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Após Sobreviver ao Apocalipse, Construí uma Cidade em Outro Mundo - Capítulo 168

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168: Novos Amigos 168: Novos Amigos Enquanto o trio deixava o prédio, um pouco abatidos, encontraram-se andando pelos poucos caminhos de pedra no território.

Eventualmente, passaram por um beco de pouco movimento. Não foi um problema no início, mas eles começaram a ouvir alguns baques e arranhões, seguidos por vozes assustadas.

“P-Pará!” Uma voz feminina gritou, soluçando.

“Vixi… a gente pode até parar… só precisa nos servir, entende?”

“Safado!”

Os três se olharam franzindo a testa, rapidamente seguindo o barulho até verem meia dúzia de homens grandes batendo em dois homens, com um segurando uma garota de forma obscena.

Acabaram por ser os caras da Gangue do Tigre.

“Já acabou?” Ansel perguntou com um sorriso sarcástico, “E já estão causando caos.”

Sem mais delongas, o trio imediatamente correu para o beco, interrompendo o ataque. Eles nem se explicaram e começaram a bater nos homens.

“O que vocês—”
“EI—!”

Quebra!

Estalo!

Estrondo!

De qualquer forma, de acordo com as regras do território, desde que eles não matassem ninguém, tudo bem.

Alguns minutos depois, os homens estavam caídos no chão semi-mortos, gemendo de dor, e os gêmeos foram ajudar os amigos da mulher no chão.

Ansel foi até a senhora loira e verificou como ela estava. E depois olhou para os companheiros dela, que também eram conhecidos.

Ele percebeu que eram o trio sarcástico de antes.

A moça corou um pouco ao ver o belo rosto de seu salvador, “M-Muito obrigada… mas…” Seus olhos castanhos passaram pelos gangsteres no chão.

Seus salvadores tinham se certificado de que os gangsteres não pudessem se levantar e acordar por um tempo, mas eventualmente eles acordariam, não é? O que aconteceria então?

“M-Muito obrigado…” O mais baixinho disse enquanto era ajudado a se levantar por Leo. “Podemos… podemos pedir para nos levar para casa?” Ele murmurou, abaixando o volume em vergonha. “É logo ali no próximo quarteirão…”

O trio se olhou e deu de ombros. Já que começaram a ajudar, que fossem até o fim.

Eles chegaram à casa alguns minutos depois e encontraram muitos vizinhos que definitivamente viram o estado lamentável dos adolescentes.

No entanto, muitas dessas pessoas os desprezaram ao invés de mostrar alguma preocupação, enquanto outras simplesmente os ignoraram completamente.

As belas sobrancelhas de Ansel se ergueram. A reputação do trio definitivamente não era muito boa.

O homem mais baixo sorriu amargamente, o homem pálido permaneceu indiferente, enquanto a garota mordeu os lábios em amargura.

Eles entraram na casa em silêncio e os três só puderam arrastar-se para oferecer os poucos pedaços de frutas que conseguiram coletar.

“Vocês realmente não precisam se incomodar,” Leo disse pela terceira vez desde que entraram. “Nós simplesmente tínhamos a capacidade de ajudar, então ajudamos.”

“Não, vocês fizeram demais.” O jovem pálido e sombrio disse, apontando para a moça e depois para o outro rapaz. “Meu nome é Crow, esta é Sunny e aquele cara ali caído é Dog.”

“Desculpa por termos envolvidos vocês. Esses grupos com certeza vão causar problemas para vocês a seguir.” Todos eles olharam culpados, mas não puderam dar nada em troca exceto por seus sinceros agradecimentos.

Leo, no entanto, percebeu a maneira como eles falaram, “Vocês foram alvos?”

Após um suspiro, eles confirmaram com a cabeça. “Disseram que nos ouviram difamando o Senhor.” Dog zombou. “Como ousamos. Você viu como aquelas pessoas nos olharam.”

Sunny escarneceu amargamente, “Hmph. Nós parecemos idiotas para falar mal daquele cara na frente de seus fãs?”

“A gente nunca fez isso, pelo menos não em público. Mas todo mundo que conheço que não gostava do senhor foi alvo dessas gangues, sem exceção.”

Ansel levantou uma sobrancelha. Os Senhores provavelmente tinham uma maneira de ver o quê, as lealdades das pessoas? Pelo menos podia mostrar o nível de… afeição deles?

Ei, então sua pontuação deve ser muito baixa.

Antes que ele pudesse se aprofundar nesse pensamento, ele foi abordado por um dos três. “Eu conheço você. Aquele Mateus realmente queria te conquistar. Você deve ser forte.” O homem pálido olhou para os três deles, percebendo quem eles eram.

Eles eram bastante famosos, batendo nos gangsteres e recebendo o ‘favor’ do Senhor e tudo mais…
Fanboy Luke percebeu o sarcasmo e ficou um pouco perplexo. “Você fala como se fosse uma coisa ruim?”

“Pessoas relativamente fortes que não estão sob o Senhor… bem, eles tendem a ser a vanguarda durante ataques.”

“Alguns até misteriosamente… desaparecem.”

“Você sabe daquela história que circula sobre esse senhor gastar dinheiro e esforço para implementar uma zona de não-matança no território?”

“Pois é, minha tia foi uma vítima, uma entre muitos, e ele fez mais do que apenas matar.” Crow zombou.

“O senhor nem mesmo o puniu, ele apenas o expulsou. Quem sabe se ele não está causando estragos em outro lugar.”

O trio se olhou em silêncio. Eles podiam imaginar o que aquele cara tinha feito baseado no tom de Crow. Sentiam-se pesados porque, com o tempo, mais e mais situações como aquela estavam destinadas a acontecer se as coisas continuassem como estavam.

Exemplo típico: Não foi o que acabaram de fazer, resgatando aqueles três de uma situação semelhante?

Foi aqui que eles ouviram a porta abrir abruptamente, uma voz profunda imediatamente bradando. “Vocês estão bem?!”

Dog coçou suas pobres orelhas. “Primo. Estamos bem graças a esses caras.”

“Obrigado—” mas ele viu quão severamente os jovens foram espancados e um fogo de raiva explodiu. Dog conseguiu arrastar seu corpo dolorido para detê-lo.

“Acalme-se se você não quer correr para o seu 4º território.”

O homem fechou seus olhos e se acalmou. Demorou um bom tempo e ele inclinou a cabeça para cima, encarando o teto enquanto bufava pesadamente. Ansel se lembrou de chaminés soltando fumaça.

Depois que ele se acalmou suficientemente, o recém-chegado se virou para eles com um sorriso. “Olá, meu nome é Bull, 25. Eu sou meio que o guardião dessas crianças.”

Ele fez uma leve reverência para expressar seus agradecimentos. Ansel e os outros ficaram um pouco envergonhados.

“Não foi nada.”

“Não seria nada se vocês soubessem o quanto de problema ajudá-los poderia trazer para vocês.” Bull suspirou e olhou para eles, tentando encontrar uma maneira de expressar sua gratidão.

Enquanto os encarava, sua excelente memória o colocou numa lembrança. Ele aconteceu de estar no centro da Vila não faz muito tempo.

“Vocês estão procurando por alguém, não estão? Eu passei por três territórios desde a Migração e me orgulho de ter uma memória visual muito boa.”

Foi também por isso que ele se saiu bem como guarda no Território Real.

Ansel e os gêmeos se olharam e assentiram, tentando a sorte. Ansel tirou a foto de seu espaço e a entregou.

Os gêmeos não tinham fotos da mãe, e só podiam esperar ansiosamente pelas boas notícias de Ansel.

As grossas sobrancelhas de Bull se levantaram até a testa no momento em que viu a foto. “É aquela bela mulher grávida.”

.

.

“O quê?”

Ansel estremeceu, basicamente se teleportando na frente de Bull, assustando a alma do coitado.

“Onde você a viu?” Ele perguntou, agarrando os ombros do homem maior, e levou alguns momentos antes que o último pudesse proferir uma palavra.

Bull pausou e tentou fazer um mapa mental. Não era difícil, pois o sistema mantinha mapas de tudo por onde passavam.

“Vou te mandar meu mapa.” Ele disse, afinal, eles não podiam mostrar suas próprias ‘telas’ para outras pessoas, então não era convencionalmente simples ver os mapas uns dos outros.

“Hmn?”

Em suas viagens, Bull descobriu uma função especial dos mapas do sistema. Isso era: eles podiam transferir mapas para outros. Por um preço, é claro.

De qualquer forma, ele assumiu o custo de bom grado e o enviou para Ansel.

“Foi lá.” Ele lhe deu uma descrição verbal da área onde se encontraram — a antiga localização do Território Real. “Eu me lembro que ela foi para o leste e conseguiu evitar a maré de bestas.”

Ele não pôde deixar de olhar para este homem bonito, irmão daquela mulher. Mesmo que seu encontro fosse breve, ela era muito bonita e tinha uma aura especial ao seu redor. Ele estava compreensivelmente curioso sobre este parente dela.

Ele deu um tapinha no ombro do homem com uma expressão interessada. “Você não sabe. Quando ela foi expulsa, a mulher não estava perdida — como se tivesse uma direção.”

“Isso é tudo que eu sei.”

Ansel encarou o mapa transferido com olhos brilhantes, e eles poderiam jurar que havia pequenas lágrimas se formando.

Eles ficaram em silêncio, esperando que Ansel se recompusesse.

O homem fungou e deu uma disfarçada enxugada debaixo do olho, antes de retomar sua imagem tranquila.

“Obrigado.” Ele disse, “Eu vou para lá imediatamente.” Ele disse e olhou para os gêmeos. Eles assentiram, mesmo sem ele perguntar.

“Claro, iremos com você!”

“Eu também quero ver a Deusa de novo!”

Bull olhou para os três enquanto eles se levantavam com uma expressão complexa. Antes que o trio pudesse dizer suas despedidas, Bull os interrompeu. “Nós também iremos com vocês.”

Todo mundo se virou para olhá-lo. “O quê?”

“Não podemos mais ficar aqui.” Bull disse, apontando rudemente para os três adolescentes. “Essas crianças acabariam perdendo a vida, eventualmente.”

Os três pareciam atônitos e ofendidos, corados de vergonha. Mas eles não podiam dizer nada contra isso.

Afinal, havia uma chance muito real de que isso acontecesse.

E assim… a equipe de Ansel cresceu mais ainda.

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