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Após Sobreviver ao Apocalipse, Construí uma Cidade em Outro Mundo - Capítulo 146

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146: Cinismo (Parte 2) 146: Cinismo (Parte 2) Eram um grupo de mais de cem pessoas, algumas familiares e outras desconhecidas.

Os últimos dias foram incrivelmente perigosos, e eles encontraram muitas pequenas multidões pelo caminho.

Felizmente, a maioria que havia sobrevivido por tanto tempo já havia matado um ou dois monstros, e sua taxa de sobrevivência era maior do que quando acabaram de chegar aqui.

Foi nessa época que eles conheceram esse grupo chamado de guardas e ninguém mais morreu.

Eles atravessaram a floresta com relativa paz, já que os guardas lidavam com facilidade com as multidões que atraíam.

Enquanto caminhavam, ele não pôde deixar de notar um menino — uma criança sombria e quieta — seguindo silenciosamente na parte de trás do grupo. Depois de observá-lo por um tempo, ele percebeu que o menino estava sozinho.

E… Jun tinha quase certeza de que ele não estava no grupo original. Será que ele se juntou a eles no meio do caminho?

Ele deu um tapinha no ombro de sua esposa para dizer que ia a algum lugar, apontando em uma direção. Ela olhou para o menino com curiosidade, mas não seguiu, apenas segurando a mão da filha enquanto continuavam a caminhar.

Jun caminhava mais devagar que os outros, logo se aproximando do menino, que não era mais velho que sua própria filha.

“Olá,” ele disse com um sorriso. Mas o cenho franzido do menino parecia congelado em seu rosto.

Ele piscou e andou na frente do menino, e o menino parou antes de esbarrar nele.

Ele sorriu, se inclinando um pouco para o nível do menino. Ele perguntou gentilmente, “Você está com alguém?”

O menino balançou a cabeça negativamente.

“Quer vir conosco?”

Ele balançou a cabeça negativamente de novo.

Os guardas de seu potencial terceiro território viram a troca e se aproximaram. Jun os observou enquanto se aproximavam. Apesar do jeito desajeitado de alguns guardas, os outros pareciam muito bem treinados e muito confiantes.

Entretanto, embora a postura deles o impressionasse um pouco, ele ainda não tinha muita expectativa para este novo território.

“O território está construindo um orfanato,” o guarda disse, “Podemos cuidar dele se não houver ninguém para acolhê-lo.”

Um orfanato? Sério?

Ele estava um pouco surpreso e apreensivo. As pessoas se preocupavam com orfanatos? Nesta situação?

O guarda viu seu cinismo, mas não o mencionou.

“Você vai ver,” foi tudo o que ele disse, e o assunto morreu assim.

Mais uma hora se passou e ele viu os guardas olhando ao redor. Jun seguiu seu olhar e viu marcações.

“Estamos quase lá”, disse um dos guardas com um sorriso tranquilizador, como se percebessem a tensão deles.

Ele se sentiu um pouco atordoado, já que a maioria dos guardas dos territórios anteriores eram arrogantes e não davam muita atenção para pessoas sem dinheiro como eles, especialmente agora que eles não tinham um único lugar limpo em seus corpos.

Seu grupo de cem pessoas se aglomerou enquanto caminhavam cada vez mais perto do novo território.

“Como você acha que será este aqui?” Billy perguntou a ele. Jun olhou para o homem de meia-idade com um suspiro.

Billy, junto com alguns outros, viajaram com ele desde o primeiro território. Embora eles tenham perdido muitas pessoas pelo caminho, também o seguiram em busca de uma fuga antecipada.

Strictly speaking, eles estiveram juntos em três territórios e naturalmente tinham as mesmas reservas.

Não tinha jeito. Eles sofreram demais. Sem mencionar que realmente não eram fortes o suficiente para poder viver bem apenas com suas forças.

Embora alguns deles tenham alcançado nível 2 depois de escapar, a maioria dos outros ainda estava no nível 1.

Não era que não existissem almas aventureiras e corajosas que miravam fortalecer-se treinando. Mas os monstros aqui eram realmente… anormais, para dizer o mínimo. Lidar com eles sem orientação apropriada e expertise significava praticamente morte certa.

Talvez não imediatamente, mas eventualmente.

Eles não podiam deixar de se perguntar se ainda estariam ocupando o fundo da pirâmide neste lugar?

No entanto, eles logo se esqueceram de suas preocupações quando os guardas pararam de repente.

Eles não absorveram imediatamente até verem a cerca.

Não, não uma cerca. Uma muralha.

À medida que olhavam para a muralha de mais de três metros de altura em frente a eles, como se fosse impenetrável.

Havia também torres ameaçadoras a cada cem metros, prontas para atacar inimigos que chegassem ao alcance.

Os refugiados não puderam deixar de olhar uns para os outros, olhos arregalados com incredulidade.

Parecia um pouco… seguro?

…
[Você entrou na Vila de Altera (Nível 2)! Por favor, pague a taxa de entrada de 5 cobres.]
“Apenas cinco cobres?”

Todos ficaram surpresos. As taxas de entrada anteriores sozinhas eram de pelo menos 10, a última até pediu 50…
Depois de pagar imediatamente, como se tivessem medo de que pudesse mudar repentinamente, o grupo logo entrou pelo portão.

Além do portão não havia algo que eles esperavam ver. Ainda era uma vasta floresta, mas a estrada era muito larga. Havia até uma delimitação de vias para carros e calçadas e até áreas verdes entre elas.

O verde era ainda bem planejado usando pavimentos permeáveis e solo ao redor da árvore, considerando seu crescimento.

Ele não era um urbanista, mas seu tio era. Isso era definitivamente um sinal de pensamento progressista.

“E sobre residência? Pode nos dizer mais?” Jun perguntou ao guarda educadamente, saíndo do seu casulo cauteloso que tinha medo de esperar qualquer coisa.

“Quero dizer, quanto custa e como funciona?” Ele acrescentou. Embora ele ainda não tivesse muito dinheiro — apenas algumas pratas e algumas centenas de cobres agora — era melhor saber cedo.

“Residência agora é feita no Centro da Vila. Residência temporária é apenas 1 prata e vale por 1 mês.” O guarda disse.

“Residência permanente é um pouco cara, custa 10 ouros. Mas eu ouvi dizer que você pode dispensar essa taxa se trocar uma certa quantidade de pontos de contribuição.

“Alugar e comprar moradias também será feito no centro da aldeia. Não se preocupe, eu vou levar vocês lá.” O guarda disse muito naturalmente, como se não fosse grande coisa, mas as pessoas o encararam abismadas em resposta.

Os valores ressoavam em seus ouvidos.

Tão barato!!

Embora a residência permanente fosse de fato cara, ainda era mais barata que outras. Sem mencionar que havia uma forma alternativa de pagamento.

“O que é um ponto de contribuição?” Ele perguntou enquanto seguia o grupo pela ampla via.

Para ser honesto, uma estrada grande rodeada por árvores frondosas parecia estranhamente bela, como uma escadaria para o céu.

“Se você fizer tarefas para o território, digamos matar ondas de bestas durante a maré de bestas, você pode ganhá-lo. Você mantém a experência e os cobres da morte, então basicamente você dobra seus ganhos.”

“Muitas pessoas ficaram ricas durante a última maré de bestas,” Ele pausou com uma gargalhada, relembrando algumas memórias. “Eu ouvi algumas pessoas desejando que isso acontecesse mais frequentemente.”

Os refugiados o olharam como se ele fosse um alienígena.

O que eles vinham ouvindo até agora mexeu com alguns sentimentos em seus corações. Mas suas naturezas agora cínicas os impedia de ficarem muito animados.

No entanto, logo eles começaram a ouvir conversas e barulhos e uma multidão animada os recebeu… junto com aromas suntuosos que absolutamente matavam sua fome.

Espera, aromas suntuosos?

Não… certo?

Eles fizeram todas essas perguntas com incredulidade, mas suas pernas estavam se movendo muito mais rápido do que antes, esperando descobrir as fontes das conversas e do aroma.

E o que eles viram em seguida os fez acreditar que estavam sonhando.

Eles se beliscaram e beliscaram uns aos outros. Alguém até beliscou com força demais e ganhou um soco na cabeça.

Seja lá o que fosse a dor garantiu que estavam bem acordados, e ainda assim eles ainda não podiam acreditar no que estavam vendo no final.

Isso é… impossível, certo???

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