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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 131

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  3. Capítulo 131 - 131 Testemunha Chave 131 Testemunha Chave Chuva estava
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131: Testemunha Chave 131: Testemunha Chave Chuva estava curiosa sobre para onde Henry a estava levando, mas não fez perguntas. Quando ele parou o carro em frente a um pequeno restaurante perto do mercado úmido, ele saiu e ela o seguiu.

Era claro que eles estavam vestidos demais para o lugar. Os clientes — ​​na maioria, trabalhadores do mercado e motoristas — pausaram para olhar enquanto eles entraram e se sentaram. Mas após um momento, todos retomaram suas refeições.

— O porco cozido aqui é bom. Quer experimentar? — perguntou Henry.

— Claro — ela respondeu. O pequeno restaurante a fazia lembrar dos lugares que ela e Sanya costumavam frequentar durante os dias de escola. Ela suspirou, seu coração afundando quando pensou em Sanya. Ela sentia falta de sua amiga e mesmo agora, Sanya não havia entrado em contato com ela.

Henry chamou a senhora mais velha que administrava o local e fez o pedido deles, tirando Chuva de seu transe momentâneo.

— Então, por que aqui? — ela perguntou, curiosa sobre a escolha do restaurante.

— Você está desconfortável? — perguntou Henry, curioso.

— Claro que não, por que eu estaria? — Chuva murmurou.

— Porque você está bem vestida? Suas roupas de marca podem sujar? — Henry murmurou com um encolher de ombros. Chuva estava bem ciente de que sua roupa gritava elegância e luxo, mas o que ela poderia fazer? Era um presente de seu sogro, então, naturalmente, ela a usava para mostrar sua apreciação. Além disso, ela não era a única vestida com elegância.

— Você não está desconfortável em sujar, então por que eu estaria? — ela rebateu, notando que Henry também estava usando roupas de marca. — Então, por que aqui? Ouvi dizer que você é um Louco, então duvido que você me trouxe aqui apenas para almoçar.

— Ah, acho que você ouviu todos os rumores — ele comentou com um encolher de ombros. Então seu rosto se contorceu em irritação enquanto ele murmurava — Louco? Eles não podem inventar algo melhor? Eu sou bonito demais para esse apelido.

Chuva não respondeu, mantendo seus pensamentos para si mesma.

— Eu só quero que a vovó aqui ganhe mais. Tentei convencer os outros a se juntarem a mim, mas sempre recusam. Fico feliz que você tenha vindo — ele disse com um sorriso enquanto a senhora mais velha trazia a comida deles.

Chuva estreitou os olhos, imaginando o que Henry realmente estava planejando. Jane já a havia avisado que isso não seria um almoço simples. Era por isso que os outros continuavam recusando suas ofertas, especialmente quando envolvia sair do escritório.

— Nós temos um caso para resolver aqui? — ela perguntou, meio que brincando.

Henry riu. — Bem, mais ou menos.

Depois disso, Chuva não disse muito, concentrando-se em comer. Entre mordidas, Henry a atualizava sobre o caso em que estava trabalhando, compartilhando tudo importante que havia descoberto.

Ele estava certo — a barriga e as pernas do porco cozidos estavam incríveis. Ela até pediu para viagem para compartilhar com seu sogro e Alexandre mais tarde.

— O que foi? — ela perguntou quando pegou Henry sorrindo para ela enquanto saíam do restaurante.

— Que tal um café da loja de conveniência? Estou cheio — ele sugeriu.

Ela concordou e, enquanto caminhavam, Henry comentou casualmente — É surpreendente como você come sem se preocupar com sua dieta. Admirável, de verdade. — Então ele fez uma pausa, virando-se para ela com um sorriso maroto — Você não está grávida, está?

Os olhos dela se arregalaram e ela exclamou — Não!

Henry riu. — Relaxa, é natural perguntar a uma mulher casada. Só perguntei porque… bem, podemos acabar correndo mais tarde.

— Correndo? — ela repetiu, confusa.

— Talvez não. De qualquer maneira, chegamos — disse Henry, levando-a para a loja de conveniência. Depois de pedir cafés, eles se sentaram do lado de fora, de frente para o campo da escola.

Enquanto saboreavam suas bebidas, Chuva notou que Henry olhava frequentemente para a escola e verificava seu relógio. Quando os alunos começaram a sair, Henry de repente se levantou. — Lá está a sua testemunha-chave — ele murmurou, e Chuva rapidamente o seguiu.

Chuva se amaldiçoou por estar de salto, enquanto começavam a seguir um menino. Foi então que um grupo de homens apareceu e pegou o menino, fazendo Henry praguejar. Eles andavam tão rápido e ela não conseguiria acompanhar com os malditos saltos.

Chuva hesitou por um momento antes de chutar os saltos. Ela agarrou-os e quebrou os calcanhares, transformando-os em sapatilhas. — Que desperdício — ela pensou, porque sabia como eram caros. — Droga, Henry! Você podia ter me avisado! — ela resmungou, rapidamente calçando suas sapatilhas improvisadas e correndo atrás de Henry.

Ignorando os olhares ao redor, Chuva correu rua abaixo, seguindo Henry e os homens que haviam arrastado o menino. Sem fôlego, ela finalmente os alcançou em um beco tranquilo e sem pessoas ao redor. Henry estava no meio de uma luta com quase dez homens, lutando enquanto eles empunhavam tacos, enquanto outro homem segurava o menino, que chorava e estava aterrorizado.

Sem hesitar, Chuva largou as sacolas de sua comida e rasgou sua saia abaixo do joelho para ter mais liberdade de movimento. Henry lançou um olhar para ela no meio da luta, frustrado. — O que você está fazendo? Apenas vá embora e me espere na loja! Chame reforço se eu não voltar em três minutos! — ele gritou, acertando um soco em um dos homens.

Ignorando a exigência dele, Chuva agarrou um taco do chão e o balançou com precisão, acertando todos no seu caminho. Seus golpes eram calculados — não fatais, mas certamente dolorosos o suficiente para incapacitar. Ela avançava firmemente em direção ao homem que mantinha o menino como refém. O homem, vendo-a se aproximar, sacou uma faca e a pressionou contra o pescoço do menino.

— Mais um passo e ele morre! — o homem gritou, sua voz impregnada de pânico.

Chuva estreitou os olhos, avaliando rapidamente a situação. Ela olhou para o chão, viu uma pedra e a pegou, sua mente buscando uma maneira de desarmá-lo sem arriscar a vida do menino.

Chuva pegou uma pedra do chão, seu olhar fixo no homem ameaçando o menino. O homem sorriu zombeteiro — Com o que você vai me parar, com a maldita pedra, mulher?

Chuva ignorou suas provocações e atirou a pedra com precisão, mirando na testa dele. A pedra atingiu o alvo, fazendo o homem gritar de dor e derrubar a faca enquanto segurava o rosto. Sem perder o ritmo, Chuva o chutou com força e rapidamente agarrou o menino, puxando-o para trás dela.

— Vá agora! — Henry gritou, ainda lutando contra os atacantes restantes. — Leve o menino para um lugar seguro e chame reforço!

Chuva concordou e começou a se aproximar do menino, mas percebeu que ele estava tremendo. Seus olhos se arregalaram de medo enquanto ele ofegava — Atrás de você!

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