Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 141
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141: Uma Questão de Negócios 141: Uma Questão de Negócios Os dias passaram com Chuva e Alexandre se acomodando em sua cobertura, exatamente como planejado. Como esperavam, seu sogro não insistiu muito para que ficassem na mansão ancestral.
Alexandre havia se tornado bastante convincente em seus esforços para assegurar ao pai que eles precisavam de um tempo privado para trabalhar em seu casamento, apenas os dois sob o mesmo teto.
Chuva também havia falado com o sogro em particular, explicando que essa arrumação lhe dava a oportunidade perfeita de mostrar a Alexandre como ela podia cuidar dele pessoalmente e, com sorte, fazê-lo se apaixonar por ela. Seu sogro concordou com o plano, mas com uma condição: os domingos seriam reservados para dias em família, onde todos se reuniriam.
Essa foi a segunda manhã que Chuva acordou no quarto ao lado do quarto do Alexandre. Ela havia decidido dormir ali em vez de compartilhar um quarto com ele, fazendo-se de difícil — mas sabia que essa atuação não duraria muito. Estava curiosa para ver o que Alexandre faria a seguir para convencê-la a ceder ao que ele queria.
“Cinco,” ela murmurou, olhando para o relógio de parede. Esperava ter acordado primeiro para poder preparar o café da manhã. Nos últimos dois dias desde que se mudaram para a cobertura, Alexandre tinha sido quem preparava as refeições matinais.
Rapidamente lavando o rosto e escovando os dentes, Chuva seguiu para a cozinha.
“Sim!” ela exclamou baixinho ao notar que as luzes da cozinha ainda estavam apagadas.
Sempre que ela acordava às seis, Alexandre geralmente estava quase terminando o café da manhã. Ela colocou uma música suave, apenas alta o suficiente para um ruído de fundo, e começou a preparar os pratos. Também arrumou as marmitas para mais tarde, anotando mentalmente para lembrar Tyron de esquentá-las se esfriassem. Mas, com sorte, as caixas térmicas que comprou fariam seu trabalho.
“Você acordou cedo.” O calor repentino da respiração de Alexandre em sua orelha fez com que ela quase pulasse de susto.
“Ah, certo,” ela resmungou com um engolir, tentando se concentrar em mexer o peito de boi que estava cozinhando. Seu coração batia forte enquanto Alexandre apoiava o queixo em seu ombro.
“Não é muito para o café da manhã?” ele comentou, seu rosto tão perto que se ela virasse, seus lábios certamente roçariam os dele.
“Hmm, é para o almoço. Vou arrumar para você levar mais tarde,” ela murmurou, mal conseguindo respirar até que ele finalmente se afastou.
“Entendi,” ele respondeu casualmente.
“Então, é café ou chocolate quente hoje?” ele perguntou, sabendo que a escolha dela dependia do humor.
“Chocolate quente,” ela respondeu, sorrindo para si mesma enquanto continuava cozinhando.
“Vamos comprar mantimentos mais tarde,” Chuva comentou casualmente enquanto mexia a carne.
Tyron havia mencionado que eles estavam ficando sem itens essenciais, algo que ele normalmente cuidava, mas agora que ela estava na cobertura, ele discretamente se afastou, entendendo que ela deveria assumir as responsabilidades da casa.
“Tudo bem, a que horas você quer que eu te busque?” Alexandre perguntou, seu tom leve mas atento.
“Estarei pronta às cinco em ponto,” ela respondeu, tentando se concentrar no cozinhado, embora pudesse sentir o peso do olhar de Alexandre persistindo em cada movimento seu.
Incapaz de ignorá-lo mais, ela se virou e encontrou seu olhar. “O que foi?” ela perguntou, com a curiosidade aguçada.
Alexandre não respondeu de imediato. Em vez disso, seu olhar amoleceu levemente, e ele lhe deu um pequeno sorriso, quase divertido, antes de responder, “Apenas admirando o quão rapidamente você assumiu o controle de tudo.”
O rosto de Chuva corou enquanto a ousadia de Alexandre a deixava com uma mistura de euforia e diversão. Ela estava cada vez mais convencida de que sua estratégia de se fazer de difícil estava funcionando muito melhor do que esperava, e secretamente gostava de como ele tinha se tornado direto.
“É só cozinhar,” ela respondeu, tentando desviar. “Você tem acordado cedo para fazer isso quando eu deveria ser quem cuida disso.”
Alexandre sorriu para ela, seu tom leve mas firme. “Mas você está cozinhando o jantar, então eu gosto de preparar o café da manhã para você. Equilíbrio, certo?”
Chuva deu uma risadinha. “Nós realmente estamos contando pontos agora? Quem faz mais pela casa?”
Os olhos de Alexandre brilharam enquanto ele gesticulava em direção ao café da manhã que ele havia preparado. “Vamos comer antes que esfrie.”
Enquanto se sentavam, a curiosidade de Chuva falou mais alto. “A propósito, tem alguma novidade sobre o William?” ela perguntou. Alexandre havia dado ao irmão até hoje para escolher entre se estabelecer ou assumir mais responsabilidade nos negócios da família.
A expressão de Alexandre não mudou muito. “Nada ainda. Provavelmente ele se decidirá mais tarde hoje.”
Ele fez uma breve pausa, então perguntou, “Você tem algum plano para amanhã?”
Chuva hesitou. Ela tinha um voo agendado para visitar a instalação de pesquisa na ilha com Clifford, mas ainda não havia contado a Alexandre. Ela não queria que ele criasse grandes expectativas a menos que houvesse progressos significativos para compartilhar.
“Tenho um compromisso de trabalho amanhã. Estarei de volta no domingo à noite,” ela disse, mantendo seu tom casual.
“É relacionado ao trabalho?” Alexandre perguntou, seu tom neutro mas inquisitivo.
“Sim…” Chuva respondeu, tentando manter a compostura.
“Você vai sozinha?” ele perguntou, o olhar aguçado.
Chuva forçou um sorriso, sentindo uma estranha sensação de inquietação. “Não, o Clifford vai comigo. Somos parceiros de negócios, afinal.”
Ela sentiu a garganta apertar enquanto observava a reação de Alexandre, insegura sobre por que de repente sentiu a necessidade de se explicar. “Clifford e eu somos melhores amigos desde que eu tinha treze anos. Ele sempre me ajudou com minhas finanças…”
Ela interrompeu, percebendo que não precisava se explicar. Alexandre não a havia acusado de nada.
“Eu confio em você,” ele disse, mas suas palavras pairaram no ar com um peso estranho. Houve um silêncio constrangedor entre eles até que ele o rompeu com uma pergunta abrupta. “Você não quer que eu vá com você?”
O coração de Chuva deu um pulo. A tensão em sua voz era sutil, mas ela podia sentir. A respiração de Chuva travou na garganta. Se Alexandre fosse com ela, não haveria como evitar a verdade completa. Sua mente acelerou, mas ela manteve a expressão calma, ou pelo menos tentou.
“Você quer ir?” ela perguntou, cautelosamente testando a resolução dele.
Os olhos de Alexandre se estreitaram levemente, sua voz estável mas firme. “Eu vou com você… Eu te disse que confio em você, mas isso não significa que confio no seu melhor amigo, Clifford.”
O rosto de Chuva se abriu em surpresa, momentaneamente sem palavras. Ela não esperava tanta honestidade direta dele.
“Alexandre, o Clifford é só—”
“Um melhor amigo, sim,” Alexandre interrompeu, sua voz calma mas firme. “Mas isso não significa que estou confortável com ele estando perto de você sozinho.”