Casada com Meu Irmão Postiço Bilionário - Capítulo 131
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131: Seduzindo Homens Ricos 131: Seduzindo Homens Ricos “Como ela ousa bater seu carro?” Clara desabafou, sua voz aumentando de raiva. “Vou processá-la por isso!”
“Não, mãe, não faça isso,” Briena interrompeu rapidamente, tentando acalmá-la. “Podemos usar essa oportunidade para negociar com ela—convencê-la a retirar a queixa e liberar meus fãs que foram detidos depois de atacá-la.”
Sephina acenou pensativamente. “Deixe passar desta vez. Vamos lidar com ela de outra maneira.”
Naquele momento, um servo entrou e informou-lhes que Amelia e Ivan haviam chegado para visitar Briena.
Clara se inclinou e sussurrou urgentemente para a irmã, “Briena, continue agindo bem, está bem? Esta é uma chance de mostrar para Ivan que Natalie nunca foi a escolha certa para ele.”
A voz fria de Sephina cortou a sala, cheia de autoridade. “E ele deve se arrepender de tudo o que fez com você. Se ele não começar a levar você a sério, nós vamos acabar com esse noivado.”
“Vovó, por favor, não,” Briena implorou, desespero em sua voz. “Eu realmente amo ele. Ele ainda pode estar envolvido com Natalie, mas não demorará muito para que ele só tenha olhos para mim.”
O olhar de Sephina suavizou levemente enquanto ela olhava para sua neta. “Você é minha preciosa criança, e eu a criei com todo meu coração. Não vou deixar ninguém manchar você.” Seu tom endureceu novamente. “Não quero ouvir novamente sobre ele te desrespeitando. Não te criei para ser o brinquedo de alguém, usado para seus prazeres sujos.”
“Isso não vai acontecer novamente, vovó,” Briena prometeu.
Naquele instante, Amelia e Ivan entraram na sala de estar.
“Minha querida, você está bem?” Amelia correu ao lado de Briena, seu rosto marcado pela preocupação. Ela sentou ao lado dela e pegou sua mão gentilmente. “Você deve ter ficado tão assustada.”
Briena acenou fracamente. “Estou bem agora, tia Amelia.”
“Não tente agir tão corajosamente. Eu sei que você não é tão forte. E me chame de mãe,” Amelia disse suavemente, antes de lançar um olhar severo para Ivan. “Como isso pôde acontecer sob sua vigilância? Como aquela vadia pôde machucar minha filha assim?”
Antes que Ivan pudesse responder, Briena interveio rapidamente. “Por favor, não o culpe, mãe. Ele fez o seu melhor. Ele até ofereceu dinheiro como compensação, mas ela recusou. Ela está determinada a me machucar de qualquer maneira que puder.”
Lágrimas brotaram em seus olhos enquanto ela continuava, sua voz tremendo. “Você sabe que ela sempre foi invejosa quando a vovó me deu este carro para celebrar minha primeira assinatura de filme. Ela viu uma chance de extravasar sua raiva e destruir esse presente. Ela sempre foi assim… então, por favor, não culpe Ivan por nada.”
Amelia limpou suas lágrimas, tentando se recompor. “Devíamos processá-la pelos danos.”
Briena imediatamente balançou a cabeça. “Não, por favor, não faça isso. Ela não está em uma boa situação financeira e não poderá pagar. Além disso, ela tem uma empresa para administrar.”
“Menina tola. Ela continua te machucando, e mesmo assim você sempre a protege,” Amelia suspirou com exasperação. “Quando você vai entender que ela não te vê como sua irmã?”
“Mãe, por favor, acalme-se. Eu posso conseguir outro carro. Tenho dinheiro suficiente. Não incomode a Natalie por causa disso,” Briena implorou.
“Está certo,” Amelia disse e olhou para Ivan. “Veja como a Briena é bondosa e você continua fixado naquela bruxa, embora eu tenha tentado impedi-lo.”
Ivan permaneceu em silêncio, seu olhar distante. A imagem do rosto furioso e determinado da Natalie piscou em sua mente—tão diferente da pessoa que ele pensava conhecer. Ele ainda não conseguia processar o que havia acontecido hoje.
“Ivan, você deveria levar Briena para um jantar agradável,” Amelia sugeriu firmemente. “Ajude-a a esquecer o trauma pelo qual passou hoje. Como seu noivo, é sua responsabilidade cuidar dela.”
Ivan acenou, finalmente voltando ao presente. Ele olhou para Briena, cujos olhos ainda estavam vermelhos e inchados de lágrimas. “Prepare-se. Eu vou levá-la.”
O rosto de Briena se iluminou com um sorriso grato, e ela acenou rapidamente. Em pouco tempo, ela estava vestida e pronta para sair com Ivan. Amelia também partiu, murmurando sobre precisar se acalmar.
Enquanto a casa voltava a ficar silenciosa, Clara se virou para Sephina, seu rosto tenso com preocupação. “Mãe, o que vamos fazer sobre a Natalie? O que ela fez hoje foi demais. Briena adorava aquele carro—foi um presente seu.”
“Não se preocupe,” Sephina disse friamente, seus olhos se estreitando. “Amanhã, ela vai aprender o que realmente significa cruzar nosso caminho.”
—
Ivan e Briena chegaram a um dos hotéis de luxo para um jantar agradável no restaurante.
“Faz tempo que não venho aqui,” Briena disse. “Mas não precisamos reservar com antecedência para conseguir uma mesa? Como você conseguiu isso tão rápido?”
“Você está me subestimando?” Ivan perguntou, erguendo uma sobrancelha.
“Ah, não, não! Por favor, não me interprete mal,” ela disse, exibindo sua expressão mais doce e inocente.
Ivan sorriu. “Não fique tão nervosa. Eu estava só brincando.”
Briena ficou pasma ao vê-lo sorrir. Ele realmente não havia sorrido desde o dia em que seu casamento com Natalie desmoronou.
‘Parece que finalmente podemos estar juntos como um casal doce.’
Justo quando a equipe do hotel se aproximava para guiá-los ao restaurante, uma mulher familiar entrou apressadamente no hotel.
Ela estava deslumbrante num vestido pêssego claro, na altura dos joelhos, com o cabelo preso em um coque elegante. Sua aparência irradiava uma inocência juvenil misturada com uma beleza madura que todo homem desejaria.
Todos no amplo salão de recepção voltaram a olhar para ela, seguindo cada um de seus movimentos.
“Natalie?” Briena sussurrou, a incredulidade tomando conta dela ao perceber que a bela mulher era, de fato, sua irmã.
Ivan estava igualmente chocado, incapaz de acreditar em seus próprios olhos.
Como se esperasse sua chegada, um gerente do hotel avançou para cumprimentá-la pessoalmente. “Senhorita Natalie.”
“Sim, estou aqui para ver a Júlia…”
“Entendo. Fui enviado para acompanhá-la,” o homem respondeu e começou a guiá-la para dentro.
“Natalie,” Briena chamou, parando-a em seu caminho. “O que você está fazendo aqui?”
Natalie a ignorou e continuou seguindo o gerente, como se não tivesse tempo a perder.
Briena avançou para bloquear seu caminho. “Você está toda arrumada, encontrando alguém… mas você sequer arranjou tempo para visitar nosso avô?”
Natalie parou e virou para olhar para ela. “A lição de hoje não foi suficiente para te lembrar de parar de se meter nos meus assuntos? Por que você não se concentra no motivo pelo qual está aqui e para de ser intrometida?”
“Natalie, você é minha irmã. Estou preocupada que você possa estar indo pelo caminho errado. Se arrumando assim… Você está aqui para encontrar algum homem rico que possa financiar sua empresa?” Briena perguntou. “Você sabe que poderia apenas pedir minha ajuda ou a de Ivan.”
“Obrigada, mas eu sou mais do que capaz de me ajudar.”
“Seduzindo homens ricos?” Briena zombou.
Natalie permaneceu calma. “Você sabe o que dizem—as palavras e pensamentos das pessoas refletem sua própria natureza. Talvez você seja o tipo de pessoa que seduz homens com sua aparência, então você presume que eu faria o mesmo.”
“Cala a boca!” Briena estalou.
Natalie deu um sorrisinho e se afastou, sem sequer lançar um olhar para Ivan.
Ivan mal registrou sobre o que as duas irmãs estavam discutindo. Seu foco inteiro estava em como Natalie estava incrivelmente bela. Seu coração acelerou ao simples vislumbre dela—algo que nunca havia sentido antes, nem mesmo quando ela estava ao seu lado. Pela primeira vez, ela evocou nele um senso de desejo—uma mulher que ele desejava possuir e proteger.
Por que ela nunca havia aparecido diante dele assim antes? O que a fez vestir tais roupas e parecer tão bela—por causa de quem? Era por causa de seu pobre marido gigolô ou algum homem rico que estava indo seduzir?