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Após o Divórcio, Bilionário Ex Descobre que Estou Grávida - Capítulo 113

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113: Capítulo 113 Uma Viagem ao Antigo Florido. 113: Capítulo 113 Uma Viagem ao Antigo Florido. “Merda!” Leonica sibilou e cambaleou para trás, balançando a mão numa tentativa de se livrar da sensação de queimadura que o café tinha causado ao ser derramado em sua blusa, bem como em sua mão.

“Leonica, você está bem?” Anastasia foi rápida em correr para o seu lado, checando-a antes mesmo que o culpado pudesse dizer uma palavra.

E quando ele finalmente falou, ambas voltaram a cabeça em sua direção. “Srta. Romero, está tudo bem?”

Leonica estreitou os olhos para o homem familiar. Stuart Reeds forçou um sorriso, o gesto saindo mais como um tique nervoso do que uma ação real.

“Me desculpa, não estava prestando atenção por onde andava, espero que você não tenha se machucado?” Ele perguntou, com um tom de voz que carregava um indício de nervosismo.

“Estou bem, foi um acidente.” Leonica respondeu, ignorando o olhar confuso que recebia de Anastasia, que estava ao seu lado.

Stuart observou enquanto ela tentava, sem sucesso, resmungar embaixo da respiração sobre como agora precisava ir para casa trocar de roupa.

“Talvez eu possa oferecer alguma ajuda.” Ele ofereceu, gestiucando em direção à mancha no peito dela com um lenço.

A mão de Leonica parou de se mover e seus olhos lentamente se levantaram, seu olhar se fixando no dele. Ele sorriu mais uma vez, esse sorriso deixando uma sensação estranha.

“Estou bem,” ela repetiu. “Não é nada demais.”

“Mas parece ser algo sério.”

“Leonica já disse que está bem.”

Os olhos de Stuart se voltaram para a outra mulher no corredor, seus lábios se pressionando numa linha fina quando ele viu Anastasia lhe dando um olhar mortal.

Ele pigarreou e guardou o lenço que tinha puxado de volta no bolso. “Claro.” Ele assentiu. “Devo ir embora, com licença.” Ele disse, fazendo uma reverência respeitosa antes de sair.

“Quem é aquele?” Anastasia perguntou assim que ele dobrou a esquina.

“Um novo funcionário.” Leonica respondeu, ainda tentando tirar a sensação úmida do vestido. “Merda,” ela amaldiçoou quando a parte de trás de sua palma ardeu.

“Pare.” Anastasia repreendeu, puxando-a pelo pulso e arrastando-a para longe.

“Para onde estamos indo?”

“Para a cafeteria. Deve ter uma caixa de primeiros socorros lá.”

“Por causa do café?”

“Você está com uma bolha, idiota.”

“É só uma pequena.”

“Eu juro por Deus, se você não ficar quieta, eu vou derramar outra xícara de café em você.”

*~*
“A dor passou?” Anastasia perguntou pela terceira vez e Leonica teve que se controlar para não gemer.

“Annie, já faz meia hora que o acidente aconteceu, a dor já passou faz tempo.” Ela disse, finalmente se levantando da cadeira onde Anastasia tinha forçado ela a sentar por quase uma hora.

Ela olhou ao redor enquanto esticava os membros, examinando a cafeteria. Era a primeira vez que ela descia ali em tempos, mas mesmo assim, tudo parecia igual, como se não tivesse passado tanto tempo desde a última vez que ela estivera lá.

“Então, sobre aquele homem.” A voz de Anastasia fez com que ela voltasse a atenção, arqueando uma sobrancelha confusa. “O que esbarrou em você lá em cima,” ela enfatizou.

“Ah, Reeds?”

“Quem quer que ele seja. Qual é o problema dele?” Quando Leonica inclinou a cabeça para o lado, Anastasia acrescentou. “A vibração dele, estava toda…”

“… Estranha.” Leonica completou a frase de sua amiga. Ela teria sorrido e brincado sobre como as intuições delas estavam entrelaçadas, se a situação não exigisse um tom mais sério.

“Eu sei. Notei desde a primeira vez que nos encontramos.” Ela explicou.

“E você não disse nada?” Anastasia perguntou. “Não fez nada?”

“Eu queria poder fazer, mas não tenho nenhuma prova para fundamentar minha intuição e não quero demitir a pessoa errada.” Ela disse.

No momento em que essas palavras saíram de sua boca, em algum lugar em sua bolsa, ela ouviu seu telefone tocar alto.

Anastasia observou enquanto ela pescava o aparelho antes dela retrucar. “Ah, mas agora você sabe onde encontrar seu telefone.”

Leonica lhe deu um sorriso com os olhos antes de focar sua atenção na tela do dispositivo, sua expressão caindo um pouco quando viu que a ligação era do Gabriel.

Ela levantou o olhar e suspirou, sabendo exatamente por que ele estava ligando, e tinha a sensação de que não ia conseguir evitar suas ligações depois de se enrolar naquela teia de mentiras ontem.

“Preciso atender isso por uns segundos,” ela disse, dando meia-volta.

Anastasia a dispensou com um aceno. “Claro, claro. Vá fazer o que quiser, só me deixe aqui, sozinha.”

“Annie,” Leonica lamuriou, mas Anastasia lhe lançou um olhar inocente. Com um suspiro, ela se virou e andou alguns passos de distância de onde a morena sarcástica estava sentada.

Pressionando o ícone de atendimento, ela colocou o telefone perto do ouvido. “Gabriel.” Ela cumprimentou.

“Leonica.” Veio o som de sua voz através da linha, enchendo seu ouvido e sua mente instantaneamente e fazendo seus nervos formigarem. “Eu estava começando a pensar que você tinha me dado um bolo.” Ele disse.

Leonica teve um momento para amaldiçoar sua memória retentiva. Por que ele tem que se lembrar de tudo. Ela riu silenciosamente, bem, não de tudo.

“Dar um bolo em você e perder nosso compromisso hoje? Acho que não.” Ela disse sarcasticamente.

Gabriel detectou o tom em sua voz e riu. “Pois não está animada.”

“Ecstática.” Ela retrucou, mudando seu peso para a outra perna e olhando por cima do ombro.

Anastasia ainda estava sentada na cadeira, com o conteúdo da caixa de primeiros socorros espalhados pela mesa. Quando percebeu o olhar de sua melhor amiga, ela mostrou a língua brincalhona, claramente ainda amargurada pelo fato de que Leonica tinha atendido sua chamada agora, mas não quando ela tinha ligado a metade do dia anterior.

“Então, onde é que você pretende me encontrar?” A pergunta de Gabriel a tirou do seu duelo de olhares com sua melhor amiga. “Na minha casa?” Ele acrescentou como se respondesse à pergunta por ela.

Se ela estivesse com ele na outra linha, poderia ter visto como seu rosto se enrugou com o título ‘MINHA’ casa. ‘Nossa’ casa era um termo mais familiar para seus lábios.

“Não,” ela foi rápida em dizer. “Não na sua casa.”

“Ok, diga o lugar então.”

Diante da sua pergunta, Leonica pensou. Ela vasculhou sua mente, procurando um lugar que significasse algo para Gabriel. Um lugar que não tivesse nenhuma lembrança de Angelina.

Ela encontrou um lugar, recordando as memórias felizes como se fossem de ontem.

“”
A pequena sensação de felicidade que aquelas memórias tinham trazido foi varrida pela lembrança de que aqueles tempos tinham durado apenas um breve período e Gabriel se transformou em alguém que nem Lila conseguia reconhecer.

“Eu tenho um lugar em mente,” ela falou, ganhando um murmúrio do outro lado para indicar que ele ainda estava acompanhando. “O antigo jardim florido, lá na beira do rio. Vamos nos encontrar na frente.” Ela começou e olhou para o seu relógio, tentando encontrar um tempo livre a partir de agora e de todas as suas horas cheias. “Às cinco?”

Eram sete horas e vinte e cinco minutos a partir de agora. Esperando por sua resposta, Leonica desejava que ele dissesse que tinha outro compromisso naquele horário.

“Certo.” Bolha estourada. Quando ela queria gemer internamente, Gabriel falou novamente, exceto que desta vez havia algo escondido em sua voz que instantaneamente fez Leonica ficar séria. “Leonica, ontem…” Ele pausou, hesitante, algo que Leonica ainda não estava acostumada a ver.

“Sim?” Ela perguntou.

“Não, é nada.” Ele disse rapidamente e algo disse a ela que aquela parte da conversa havia terminado, mesmo antes de começar.

Ela aceitou com um aceno, mesmo que ele não pudesse vê-lo. Olhando para trás mais uma vez, ela viu Anastasia reunindo o conteúdo da caixa de primeiros socorros e enfiando-os lá dentro, obviamente pronta para sair.

“Então, cinco?” Ela perguntou.

“Certo.”

“Bom, e ah, não se atrase.”

“Eu nunca me atraso.” Gabriel disse. Ela quase podia sentir o sorriso dele do outro lado.

Com isso resolvido, a linha ficou muda e Leonica segurou o dispositivo entre os dedos, orando silenciosamente para que o dia desacelerasse a partir dali.

*~*
Eram cinco horas da tarde quando Gabriel saiu do carro, observando bem os arredores. A área, a atmosfera, tudo parecia… Familiar, mas esquecido.

Seus olhos passaram do campo verde de grama, para as árvores e então para o rio. Ele não se lembrava de muito, mas sua mente lhe dizia que este era um lugar que ele frequentava bastante, mas nunca o suficiente.

Seus olhos se voltaram para a pequena construção de madeira logo à frente na estrada. Flores e plantas de vários tipos decoravam as paredes externas, entrelaçando-se ao redor do edifício como se fosse sua própria fonte de vida.

A porta estava aberta e, de dentro, ele podia ver que o interior era igualmente decorado com flores e as pessoas andavam por ali, escolhendo flores para ocasiões.

Chutando um palpite, Gabriel decidiu que o velho jardim florido era provavelmente um ponto turístico popular.

Enfiando as mãos nos bolsos da calça, ele caminhou até a entrada, seus olhos não perdendo nenhum detalhe.

Ele observava cada pessoa que entrava e saía, e como algumas pessoas mais velhas pareciam lhe dar olhares estranhos, como se o conhecessem, mas ao mesmo tempo não.

Gabriel passou pela entrada, seus olhos varrendo a sala.

No meio da loja havia uma mesa de madeira com uma ampla seleção de flores e buquês. Ao longo das paredes, havia prateleiras com plantas envasadas.

Ao lado, havia um balcão e os olhos de Gabriel foram para lá, apenas para encontrar um garoto adolescente sentado, digitando em seu laptop, ignorando os clientes.

“Quer umas flores, amigo?” O adolescente perguntou quando notou Gabriel, mastigando o chiclete na boca de maneira irritante.

Gabriel desviou o olhar por um segundo, um pouco surpreendido pelo tom rude do garoto.

“Estou procurando uma dama.” Ele respondeu.

O garoto revirou os olhos, claramente não gostando da ideia de ajudar as pessoas. “Todo mundo aqui está procurando por uma dama. Você vê uma, pega ela e paga no caixa. Dã.”

Gabriel arqueou as sobrancelhas, um pouco chocado que o garoto fosse tão pouco profissional.

“É assim que você fala com os clientes?”

O garoto adolescente olhou para cima, uma expressão arrogante no rosto. “Não é como eu falo, é como eu converso. E o único cliente que importa é aquele que paga. Então, se você não está pagando, você não é um cliente.”

Gabriel abriu a boca, prestes a falar, quando alguém o interrompeu.

“Bom, com essa atitude, ninguém vai ser cliente.”

Os dois homens se viraram e foram recebidos por Leonica. Ela estava parada na porta, com as mãos cruzadas no peito, mas isso mal conseguia esconder o vestido com estampa de flores azuis e verdes que adornava sua figura.

O vestido tinha mangas bufantes curtas e um decote quadrado, mostrando seu pescoço e clavícula. Seu cabelo estava preso em um rabo de cavalo alto, com um único cacho fora do lugar, e seus lábios estavam brilhantes e rosados.

Ela parecia… Elegante, não como a Leonica que Gabriel estava acostumado a ver.

A Leonica que ele conheceu nos últimos dias usava roupas que chamavam menos atenção, ele começou a acreditar que as únicas cores em seu armário eram preto e branco e ela mal usava maquiagem. Nada chique, embora ela pudesse comprar uma marca inteira de roupas se quisesse.

Parecia que seu corpo havia se acostumado a vê-la se vestir daquela maneira, que vê-la toda arrumada assim, ele não conseguia fazer sua boca funcionar.

Leonica o olhou, percebendo como seus olhos pareciam demorar um segundo a mais em sua roupa. “Eu disse na frente, não dentro.” Ela disse, apontando para a entrada principal.

Gabriel saiu do seu estado de transe com o som da voz dela.

“Certo.” Ele assentiu, limpando a garganta e passando por ela e saindo da loja.

Leonica suspirou, mas em vez de seguir Gabriel, ela entrou no jardim florido, pegou o primeiro buquê de flores que chamaram sua atenção e colocou o dinheiro no balcão.

“Eu aprenderia alguma educação se fosse você, garoto.” Ela disse, sem se importar em ver a reação do garoto, mas o som da voz dele gaguejando um ‘Obrigado, tenha um bom dia, senhora’, foi o suficiente para ela.

Lá fora, Gabriel encostou-se ao seu carro, os olhos fixos no jardim florido, esperando Leonica sair, o que ela fez alguns minutos depois, segurando um punhado de flores coloridas.

“Você comprou essas? Para quê?” Ele perguntou enquanto ela passava por ele e pelo carro.

Ela se aproximou das margens arenosas do rio, parou por um breve momento para tirar os saltos que estava usando e, após carregá-los nas mãos, continuou a descer pela areia.

“Para um memorial,” ela simplesmente respondeu.

As sobrancelhas de Gabriel se franziram. Um memorial? Quem? Por quê? E onde? Seus olhos percorreram os arredores, procurando por algo que se assemelhasse a uma lápide ou memorial.

Mas ele não viu nada, apenas um vasto mar de água, fluindo pacificamente com o vento soprando suavemente.

Ele observou enquanto Leonica se aproximava de uma árvore. Era uma árvore diferente das outras, seu tronco era de um marrom claro enquanto o restante era de uma cor escura, quase preta.

De onde ele estava, Gabriel podia ver um nome esculpido na árvore.

Pablo.

Quem é Pablo? Ele pensou enquanto observava Leonica se ajoelhar e colocar as flores na base da árvore, fechando os olhos por alguns segundos enquanto fazia uma breve oração e então se virou para encará-lo.

Os olhos de Gabriel examinavam seu rosto. Ela parecia diferente, como uma criança que havia perdido algo, algo querido para ela.

Ela respirou fundo e relaxou os ombros. Pela primeira vez, Gabriel viu como Leonica realmente parecia sem a aparência de hostilidade ou alerta em seu rosto.

“Gabriel, conheça Pablo, nosso amigo mais chegado.”

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