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Casamento de Conveniência com o Alfa Snow - Capítulo 306

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306: O Homem Que Me Escolheu 306: O Homem Que Me Escolheu ***************
CAPÍTULO 306
~Ponto de Vista da Tempest~
(Dia Atual)
Não tinha notícias do Ryland desde aquela noite—desde que o Koda se afastou, partindo meu coração no processo. Eu não sabia mais o que pensar.

Será que Ryland também tinha desistido? Ele teria decidido, como Koda, que eu não valia a luta?

O silêncio fora ensurdecedor.

E agora, enquanto eu me olhava no espelho, ajustando o vestido verde-esmeralda que abraçava cada curva do meu corpo, tomei uma decisão. Não deixaria essa incerteza me consumir.

Eu tinha uma vida. Um propósito.

Criações Nascidas da Tempestade, minha empresa, precisava da minha atenção. Não era apenas uma casa de moda—era uma fundação.

Um lugar onde lobas, especialmente as marginalizadas, podiam reencontrar a força.

Mulheres que tinham sofrido sob companheiros opressores, lobas rejeitadas procurando propósito, jovens garotas que precisavam de orientação.

Era o meu legado.

Depois do que aconteceu com a Aira, eu sabia a linha que queria seguir.

Peguei minha bolsa, calcei os sapatos de salto combinando e dei uma última olhada no espelho. Meus cachos vermelhos caíam sobre os ombros, e as joias em meu pescoço brilhavam sob a luz suave.

Eu aparentava cada bit da empresária confiante que me tornei.

“Você não pode deixar a desilusão amorosa te definir, Temp”, eu me assegurei.

Justo quando eu alcançava a maçaneta, senti uma presença.

Verão suspirou profundamente em minha mente.

“Ry… Ryland?”

Puxei a porta aberta e lá estava ele.

Vestido com uma camisa preta ajustada e jeans escuros, seus olhos normalmente confiantes estavam… tristes.

“Você veio…” Minha voz saiu mais suave do que pretendia.

“Tempest, eu…” Ele hesitou, seu olhar buscando o meu.

“Atrasado”, completei, cruzando os braços sobre o peito.

Ryland suspirou, passando a mão pelos cabelos castanhos e bagunçados. “Eu sei. Me desculpe.”

Virei a cabeça, cética. “Me dê uma razão para escutar você.”

A mandíbula dele se apertou, e então sua voz abaixou para algo cru, algo real.

“Porque eu te amo. E eu estou aqui agora. Só… me dê uma chance de explicar o que aconteceu.”

Meu coração se apertou com as palavras dele, mas mantive minha expressão inescrutável.

Respirei fundo. “Tudo bem. Você tem dez minutos. Tenho um compromisso.”

“Certo.” Ele entrou, e eu fechei a porta atrás dele.

Cruzando os braços novamente, levantei uma sobrancelha. “E então?”

Ryland respirou fundo. “Eu não podia deixar a matilha.”

Eu bufei. “Não convence.”

A mandíbula dele se contraiu, e então ele ergueu as mãos levemente. “O Crescente de Marfim foi atacado.”

Meu coração afundou.

Avancei. “Mamãe? Pai? A matilha—?”

“Calma,” Ryland disse rapidamente, as mãos indo me estabilizar. “Eles estão bem. Uma de nossas regiões externas foi atacada. Sua família não foi atingida.”

Raiva fervilhava sob minha pele. “Quem?” eu perguntei, com os dentes cerrados.

“Crescente Espinhoso.”

O nome me enviou um arrepio. “O Snow sabe?”

“Ainda não. Seu pai—” Ryland parou, balançando a cabeça. “O Alfa Tempestade recusou informar qualquer um de vocês. Ele não queria incomodar os filhos. Mas por causa disso, estávamos em bloqueio. Ninguém podia sair, e estávamos em alerta máximo, procurando por alguma atividade suspeita. Seu pai estava pronto para matar.”

Engoli em seco. Eu conhecia meu pai. Se ele tomasse uma decisão, era absoluta.

“Por que você não ligou?” Minha voz estava mais baixa agora, enquanto eu esperava uma explicação.

“Eu queria,” admitiu Ryland. “Mas todo guerreiro teve que entregar seus telefones. O Alfa Tempestade garantiu que nenhuma informação deixasse a matilha até que a ameaça fosse resolvida. Tínhamos que achar os culpados antes que algo vazasse.”

“E vocês acharam?”

A expressão dele escureceu. “Sim. Nós pegamos três que não conseguiram escapar com sua matilha.”

“E?” Eu pressionei, impaciente.

“Seu pai os executou na hora e ordenou que suas cabeças fossem espetadas fora das fronteiras como um aviso.”

Meu fôlego falhou. “Pai quer guerra.”

“Eles atacaram primeiro, Tempest,” Ryland disse, sua voz baixa. “Quinze dos nossos foram mortos. Vinte e um feridos. Comparado às suas perdas, sofremos muito mais.”

Tomei um fôlego trêmulo. “Ele não pode nos manter no escuro. Nós precisamos nos preparar para a batalha. Snow e eu—”
“Não,” Ryland interrompeu bruscamente. “Você não pode contar a ele. Se isso se espalhar, eu estarei encrencado por até ter te contado isso. Eu só… eu precisava que você soubesse por que eu não vim antes.”

Soltei uma risada amarga. “Teria feito diferença?” murmurei. “Você teria rejeitado a ideia de qualquer forma, assim como Koda.”

A expressão de Ryland mudou. “Como assim?”

Dei de ombros. “Você disse que estava aqui para me dar sua resposta. Eu já me conformei com isso.”

Ele deu um passo em minha direção. “Tempest.”

Balancei a cabeça. “Tudo bem, Ryland. Eu entendo. Foi um pedido ridículo. Eu—”
Ele segurou minha cintura, me interrompendo e me puxando para mais perto.

“Pare.” Sua voz era firme, seu toque, quente.

Pisquei para ele, atônita com a intensidade dele.

“Eu te amo, Tempest,” ele disse, seus olhos nunca deixando os meus. “Você é a primeira pessoa para quem eu corri assim que tive a liberdade de deixar a matilha. Eu te amo com tudo o que tenho, e não me importo com o resto. Não me importo com o que as pessoas pensam. Não me importo se é pouco convencional. A ideia de te perder completamente é demasiada para mim suportar.”

Minha respiração falhou. “Você… você quer dizer—”
“Eu te quero, Tempest,” ele disse, apertando o abraço só um pouco. “Aceitarei o que você estiver disposta a dar. Se isso significa compartilhar, que seja. Não me importo. Desde que eu possa ter você.”

Lágrimas queimaram atrás dos meus olhos. Eu estava preparada para a rejeição. Eu tinha me preparado para a desilusão amorosa.

Mas isso?

Esse homem estava me escolhendo.

“Você tem certeza?” eu sussurrei, mal conseguindo confiar na minha voz.

Seus lábios se curvaram em um pequeno, suave sorriso. “Sempre, Tempest.”

E antes que eu pudesse pensar, antes que pudesse me analisar demais, seus lábios se chocaram contra os meus.

Eu ofeguei em sua boca, minhas mãos voando para seus ombros enquanto ele me beijava profundamente—desesperadamente, como se estivesse faminto por esse momento.

Me derreti contra ele, meu corpo respondendo instintivamente.

Ryland gemeu contra meus lábios antes de me levantar com facilidade, minhas pernas envolvendo sua cintura.

“Deus, como eu senti saudades,” ele murmurou, seu hálito quente contra minha pele enquanto distribuía beijos pelo meu queixo.

Eu entrelacei meus dedos em seu cabelo, puxando levemente, e ele rugiu em resposta.

Meu vestido tinha subido, e com facilidade, ele afastou minha calcinha, seus dedos roçando minha umidade.

“Senti falta de você inteira,” ele sussurrou, seu toque enviando arrepios pela minha espinha.

E naquele momento, nada mais importava.

Nem a guerra que se avizinhava.

Nem o medo ou a incerteza.

Apenas isso.

Apenas nós.

Apenas o homem que me escolheu.

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