Após o Divórcio, Bilionário Ex Descobre que Estou Grávida - Capítulo 69
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69: Capítulo 69 Xeque-mate. 69: Capítulo 69 Xeque-mate. “O quê?” O rosto de Leonica era o espelho de suas emoções.
Confusa, completamente confusa, mas curiosa.
O que Angelina havia dito a Gabriel há cinco anos que causou o divórcio deles? Essa era uma resposta sobre a qual ela havia pensado… desejado nos primeiros dois anos de sua estadia no Colorado. Mas, conforme o tempo passava, era seguro dizer que ela começou a seguir em frente, conhecendo novas pessoas e criando novas memórias. Memórias que ofuscavam as dolorosas que ela não queria mais lembrar.
Felizmente, após três anos vivendo no Colorado, acolhida calorosamente por seu novo bairro, Leonica deixou de buscar respostas para aquela pergunta que a assombrava. E logo, ela a esqueceu completamente.
Isso foi até hoje.
“Eu quero saber?” Ela disse, observando Angelina assentir com a cabeça, o rabo de cavalo castanho balançando ao gesto.
Sem surpresa, seu eu do passado teria pulado na oportunidade. Mas agora, como ela está, essa resposta não importava mais.
O passado é passado e ela se recusou a continuar vivendo nele.
Balançando a cabeça, ela respondeu. “Não, eu não quero.”
O sorriso de Angelina desapareceu em um instante. Mais uma resposta que ela não planejara. “O quê?”
“Eu disse não. Cansei de viver no passado, Angelina. E você deveria fazer o mesmo.”
Imediatamente após suas palavras, Angelina soltou uma gargalhada alta. “Ha! Olha quem fala, a hipócrita.”
“Desculpa?”
“‘Cansei de viver no passado’, você diz? Se você tem tanta certeza, então por que você manteve o Ash? Ele não é uma parte do passado que você gostaria de esquecer?”
“O quê?” Leonica perguntou novamente, desta vez, porém, com um toque de irritação em sua voz. Angelina mostrou um sorriso torto diante disso e continuou provocando.
“Você me ouviu. Aquele seu filho, ele é um erro do passado, não é? Então por que mantê-lo? Por que não poupar todos nós de problemas e…” Ela estalou o dedo. “Se livrar dele-”
“Angelina!” Leonica bateu a palma da mão contra a mesa, o barulho alto instantaneamente calando a mulher tagarela. Felizmente não havia mais ninguém além dos garçons presentes para testemunhar a situação. “Cuide da sua língua,” ela avisou. “Afinal, assim como eu, você também está prestes a se tornar mãe. Você não iria querer que nada de ruim acontecesse com seu pequeno, não é mesmo?”
“O quê?” Foi a vez de Angelina ficar meio sem palavras.
Mas, ao contrário dela, Leonica não tirava alegria disso. Sua principal alegria vinha de ver Gabriel se despedaçar, isso era muito mais satisfatório do que qualquer expressão que Angelina pudesse fazer.
Limpando seus pensamentos com um suspiro, ela falou. “Não tenho objetivo de destruir o que quer que você tenha com Gabriel. Agora, tudo o que me importa é meu filho.”
“Lá vem você de novo, sendo uma das maiores mentirosas do mundo,” Angelina sibilou. “Mesma história, mesmas palavras, já vi vadias como você. Lidei com elas.”
Leonica balançou a cabeça. “Você é louca.”
“Eu sou louca? Ha, diz a mulher que pode mentir como se estivesse alegremente dando um gole em seu café matinal habitual.” Leonica só pôde revirar os olhos diante das palavras de Angelina.
Lá estava ela de novo, sendo excessivamente dramática em relação a uma situação que ela estava criando inteiramente em sua cabeça.
A mulher realmente precisava ser internada em um hospício.
“Se você realmente se importasse apenas com seu filho, então por que você voltou para cá? E sem mencionar seu esquema de tentar ter outro filho com Gabriel para salvar seu filho.”
As palavras de Angelina chocaram Leonica, por dois motivos principalmente. Primeiro, sua acusação ultrajante que Leonica teria revirado os olhos, se não fosse pelo segundo motivo.
Como Angelina sabia da sugestão do Doutor Bailey?
“Primeiramente, como você sabe disso? E, em segundo lugar, é inseminação artificial. Estamos fazendo inseminação artificial.” Leonica tentou explicar.
Sim, como se isso fosse ajudar a ciumenta Angelina. O fato permanecia, Leonica estava prestes a ter mais um filho de Gabriel, enquanto ela nem podia ter um.
“Sabe de uma coisa?” Erguendo-se, ela mostrou à morena um sorriso insincero. “Você é louca e eu terminei aqui.” Ela disse e estava prestes a se afastar quando Angelina se levantou, bloqueando seu caminho.
“Saia do meu caminho.” ela exigiu.
“Ainda não. Só preciso que você responda uma última pergunta.” Avançando, ela de repente agarrou a mão de Leonica e a puxou para mais perto. “Quem você acha que Gabriel escolheria se ele entrasse por aquela porta e presenciasse sua crueldade em ação?” ela perguntou num tom pouco acima de um sussurro.
Antes que Leonica tivesse a chance de refletir sobre suas palavras, o sino no topo da porta do restaurante tilintou e Gabriel entrou.
E naquele momento, o momento em que ele olhou para o lado delas, as palavras de Angelina se encaixaram na cabeça de Leonica.
“Xeque-mate, Leonica.” Angelina sussurrou, seu sorriso desaparecendo enquanto puxava Leonica para mais perto e, num rápido movimento, se jogava ao chão.
Com um baque surdo, seu corpo aterrissou no chão, seguido por seu grito de dor.