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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 142

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142: O Julgamento 142: O Julgamento Chuva franziu a testa para Alexandre, debatendo se já era hora de contar a ele sobre o Instituto de Biotecnologia Elysium ou não…

“Qual é com esse olhar?”, Alexandre perguntou, estreitando seus olhos.

“Que olhar?”, Chuva perguntou, erguendo uma sobrancelha.

“Você parece que não quer que eu vá com você”, ele apontou, com um bico.

‘Caramba, desde quando esse brutamontes aprendeu a fazer bico?’, Chuva pensou, secretamente adorando o quão inesperadamente fofo ele parecia agindo assim. Alexandre era como um livro misterioso que ela se sentia privilegiada em desdobrar dia após dia, cada capítulo revelando um novo lado dele que ela não esperava.

Chuva deu de ombros e disse, “É só que eu tenho trabalho para fazer lá, e você está sendo grudento e mesquinho. Eu conheço Clifford muito antes de te conhecer, Alexandre. Ele é como um irmão para mim.”

“E o sentimento é mútuo? Ele te vê como uma irmã?”, Alexandre retrucou.

Chuva fez uma pausa, mas reiterou, “Eu confio nele. Pare de pensar demais. Eu pensei que depois de descobrir que você é o Enigma e ele é O Chubby, vocês veriam um no outro uma nova luz.”

“Tudo bem”, Alexandre suspirou. “Eu só quero ir com você e ficar com você. Você aceita esse fato?”

Chuva corou, pega de surpresa por sua honestidade. “Tudo bem, fique comigo quanto quiser”, ela cedeu, dando de ombros.

Os lábios de Alexandre se estenderam em um largo sorriso. “Obrigado, Amor”, ele disse, com uma piscadela brincalhona.

“Sério”, ela murmurou, quase tendo um ataque cardíaco por ele a chamar de *Amor* novamente. Era a segunda vez agora, e embora ele estivesse apenas brincando, isso fez seu coração saltar de alegria.

Depois do café da manhã, Chuva se preparou para o dia. Era um grande dia — ela finalmente ficaria em pé no tribunal pela primeira vez. Nos últimos dois dias, ela passou tempo com Liza, convencendo-a a lutar por si mesma. Os quadrinhos que ela deu a ela, cheios de personagens femininas fortes, pareciam inspirar Liza e ela concordou.

Alexandre pediu a Tyron para deixar Chuva no escritório, como de costume. Antes de ela sair, ele chamou seu nome. “Chuva.”

Ela se virou para ele, curiosa. Ele sorriu. “Boa sorte.”

Ela deu uma risadinha, piscando de volta para ele. “Eu vou precisar.”

Alexandre sabia bem o que o dia dela envolveria, pois eles sempre conversavam sobre trabalho nas viagens de volta para casa. Ele sabia que essa era a primeira aparição dela no tribunal como promotora.

“Boa sorte, Sra. Lancaster!”, Tyron, no banco do motorista, entrou na conversa.

Chuva riu. “Obrigada.” Então, ela saiu do carro.

Enquanto Tyron se preparava para partir, ele perguntou, “Vamos para o escritório agora, Chefe?”

“Que horas é a reunião com o cliente?”, Alexandre perguntou.

“Por volta das dez, Chefe. Por quê? Está planejando assistir ao processo judicial?”, Tyron perguntou, surpreso.

“Por que não? É o primeiro julgamento da minha esposa. Remarque a reunião para esta tarde.”

“Tudo bem, Chefe. Eu também quero ver a Sra. Lancaster em ação,”, Tyron deu uma risadinha, e Alexandre não pôde deixar de sorrir ao ver Chuva desaparecer na entrada do prédio do Gabinete do Promotor.

*****
Chuva rapidamente começou a trabalhar, focando nos preparativos finais para o processo judicial que se aproximava assim que entrou em seu escritório. Ela olhou para sua beca de promotora, pendurada cuidadosamente em um suporte próximo, e não pôde evitar sorrir com um sentimento de orgulho. Hoje marcava um passo significativo em sua carreira.

Com um suspiro profundo, ela vestiu a beca. Ao ajustar a gola, ela viu seu reflexo no espelho — composta, determinada e pronta. Com a cabeça erguida, Chuva saiu de seu escritório, se preparando mentalmente para o que estava por vir, e seguiu para o tribunal.

O julgamento estava prestes a começar, e Liza, sua testemunha-chave, já estava dentro, sentada no banco com a cabeça baixa. Endireitando as costas, Chuva rapidamente entrou na sala. Liza sentava-se tensa, e ela notou como suas mãos tremiam em seu colo enquanto seus olhos fixavam-se no chão. O peso do testemunho próximo era evidente na tensão gravada em seu rosto.

“Liza,” Chuva chamou suavemente enquanto se aproximava.

Liza olhou para cima, seus olhos arregalados e cheios de incerteza. “Eu não acho que consigo fazer isso,” ela sussurrou, sua voz quase inaudível.

Chuva sentou-se ao lado dela, colocando uma mão confortante em seu ombro. “Você consegue,” ela disse firmemente. “Eu sei que é avassalador, mas você já chegou tão longe. Você tem a força para passar por isso, e hoje é sobre buscar justiça.”

Liza balançou a cabeça. “E se eles não acreditarem em mim? E se… eles me destruírem no banco das testemunhas?”

A expressão de Chuva se suavizou enquanto ela se inclinava mais perto. “Eles vão tentar, mas é por isso que estou aqui — para proteger você, para garantir que sua voz seja ouvida. Você não está sozinha nisso, Liza. E lembre-se, a verdade está do seu lado. Não importa o que aconteça, você tem o poder de contar sua história.”

Liza engoliu em seco, suas mãos ainda tremendo. “Eu nunca estive tão assustada antes.”

“Eu sei,” Chuva respondeu, sua voz calma, mas cheia de determinação. “Mas esse medo que você está sentindo? É o último obstáculo antes de você finalmente retomar o controle de sua vida novamente. Você já passou por tanta coisa, e esta é sua chance de mostrar sua força — para se defender e pelos outros que podem não ter a coragem.”

Lágrimas surgiram nos olhos de Liza, mas ela concordou com a cabeça. “Eu só… eu não quero falhar.”

“Você não vai,” Chuva a tranquilizou. “Você é corajosa por estar aqui. Isso por si só mostra sua força. Apenas foque em dizer a verdade, e eu cuido do resto.”

Liza exalou profundamente, sua pegada em suas mãos se soltando um pouco enquanto ela encontrava um fragmento de calma nas palavras de Chuva.

“Obrigada,” ela murmurou.

Chuva sorriu suavemente. “Você consegue. E eu estarei bem aqui o tempo todo.”

Com uma última apertada no ombro de Liza, Chuva se levantou, sinalizando que era hora. Ela tomou seu lugar na mesa da promotora, sentindo os olhos da plateia sobre ela. Ela podia ver Liza sentada por perto, visivelmente ansiosa mas mantendo-se firme. Chuva pegou seu olhar e deu um aceno tranquilizador.

O juiz entrou, e a sala se levantou em respeito. Com uma batida rápida do martelo, os procedimentos oficialmente começaram.

“Todos de pé,” o escrivão do tribunal anunciou. “Esta corte está agora em sessão, presidida pelo Juiz Sebastian Lane.”

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