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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 126

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  3. Capítulo 126 - 126 Exatamente o Que Eu Preciso 126 Exatamente o Que Eu
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126: Exatamente o Que Eu Preciso 126: Exatamente o Que Eu Preciso Chuva se virou para encarar Alexandre e o abraçou suavemente, permitindo que ele enterrasse o rosto na curva do seu pescoço. Sua voz estava carregada de emoção enquanto falava, “Eu não sei o que fazer, Chuva. Eu achei que estava preparado para qualquer coisa, mas isso…” Ele parou, incapaz de terminar.

“Está tudo bem,” ela sussurrou suavemente, acariciando suas costas. “Chore se precisar. Desabafe. Eu não vou a lugar nenhum e ficarei aqui com você.”

Ela continuou em um tom gentil, “Assim que você tiver um momento para respirar, vamos conversar. Vamos descobrir o que precisamos fazer, juntos. O Pai Rocha significa muito para mim também, e eu farei o que for necessário para ajudá-lo, não importa o quão difícil seja.”

Eles ficaram assim por o que pareceu uma eternidade, o peso do luto de Alexandre pairando no ar. Eventualmente, ele recuou suavemente, seu olhar buscando o dela. “Como você sabia… Você sabia da doença do meu pai também?”

Chuva encontrou seu olhar e soltou um suspiro suave. “Eu descobri mais cedo esta noite por acaso,” ela confessou. “Seu pai me disse que você estaria dormindo aqui na cobertura, e eu pensei que fosse porque você estava ainda chateado, já que estava tão quieto quando me deixou no escritório.”

Ela hesitou por um momento, sabendo que Clifford preferia que sua identidade como Chubby permanecesse oculta, mas ela confiava em Alexandre. “Enquanto eu estava a caminho, Clifford me ligou. Ele me falou sobre os arquivos…”

Alexandre franziu a testa, a confusão evidente em seu rosto. “Os arquivos?”

Chuva assentiu. “Sim, os arquivos do Doutor Lambert do Hospital dos Meta Doctors.”

Seus olhos se arregalaram de choque enquanto ele exclamava, “Clifford é o Chubby?!”

Chuva sorriu levemente, percebendo que sua suspeita estava correta. “E você é o Enigma,” ela afirmou, encontrando seus olhos.

Alexandre suspirou, mas antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa, Chuva mudou a conversa. “Você já jantou?” ela perguntou, preocupação em sua voz.

Ele balançou a cabeça. Sem esperar por uma resposta, Chuva gentilmente agarrou seu braço e o puxou em direção ao balcão da cozinha. “Vamos, coma alguma coisa. Você vai precisar de força, mesmo que esteja sofrendo agora.”

Ela não lhe deu chance de protestar e praticamente o arrastou para se sentar enquanto desempacotava os pratos que o Chef Philip tinha preparado para ela trazer. Enquanto trabalhava, Alexandre a observava silenciosamente.

“Você já comeu?” ele perguntou, sua voz ainda subjugada.

Chuva assentiu enquanto preparava a comida. “Eu jantei mais cedo com a equipe. O outro promotor da minha unidade acabou de chegar, então tivemos uma refeição em grupo.”

“Entendo,” Alexandre murmurou, sua voz suave, embora houvesse um brilho de gratidão em seus olhos. Alexandre parecia não ter apetite, então Chuva decidiu sentar-se com ele e comer também. Ela até o alimentou com algumas garfadas aqui e ali, e embora ele não resistisse, estava claro que ele só comia porque ela insistia.

Depois de terminarem, Chuva começou a limpar os pratos. Enquanto esfregava os pratos, ela perguntou casualmente, “Quais são seus planos agora? Você quer dizer ao Pai que sabe? E como você quer que eu aja perto dele?”

A resposta de Alexandre foi imediata. “O que você acha que eu deveria fazer?” Sua voz carregava um peso que fez Chuva pausar. Ela se virou para enfrentá-lo, sentindo o quanto ele estava lutando internamente.

“Obviamente, Pai queria manter isso em segredo de você e de William,” ela começou, “mas não sabemos por quanto tempo ele planeja fazer isso. Ele provavelmente tem seus motivos… não porque ele não confie em vocês, mas talvez porque ele queira protegê-los.”

Alexandre exalou profundamente, sua voz mal audível. “Mas ainda assim merecemos saber, Chuva. Nós somos seus filhos.”

Chuva pôde sentir a dor crua em suas palavras. “Ele está buscando ajuda médica, certo?” ela perguntou suavemente.

“Sim,” Alexandre respondeu e então continuou a explicar tudo o que sabia sobre o tratamento do pai com o Doutor Lambert.

Chuva ouviu atentamente, mordendo o lábio enquanto considerava o recente avanço do Instituto de Biotecnologia Elysium em tratamentos de câncer. No entanto, ela sabia que o câncer era complexo, com muitas formas diferentes. Ela precisava conversar com o Dr. Ivan primeiro para ver se a pesquisa deles se aplicava ao caso específico de seu sogro. A última coisa que ela queria era dar a Alexandre uma esperança falsa.

“Por enquanto,” ela começou com cuidado, “vamos pesquisar mais sobre a doença e procurar instalações em todo o mundo que se especializam em tratá-la. Acho que devemos agir como se ainda não soubéssemos, para que o Pai não seja sobrecarregado com o conhecimento de que estamos lutando com a notícia. Vamos apoiá-lo discretamente e dar-lhe o espaço que ele precisa para seus tratamentos.”

Alexandre ouviu, assentindo levemente. Chuva continuou, “Mas acho que você deveria conversar com o Tio Ben sobre isso. Ele sabe tudo sobre os movimentos do Pai e pode ajudar você a monitorar sua condição sem levantar suspeitas.”

Então ela respirou fundo e acrescentou, “Além disso, acho que deveríamos voltar para cá, para a cobertura, pelo menos por um tempo. Se morarmos com o Pai, ele terá que inventar mais desculpas para encobrir suas visitas ao hospital. Vamos poupar ele desse estresse.”

Ela pausou, esperando pela reação de Alexandre. Ele apenas a encarou com um olhar pensativo e intenso. “O único problema é seu irmão, William,” ela adicionou. “Eu não o conheci, então não sei como você deve lidar com ele sobre isso. Deixo a seu critério se você vai contar a ele ou guardar isso por enquanto.”

Chuva hesitou quando percebeu o quão profundamente Alexandre a estava olhando. Seus olhos estavam cheios de algo que ela não conseguia identificar. Ela mordeu o lábio inferior conscientemente e deu a ele um sorriso desajeitado. “Desculpe… eu provavelmente estou falando demais de novo, expressando minhas próprias opiniões.”

Alexandre não disse nada de imediato, ainda a observando com aquela mesma expressão indecifrável, mas havia um calor em seu olhar agora. Ele balançou a cabeça levemente, um pequeno sorriso se formando em seus lábios. “Não, Chuva,” ele murmurou. “Você não está falando demais. Você está me dando exatamente o que eu preciso agora.”

Chuva sorriu, sentindo-se aliviada por ele ter concordado com sua sugestão.

Mas então, Alexandre de repente adicionou, “Chuva, vamos ter um bebê,” fazendo seu sorriso vacilar e seu queixo cair de surpresa.

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