Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 140
- Home
- Casamento Surpresa com um Bilionário
- Capítulo 140 - 140 Ainda Estou no Meu Auge 140 Ainda Estou no Meu Auge
140: Ainda Estou no Meu Auge 140: Ainda Estou no Meu Auge William sorriu ao olhar para Chuva e provocou, “Eu confirmei seu perfil com o GIS, e adivinha?” Seu sorriso aumentou travesso antes de ele exclamar sem vergonha alguma, “Cunhada, eu quase quis me casar com você mesma!”
Alexandre rosnou em resposta, com os olhos se estreitando. William imediatamente pressionou os lábios juntos, percebendo que tinha ido longe demais. “Então, como exatamente você forjou minha assinatura, roubou meu selo e usou minha identificação, hein? Você não passa de um ladrão, um fraudador e um impostor,” Alexandre acusou, com um tom glacial.
William engoliu em seco e gaguejou, “M-mas irmão… Olha só para você agora, e para a cunhada. Vocês dois são um par perfeito que parece ter sido feito no céu!”
“O que você fez é roubo, falsificação e fraude, e você deveria apodrecer na cadeia,” Alexandre reiterou, com uma voz calma, mas carregada de ameaça.
Chuva não sabia se ria ou chorava enquanto observava o rosto de William empalidecer.
Ele se virou para o Pai Rocha, pedindo silenciosamente por ajuda. Mas seu pai simplesmente deu de ombros e murmurou, “Não é comigo, Filho. Eu nunca te disse para fazer o que você fez, embora eu admita, você me fez feliz ao casar seu irmão com uma mulher que combina bem com ele.”
O rosto de Chuva corou, e quando ela olhou para Alexandre, ela se surpreendeu ao vê-lo corando também. Ele pigarreou, ainda sério. “Eu quero que você enfrente punição pelo seu delito, apesar de como as coisas acabaram. Só pense no caos se não tivesse dado tão certo. Honestamente, você deveria apodrecer na cadeia, mas agradeça à Chuva por ter te salvado.”
“Irmão mais velho! Você realmente está planejando me mandar para a cadeia, se não fosse pela minha cunhada?” William perguntou, de olhos arregalados e incrédulo.
“E por que não?” Alexandre respondeu friamente. “Você—” ele parou.
“Você será punido de outra maneira. Chega de vida descomplicada para você. Está na hora de você crescer e trabalhar. Você vai assumir a administração da Vinícola e Vinhedo Sinclair, e eu estou te nomeando Presidente e CEO da Orion Worldwide Inc.”
A Orion Worldwide Inc. era uma empresa de marketing do Grupo Lancaster, lidando com publicidade, relações públicas, marketing digital e mais.
Chuva olhou para Alexandre, impressionada com a forma como ele gerenciava com habilidade um grupo vasto e poderoso como o Grupo Lancaster. Seu sogro ainda era o Presidente, mas estava claro que Alexandre era quem carregava o peso, enquanto seu pai comparecia principalmente às reuniões do conselho e oferecia orientações ocasionais.
“Não!” William explodiu, em pânico. “Isso é muita responsabilidade! Você sabe que eu odeio trabalhar em escritório!”
“Você não quer trabalhar e assumir a responsabilidade pelo negócio?” O tom de Alexandre estava afiado ao questionar seu irmão, e William assentiu apressadamente em resposta.
“Então arrume uma esposa e se estabeleça! Dê ao Pai um neto, e eu continuarei te deixando escapar das responsabilidades do negócio,” Alexandre exigiu, com um tom sério e direto.
Todos ficaram boquiabertos com sua declaração ousada. Chuva foi a primeira a se recompor, olhando para seu sogro, que agora estava sorrindo, claramente satisfeito com a condição de Alexandre.
“Você está tentando se vingar de mim?” William exclamou. “Como assim sua exigência é ainda pior—pedindo-me para dar ao Pai um neto? Eu só tenho vinte e oito anos! Ainda estou no meu auge! Sou um homem, e meu esperma não tem prazo de validade!”
Chuva quase se engasgou com sua própria saliva diante da última frase de William, tentando muito suprimir sua gargalhada. Ela era a única que entendia plenamente por que Alexandre fez tal exigência a William.
Então ela franziu a testa e se virou para Alexandre. ‘Será que William era seu plano de reserva caso eu continuasse ignorando sua insistência em ter um bebê?’ ela se perguntou, alarmada com o pensamento.
“Você sabe que eu posso jogar as mesmas palavras de volta para você. Eu sou mais velho, mas apenas por dois anos, William. Aceite ou deixe minha oferta… ou você prefere resolver isso legalmente?” Alexandre declarou friamente antes de se levantar. Olhando para Chuva, ele de repente disse, “Estou morrendo de fome.”
“Ah sim! Vamos todos jantar agora,” disse o sogro deles com entusiasmo, levantando de seu assento. Chuva se levantou para seguir Alexandre para o jantar, percebendo que ela também estava bastante faminta.
“Sinto que perdi meu apetite,” William murmurou, apenas para se encolher quando seu pai lhe deu um tapa firme nas costas. “Vamos, Filho. Coma. Talvez seu irmão esteja só mal-humorado devido à fome. Quem sabe, ele pode mudar de ideia depois de estar de barriga cheia.”
Chuva sorria, ouvindo a brincadeira entre William e seu sogro. Os dois tinham uma relação tão descontraída, como duas ervilhas na mesma vagem. Ela imaginou que se a mãe de Alexandre estivesse viva, provavelmente ela seria a que melhor compreenderia Alexandre, já que seu sogro uma vez mencionou o quanto a personalidade de Alexandre refletia a de sua mãe.
******
Na Residência Smith
“O que está acontecendo?” o pai de Paulo rugiu assim que a chamada terminou. “A maioria dos nossos clientes está saindo, Paulo! Eu confiei a você uma tarefa simples. Eu pensei que você estava lidando com tudo bem, então o que está acontecendo?”
Paulo não tinha ideia de como as coisas tinham degringolado tão rapidamente. Esta semana tinha sido um desastre para o negócio deles. Clientes importantes, nos quais dependiam como consultores legais exclusivos, estavam cortando laços um atrás do outro. O escritório estava tomando um golpe sério, e eles estavam perdendo dinheiro.
“Eu estou concorrendo ao Congresso, e nós precisamos de fundos! Até alguns dos nossos patrocinadores estão desistindo!” seu pai rosnou, com os punhos cerrados de frustração.
“Vou verificar,” Paulo murmurou, com a voz fraca. Parecia que alguém estava mirando em sua família e negócio. Ele não ia permitir isso. Enquanto tentava tranquilizar seu pai, o telefone tocou novamente.
“O quê?!” Os olhos de Paulo se arregalaram ao receber queixas sobre casos que ele havia lidado no passado—acusações de suborno e questões mais graves.
A cor drenou do seu rosto enquanto sibilava, “Eu vou cuidar disso!”
Seu pai, ainda fumegante, exigiu, “O que é agora?”
Paulo engoliu em seco, com a garganta seca. “É ruim… Estou recebendo queixas sobre casos passados. Estão me acusando de suborno.”
O rosto de seu pai se contorceu em descrença. “Não posso acreditar nisso! Resolva isso—arrume toda essa bagunça imediatamente!”
“Vou resolver,” Paulo murmurou sombriamente, correndo para enfrentar a tempestade de problemas que subitamente se abateu sobre ele. A pressão era sufocante, mas ele sabia que não tinha escolha senão resolver isso—antes que tudo desmoronasse.