Casada Novamente por Vingança - Capítulo 230
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230: Sonhos Despedaçados 230: Sonhos Despedaçados — Tem certeza de que está bem, sua graça? Podemos voltar ao palácio se não estiver se sentindo bem. — novamente com essa pergunta? Ela sentiu seu rosto torcer e seus olhos ficaram gelados.
— Ian, eu pensei que tinha o direito de decidir por mim mesma. — seus olhos se arregalaram de surpresa, mas então o embaraço os preencheu e ele deu um passo para trás, curvando a cabeça. Uma pontada de culpa atingiu seu peito. Ela não queria machucá-los. Mas se não fosse dura, eles continuariam perguntando e tomando sua decisão.
E se eles descobrissem que. Não, talvez ela estivesse enganada. Talvez a criança pertencesse a Damien e ela estava pensando demais. Mas se isso não fosse verdade, o que ela faria?
O pensamento se sentiu como uma adaga cravada em seu peito, estava fazendo-a sangrar continuamente. Havia algo peculiar sobre segredos, eles nunca eram mantidos por muito tempo.
Comportava-se como se estivesse apenas passeando e olhando ao redor. Mas seus olhos ainda estavam em Mia, que fez uma pequena volta e entrou na quarta casa. Ela precisava voltar aqui de alguma forma.
Aqueles dez minutos pareceram uma eternidade para Eva. Mas Mia voltou de mãos vazias. Ela parecia embaraçada enquanto mexia no seu vestido.
— Sua graça, o médico da nossa cidade é um tanto excêntrico. Ele está exigindo que a senhora visite pessoalmente para tomar o remédio. — quando os cavaleiros se voltaram para olhá-la com aquele olhar frio, ela rapidamente acrescentou, — ele está preocupado que você possa ter algum outro mal-estar. Já que eu contei a ele que é raro você sentir náusea quando viaja. — Aquelas palavras acertaram em cheio.
Todos olharam discretamente para ela, pois todos sentiam assim. Viajaram com ela e Damien antes. A escoltaram antes, mas ela nunca parecia pálida ou nauseada.
Eva apertou o ventre com força. Aliviada por ter sido interpretada apenas como uma dor de estômago, — guie-me. — sua voz se tornou mais fria, mais dura, cheia de luta.
A empregada engoliu em seco ao sentir a pressão daquilo. Curvando-se ainda mais, ela apontou na direção e começou a caminhar devagar. Ian seguiu de perto enquanto Eva andava atrás da empregada.
Ele queria impedi-la, pedir que ela voltasse ao palácio novamente, mas ele nunca tinha visto Eva tão desorientada antes. Ela não era tão fria nem mesmo quando estava hostil em relação ao seu senhor. Havia algo errado com ela. Será que ela não suportava a dor?
Embora as palavras soassem ocas em sua mente, ele não conseguia encontrar outra razão.
— Espere aqui. — Eva parou Ian na porta. Ele franziu a testa e mostrou desconforto, mas ela ignorou. — Você é competente o suficiente para correr para dentro e me salvar se eu gritar. Você pode vir verificar como estou se eu não sair em vinte minutos também. — ele abriu a boca e a fechou quando encontrou seus olhos frios.
Mia a guiou em direção a um homem velho que estava refinando as ervas. Ele estava cantarolando uma música e sorrindo para si mesmo como se estivesse de bom humor. A ironia.
— Fique aqui. — A expressão de Mia se contraiu com a ordem, mas era apenas seu primeiro dia servindo Eva e a senhora era intimidadora demais para ser questionada. Ela lentamente deu um passo para trás.
— Estou aqui pela conotação como você pediu. — O homem levantou a cabeça e olhou para ela com uma expressão de confusão. Demorou um segundo para entendê-la quando ele notou Mia parada atrás dela.
— Não queria incomodá-la, sua graça. Esta cidade está sob a jurisdição de sua graça e sou um servo leal. Apenas me preocupei que sua náusea pudesse ser por outros motivos. Se me permitir verificar seu pulso, poderei atendê-la melhor. — sua humildade a atingiu como pedras no peito.
Teria sido melhor se ele fosse um homem rude e arrogante.
Ela se aproximou para que ele pudesse verificar seu pulso. Mia estava a uma distância segura. Ainda assim, seu coração batia no peito tão forte.
E se Mia escutasse, e se Damien soubesse disso? Recentemente, Damien a havia aceitado como sua esposa. Finalmente, ela tinha seu próprio paraíso. Seria apenas um sonho destinado a ser quebrado tão facilmente?
Criança… Seu filho. Mas ele não pertenceria a ele? Um homem poderia aceitar isso?
Seus olhos se turvaram e ela engoliu a dor.
— Quero que você guarde segredo. — O homem não entendeu do que ela estava falando a menos que verificasse seu pulso.
Seus olhos se arregalaram e ele verificou novamente quando ela confirmou com um aceno suas suspeitas.
— Quanto tempo faz que você não menstrua? — uma agulha atravessou seu peito ao lembrar que deveria ter ficado menstruada uma semana após o casamento, mas isso nunca aconteceu.
— Vinte dias. — mas fazia apenas uma semana que ela e Damien haviam consumado o casamento.
O homem verificou algumas coisas novamente e sorriu.
— Sim, sua graça. Suas suspeitas estão corretas. — ele riu, — Ufa, ainda bem que eu não lhe dei remédio para doença de viagem. Poderia ter… — ele pausou quando ela o repreendeu com o olhar.
— Não diga essa palavra. Não quero que ninguém saiba disso antes do meu marido. — Sua voz era tão intimidadora quanto sua posição. Silenciou o homem imediatamente.
— Ah! — ele não entendia que diferença isso faria. Não era como se a empregada tivesse coragem de informar o duque antes. Mas quem era ele para discutir com uma mulher grávida? Elas tendem a ser emocionais e cheias de mudanças de humor.
— Quantos dias fazem? — ela sussurrou tão lentamente que ele teve de se esforçar para ouvi-la corretamente.
— Se você perdeu há vinte dias. Deve fazer por volta de um mês já. Os sintomas são de enjoo matinal, sua graça. Continuará por mais dois ou três meses. —