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Casada Novamente por Vingança - Capítulo 231

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  3. Capítulo 231 - 231 Matar Ele 231 Matar Ele Este remédio vai fazer você se
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231: Matar Ele? 231: Matar Ele? “Este remédio vai fazer você se sentir melhor. Mas você tem que se certificar de que comerá alimentos leves e não viajará muito. Deve descansar e evitar levantar peso. Você deveria…” O resto das instruções não chegaram aos seus ouvidos. Ela estava tão consumida pelos próprios pensamentos.

A criança… Seu primeiro filho. Pertence ao Harold. Como ela poderia então mantê-lo?

“E se… Eu devo evitar comer alguma coisa? Quer dizer, existe algo que possa matar a criança?” o homem parou de imediato. A escolha de palavras dela foi aterradora. E a maneira como ela olhava para ele, como se sofresse uma grande injustiça. Não havia sinal de felicidade ou alegria.

Ela parecia estranhamente pálida. Mas ele tentou ignorar isso. Esperando que fosse por causa da dor dela. Talvez, a mulher fosse muito protegida e raramente ficasse doente, de modo que não pudesse suportar.

Mas, no fundo de sua mente, ele sabia que havia algo errado com o comportamento dela. Ela não deveria retornar ao palácio e descansar?

“Você deve evitar alimentos muito quentes. Como mamão cru e abacaxi. Você também deve evitar beber álcool, ganhar muito peso, consumir muita cafeína, e comer certos alimentos como carne e ovos crus ou mal cozidos, brotos crus, alguns frutos do mar e outros.” ele adicionou uma lista de itens alimentares e quando ela ouviu atentamente, ele afastou suas dúvidas. Ela deve estar preocupada demais com tudo, ao ponto de não poder demonstrar felicidade. Mas isso não significava que ela não estivesse lá.

Eva só se levantou quando viu Mia se agitando no lugar. A mulher parecia preocupada e se ela contou certo, tinham se passado dezoito minutos. Mais dois e Ian iria irromper.

O velho piscou quando ela se levantou de repente. Tinha parecido que ela poderia conversar com ele por horas, tal a maneira como ela fazia perguntas sobre a segurança do bebê.

“Há algum remédio que eu possa tomar agora?” ele assentiu de imediato e se levantou.

“Eu e minha esposa ajudamos no parto. Enquanto ela faz o parto, eu coletá ervas e faço poções para um nascimento saudável.” o homem riu de repente como se só tivesse lembrado do status dela agora, “A senhora deve ter uma longa fila de médicos a seu serviço. Mas se precisar, tenho boas poções que farão seu filho forte.” Forte? Eva queria rir daquelas palavras, mas elas continuavam perfurando sua pele como uma agulha. Ela sentia como se tivesse perdido tudo com um golpe só.

Ela segurou o remédio firmemente e tirou cinco moedas de ouro.

“Isso é demais pelo remédio, sua graça. Eu só cobro uma prata.” ele hesitou olhando para as moedas.

“Isso é tudo o que tenho… riqueza! Então, aceite.” Por alguma razão, as palavras soaram cortantes para ele. Como se ela tivesse perdido tudo. As palavras não deveriam pertencer a uma mulher que tinha recebido as bênçãos de Deus.

Ele pegou o dinheiro com alguma hesitação quando notou que um cavaleiro estava parado na porta e o olhava friamente.

“Obrigada pela sua generosidade.” a mulher deu um sorriso irônico enquanto se virava para sair. Ela passou pela sua empregada e seu cavaleiro sem dizer uma palavra, como se não pudesse mais vê-los.

Eles a seguiram com um olhar preocupado. Embora ela já tivesse recusado, Ian não pôde deixar de perguntar novamente,
“Sua graça, devemos retornar ao palácio?” para Damien. Ela parou no meio do caminho.

“Sim, vamos fazer isso. Você poderia informar ao barão Salvador que estou doente e não posso encontrá-lo hoje?” a empregada assentiu prontamente, sentindo-se culpada por ter trazido a duquesa até ali.

Eva assentiu de volta com seus olhos sem brilho e seu rosto pálido. Ela parecia tão frágil como se pudesse cair quando a brisa a atingisse.

“Você sabe onde está o Lorde Cotlin? Quero encontrá-lo.” O desespero em sua voz surpreendeu-os. Havia algo errado com ela, mas eles não entenderiam o que era.

Daisy e Mia se olharam quando Eva continuou encarando o remédio como se fosse uma cobra rastejando até ela.

“Minha senhora, o velho médico é experiente. Tenho certeza de que o remédio será eficaz.” Daisy lançou um olhar repreendedor para Mia.

“Sua graça, se não está certa, não deveria tomá-lo. Logo vamos voltar ao palácio de qualquer forma.” Daisy sorriu enquanto enchia um copo d’água para Eva.

Eva riu amargamente. Não era sobre se o remédio era bom ou não. Mas… ela quer se sentir bem ou não?

Ela fechou os olhos e respirou fundo enquanto tomava o remédio e fechava os olhos. Em uma hora, ela estava se sentindo melhor. Mas, por algum motivo, sentiu a presença da criança ficando mais forte também. Ela sabia que era uma ilusão. O homem tinha lhe dito que só seria capaz de sentir a presença de seu filho após o quinto mês.

“Mãe… você está planejando me matar?” Os olhos de Eva se arregalaram e ela olhou ao redor. As empregadas estavam assustadas com a reação repentina dela.

“Minha senhora, está tudo bem. Deve ter sido um pesadelo.” Daisy olhou para ela com preocupação. Eva estava coberta de suor, embora fosse um dia ventoso com uma brisa fresca.

Chovera na noite anterior, então ela tinha pegado um xale para sua senhora. Mas ela parecia estar queimando.

“Será que está com febre?” ela tentou verificar, mas Eva arrancou suas mãos como se estivessem escaldando. Seus olhos estavam tão vermelhos.

“Não me toque.” ela rosnou, surpreendendo a empregada novamente. Ela notou a confusão delas e adicionou apressadamente, “Acho que a doença pode se espalhar.” elas engoliram e assentiram. Mas estava claro que não confiavam em suas palavras.

Eva amaldiçoou as emoções. Ela tinha pensado que havia aprendido a controlá-las.

“Esqueça de mim, conte-me como estão indo os trabalhos no palácio? Ou alguma fofoca, talvez mude o meu humor.”

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