já percebeu o quão profundamente ele já se apaixonou por sua esposa?” Tyron refletiu consigo mesmo, observando a cena se desenrolar com diversão.

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