Casada Novamente por Vingança - Capítulo 333
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333: A Sala de Música 333: A Sala de Música “Ela não veio ao meu quarto ontem à noite.” Archie estava confuso. Se Hazel queria roubar os arquivos, ontem era a chance dela. Logo partiriam para caçar ou qualquer outra atividade de lazer. Eles não sabiam quando sua majestade os chamaria para o relatório. Por que correr o risco? “Tem certeza de que ela viria?”
Eva engoliu o gosto nauseante em sua boca. Ela sabia por que Hazel não pôde visitar na noite passada. Por que ela também não estava aqui de manhã? Seria um milagre se ela estivesse viva, com a quantidade de gritos que enchiam o jardim na noite passada.
“Esqueça ela, fique de olho na minha empregada. Ela vai aprontar alguma hoje.” A expressão de Archie ficava cada vez mais carregada. Se ela sabia que suas empregadas eram suas inimigas, por que não se livrar dela. Mas ele não disse uma palavra. Eva já parecia distraída.
Os olhos dela estavam fixos na mesa vazia dos clérigos, como se estivesse esperando alguém chegar.
“Você…” mas antes que ele pudesse perguntar sobre o padre José e o aviso do marido dela, ela se levantou de súbito. Ele piscou surpreso. O som causado pelo rangido da cadeira chamou a atenção de muitos outros. Eles olhavam para ela com uma expressão de desaprovação, mas Eva não prestava atenção neles.
“Você vai resolver isso para mim, certo?” as mãos dela alcançaram as dele, deixando-o chocado novamente.
Os olhos dele fixaram-se nas mãos entrelaçadas. Um calor estranho subindo ao peito. Ele se sentiu ressequido. Ele sentiu fome. Ele assentiu instintivamente e ela bateu na mão dele antes de soltá-la.
A perda de calor foi demais para suportar. Ele queria aquela sensação de novo. Isso roía o coração dele.
“Preciso ir a algum lugar, nos encontraremos à noite quando sua majestade nos chamar para a reunião.” o sorriso não se firmou completamente em seu rosto antes de desaparecer.
Ele piscou e olhou para o assento vazio e depois para as mãos dele. Ele havia perdido algo antes mesmo de ter.
Eva saiu apressada. Ela era uma tola. Por que ela quis visitar aquele jardim à noite quando seria mais adequado visitá-lo agora, quando Damien estava sendo chamado por sua majestade e Hazel também não estava lá.
Ela não tinha ninguém contra quem se proteger. Ela sorriu quando alguém acenou na direção dela. O palácio estava cheio de pessoas nobres passeando. Seus passos em direção ao jardim não levantariam suspeitas.
Ela sorria para os cavaleiros, jardineiros e convidados, raramente parando e conversando com alguns deles, elogiando as roupas e joias que as senhoras usavam para recebê-los.
Ela segurou a respiração ao chegar facilmente ao labirinto. Recebendo alguns olhares curiosos, mas nada sério que a assustasse.
“Minha senhora!” a voz veio do outro lado quando ela deu um passo para dentro. “minha senhora, sua graça está procurando por você.” Eva parou. Era um sinal de que o lugar não a queria mais?
Ontem à noite… Esta manhã. Ela estava tão perto da verdade, ainda que tão longe. Parecia que o mundo inteiro conspirava contra ela. Ela não podia nem confiar em Damien! Uma expressão de frustração tomou seu rosto enquanto ela virou e encarou Olga, surpreendendo-a.
“Minha senhora, eu não queria gritar.” Olga se curvou imediatamente e pediu desculpas para os espectadores sem que lhe pedissem.
Eva fechou os olhos e suprimiu sua raiva.
“Está tudo bem. Só estou preocupada que seu comportamento possa trazer desaprovação para o ducado.” a voz dela suave, mas as palavras duras enquanto ela passava um sorriso para quem se virava para olhar na direção deles.
Se sentindo pegos e envergonhados, eles desviaram o olhar.
“Minha senhora, peço desculpas novamente. Mas eu estava com medo de você entrar no labirinto e seria difícil encontrá-la. Eu perdi você e o senhor ontem.” Olga levantou a cabeça e olhou para Eva e depois para o labirinto.
Por que Eva estava tão desesperada para entrar? Seus olhos afiaram-se, mas um olhar frio de Eva a silenciou e a forçou a se curvar. Sua hora chegaria! Logo, ela disse a si mesma.. Logo!
“Você esteve comigo todo esse tempo. Por que você encontrou Damien?” Eva perguntou com uma ponta de dúvida. Ela não tinha motivo para duvidar, já que tinha certeza de que Damien a procuraria assim que ele estivesse livre da reunião.
Desde a noite passada, ele não queria deixá-la sozinha. Ele não soltava as mãos dela como se tivesse medo de que ela desaparecesse se ele soltasse. Mas ela não entendia o medo dele. Ela queria sabê-los.
Mas ela não confiaria em nenhuma palavra que saísse da boca desta mulher.
“Eu estava esperando na saída todo este tempo, minha senhora. Verdade seja dita, eu não vi você saindo.” ela mexeu no vestido. “Quando sua graça chegou e me perguntou sobre você, eu apontei para a mesa. Mas estava vazia. Até o senhor Grimoire havia saído em certo momento.
O mestre estava furioso. Ele me olhou irritado. Ele não me pediu para procurar por você, confesso. Mas o jeito que ele procurou por você com uma expressão granítica no rosto me deixou preocupada demais para vir procurar por você.
A senhora da casa toda de Pedra do Clam me disse que tinha visto você vindo para cá. Eu só segui para informá-la, minha senhora.” Olga mordeu os lábios e olhou aflita como se tivesse sido injustiçada. Mas Eva a ignorou.
Se ela entrasse, Olga informaria Damien de qualquer forma.
“Então você não sabe onde ele está.” Olga balançou a cabeça e fungou.
Por que diabos ela estava chorando?
“O senhor disse algo sobre a sala de música. Ele disse que você prometeu estar lá ontem à noite. Não tenho certeza sobre isso. O que você prometeu, minha senhora?” Ela prometeu!
“…”