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Após o Divórcio, Bilionário Ex Descobre que Estou Grávida - Capítulo 112

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112: Capítulo 112 Vandalizado. 112: Capítulo 112 Vandalizado. “Puta Caríssima?” Parado em frente ao portão de Leonica com as mãos nos quadris, Leonardo leu em voz alta as palavras que haviam sido pichadas no portão de ferro.

Que diabos isso deveria significar? Ele se permitiu pensar, embora soubesse que a pessoa, ou as pessoas que poderiam responder àquela pergunta, haviam fugido há quilômetros de distância, procurando abrigo de seu aparente crime.

Ele estava no escritório, cuidando, bem, oficialmente de assuntos, quando recebeu o primeiro telefonema dela, quase uma hora atrás. Leonica soou calma e composta, então, quando ela disse que algo havia acontecido, ele não imaginou que seria um problema tão grande.

Enfiando a mão no bolso, Leonardo suspirou, um profundo franzir de sobrancelhas marcando seu rosto enquanto ele se virava para ver sua irmã caminhando pela entrada de sua casa em direção a ele, tendo acabado de deixar Ashley com Grace que, por coincidência, havia voltado de sua visita à fazenda principal, não que ela pudesse ser uma suspeita.

“É uma reputação e tanto que você construiu para si mesma.” Ele acenou com a cabeça em direção à escrita assim que ela se aproximou o suficiente.

Leonica suspirou, passando os dedos pelo cabelo enquanto ficava ao lado do irmão e, mais uma vez, fazia uma dupla checagem com os olhos, do que havia sido pichado no escuro portão de ferro de sua casa.

Reputação? Bom, poderia ser chamado assim, pois, quem quer que tenha escrito isso, tomou a iniciativa de conhecer sua rede. Ela era muito cara, mas não uma puta.

“Alguma ideia de quem poderia ter feito isso?” Leonica balançou a cabeça diante da pergunta dele, deixando o irmão mais velho olhar ao redor, escaneando a área em busca das câmeras de segurança que ele e sua mãe haviam instalado um dia antes de Leonica chegar ao país.

Ele as avistou instantaneamente, mas sua expressão se achatou ainda mais quando viu que elas haviam sido danificadas, algumas até penduradas fora de seus soquetes.

Leonica seguiu seu olhar, não mostrando o mínimo de surpresa ao ver o que ele estava olhando. As câmeras quebradas, ela já as havia verificado, como a primeira coisa quando voltou.

“Corajoso ou estúpido?” Ela questionou, clicando a língua no processo.

Leonardo voltou seu olhar para ela, examinando sua fachada impassível. Não era normal entrar em pânico em situações como essa? Pelo menos ficar um pouco abalado, certo?

Talvez ela ainda não tivesse processado a situação direito?

“Estúpido ou corajoso, Leonica, nada disso importa”, ele começou, virando seu peso em direção a ela. “O que importa é o fato de que quem fez isso pode ser uma ameaça para você. Você teve alguma altercação com alguém recentemente?”

Leonica pausou, seus lábios se abriram. Ela teve? Não que ela pudesse pensar. A última foi com Angelina e desde que a notícia havia se espalhado, ela estava certa de que não havia trombado com mais ninguém.

“Não que eu me lembre.” Ela respondeu.

Leonardo olhou para baixo, pensativo.

“E Gabriel? Poderia ser possível que alguém estivesse visando você e Ashley no lugar dele?”

Na pergunta dele, Leonica realmente levou um sólido minuto para pensar. De repente, ela se lembrou do acidente com Ashley, a fita de vídeo que Arvan havia enviado e como ela descobriu que obviamente era uma batida planejada.

Suas sobrancelhas se juntaram. Será que esses dois casos estavam conectados?

“O que foi?” Leonardo perguntou após notar a mudança em sua expressão.

Ela olhou para cima, abriu a boca com claras intenções de compartilhar com o irmão o que havia descoberto sobre o acidente de Ashley e como isso poderia estar relacionado, mas então fechou a boca rapidamente.

Ele já era um homem ocupado, com as mãos cheias, não apenas com o problema dela, mas também com os negócios. Ela não precisava adicionar esse fardo aos ombros dele também.

“Não é nada, não se preocupe.” Ela forçou um sorriso em seus lábios e Leonardo a observou, não convencido, mas decidiu não insistir.

Se Leonica estava escondendo algo dele, então tinha de ser algo de extrema importância e se fosse qualquer outra coisa, ele teria sido informado.

“Estou chamando a polícia.” Ele anunciou e tirou o telefone do bolso enquanto Leonica assentia silenciosamente com a cabeça, não tendo nada contra a polícia. Talvez uma pequena investigação pudesse ajudar.

Alguns minutos depois, a polícia chegou, fazendo perguntas, tirando fotos e escrevendo relatórios.

Leonica não sabia quando, ou como, mas antes que pudesse perceber, o sol havia se posto e a lua estava alta no céu.

Quando a polícia finalmente saiu, Leonardo deu a Leonica um aviso firme para ficar alerta e, se ela visse algo suspeito, informá-lo primeiro, não à polícia.

Com um aceno tranquilizador, ela lhe deu um último abraço e o dispensou.

Agora, sozinha, parada do lado de fora de sua casa com a luz da lua como única fonte de luz, as palavras escritas no portão pareciam se destacar mais, atormentando-a enquanto seus lábios se apertavam e sua mandíbula cerrava.

Poderia ter sido qualquer um, alguém que a conhecia, alguém que conhecia Gabriel.

Havia uma longa lista de suspeitos, mas ao mesmo tempo, era curta. Pela escrita, PUTA CARÍSSIMA, ficava claro que o culpado ou culpados era feminino.

Ela sabia que não ia ser fácil encontrar o culpado, mas o que realmente a incomodava era o fato de que quem quer que tenha feito isso, tinha tirado as câmeras.

~*~
“Mamãe, você não precisa vir comigo, sabia.”

Leonica virou a cabeça, parando no meio do caminho para fechar as persianas que permitiam a entrada da luz da lua no corredor entre o seu quarto e o de Ashley, seus olhos encontraram os do filho, que havia falado com ela.

Ela suspirou, olhando para ele de soslaio e sorriu.

“Você acha que posso te deixar aqui sozinho depois do que aconteceu?”

“Estou apenas no meu quarto.” Ashley apontou, gestualizando em direção à porta aberta atrás dele. Quando sua mãe lhe deu um olhar significativo, ele suspirou, balançando a cabeça enquanto se perguntava onde estava a mulher que lhe havia dito que tudo ficaria bem, algumas horas atrás.

“Eu sei querido, eu sei.” Leonica o acalmou. “Mas… você não quer dormir com a mamãe?” Ela perguntou a ele, com um leve tom de mágoa em sua voz e Ashley pôde ouvi-la alto e claro.

Os ombros do garoto jovem se curvaram, sentindo-se um pouco mal que sua mãe estivesse fazendo tal expressão.

Jovem como ele era, ele não era ignorante em relação aos sentimentos de sua mãe. “Tá bom.” Ele concordou e observou sua mãe sorrir, feliz.

Leonica se afastou da janela, puxando a corda anexada às persianas e fechando-as.

“Bom.” Ela sussurrou, caminhando até o interruptor e apagando as luzes.

Ela andou em direção a Ashley e segurou sua mão. “Vamos, você deve estar cansado.” Ela disse, levando-o para o quarto e até a cama.

Ashley não precisou de persuasão. Assim que a parte de trás de seus joelhos atingiu a borda da cama, ele se deixou cair, sem se importar que sua mãe tivesse feito o mesmo.

Enfiada sob a coberta com o filho, Leonica esperou o sono chegar, mas após alguns minutos sem sinal e com Ashley se virando e remexendo, ela finalmente decidiu dizer algo. Mais para se distrair de seus pensamentos vagantes do que qualquer outra cosa.

“Ash?” Um hum sonolento foi ouvido ao lado dela, o jovem respondendo. “O que você disse ao seu pai? A promessa, quero dizer?”

“Malásia,” Ashley respondeu, bocejando logo depois. “Eu disse ao papai que queria ir a Kuantan porque a mamãe parecia realmente querer ir lá.” Ele acrescentou, soando mais sonolento desta vez.

“É mesmo?” Leonica perguntou e fechou os olhos. Ela não esperava que o lugar que Ashley havia escolhido fosse um que ela disse querer visitar depois de assistir a uma temporada inteira de seu anime favorito.

“Mhm, boa noite mãe.”

Leonica não respondeu e apenas se ajeitou para ficar em uma posição mais confortável.

Logo, a respiração de Ashley tornou-se mais estável e profunda. Sua mãe suspirou, sabendo que ela seria a única que ficaria acordada aquela noite, preocupada com quem poderia ter vandalizado sua propriedade.

*~*
Ir para a empresa no dia seguinte sem ter pregado o olho parecia um desejo suicida, mas Leonica ainda fez isso.

Quando o despertador dela tocou, ela se forçou a levantar e foi para o chuveiro, esperando que a água fria de alguma forma a acordasse, mas falhou e ela se encontrou em pé dentro do elevador presidencial de sua empresa depois de acordar Ashley e deixá-lo na escola, com os olhos parecendo chumbo, implorando por boas dez horas de descanso.

Ela saiu do elevador no som do bip e foi imediatamente abordada por um rosto familiar.

“Leonica, finalmente!” Anastasia exclamou, colocando a mão em ambos os lados do ombro da amiga. “Eu estive tentando falar com você o dia inteiro ontem, o que aconteceu com o seu celular?”

“Meu o quê?” Leonica perguntou, com os olhos arregalados e atentos, sem ter ideia do que a amiga havia dito.

Anastasia piscou para ela. “Seu telefone celular.” Ela repetiu devagar.

“Meu celular?”

“Sim, o aparelho que permite fazer e receber chamadas e mensagens de texto?” Anastasia repetiu lentamente.

“Oh, esse celular.” Leonica soltou o ar, beliscando a ponte do nariz.

“Você tá bem?” Anastasia perguntou depois de dar uma olhada melhor nela.

“Tô ótima, uma beleza.” A outra respondeu e começou a andar.

“Tem certeza? Você parece alguém que ficou acordada a noite toda.” Ela comentou, acompanhando o passo da amiga.

“Eu estou bem.” Leonica insistiu. “E você? O que está fazendo aqui? Não tem caso para resolver?”

“Tirei um dia de folga.”

“Por quê?”

“… Derek me mandou mensagem.”

Suas palavras fizeram Leonica parar no meio do caminho e se virar para ela com olhos arregalados, o sono desaparecendo no segundo seguinte.

“O quê?”

Anastasia engoliu antes de repetir. “Derek, ele me mandou mensagem.” A expressão de Leonica ficou azeda, logo em seguida, mantendo um olhar que Anastasia reconhecia muito bem. “O quê? O que você está escondendo de mim?” Ela perguntou.

Leonica hesitou, contemplando por alguns segundos antes de decidir contar. “Alguns meses atrás, o Derek me levou para casa. A gente tomou um drink, pôs a conversa em dia. Ele perguntou de você, mas eu não falei nada,” os olhos de Anastasia se estreitaram mais ainda conforme ela falava. “Eu prometo.”

“Você promete?” O tom dela de repente se tornou defensivo. “Leonica, você sabia que o Derek estava na cidade, ele perguntou de mim, você sabia disso, e mesmo assim você não disse nada.”

“Eu esqueci.”

“Você esqueceu? Como assim, seus problemas com o ex-marido são mais importantes do que o fato de que o babaca possessivo que quase arruinou minha vida, está de volta à cidade?” O tom de Anastasia subiu tanto que algumas pessoas agora olhavam em sua direção.

“Annie-”
“Não, Leonica. Você deveria ter dito alguma coisa, eu sou sua melhor amiga, ou você também esqueceu disso? Muito ocupada com o Gabriel?” Ela cuspiu, com raiva evidente em seus olhos.

Leonica não tinha resposta para isso e, portanto, não disse nada, deixando Anastasia balançar a cabeça para ela, com o rabo de cavalo batendo no lado do rosto no processo.

“O que você está fazendo hoje em dia?” A pergunta dela era clara, apontando diretamente para o assunto na mesa que precisava de um acerto.

“Anastasia, escuta, eu sinto muito, tá bom? Eu fodi com tudo aquela vez, tá bom? Mas como eu ia saber que o cara ainda estava piradão. Você viu ele sofrer como eu vi, você deve saber que ele mudou.”

“Não foi isso que eu perguntei.”

“Annie.”

“Não,” Anastasia levantou o dedo. “Eu não quero ouvir sua desculpa, só responda minha maldita pergunta. O que você está fazendo, com o Gabriel e o Arvan e o Owen?”

“Gabriel é o pai do meu filho, Arvan é um querido amigo e Owen,” Ela fez uma pausa, suspirando pesadamente enquanto os ombros caíam. “Owen é um amigo da família, um irmão, que só está tentando cuidar de mim.”

“Balela!” Anastasia rosnou, abruptamente puxando Leonica para o cômodo mais próximo quando os olhares começaram a ficar demais. “Balela, Leonica.” Ela repetiu. “Você não é uma criança, nem eu, então nós duas somos velhas o suficiente para entender o que aqueles dois homens queriam dizer em seus discursos.”

Não esfregue o óbvio, Leonica pensou.

“E Gabriel,” Ela riu, revirando os olhos. “Nem me faça começar com ele.”

“Gabriel é o pai do meu filho.” Leonica repetiu, a resposta soando muito repetida.

“É só isso que ele é? Seu ex-marido? O pai do seu filho?”

“E um babaca.” Leonica acrescentou e Anastasia soltou um desdém.

“Claro.”

“É verdade. Não se engane porque eu ando com ele ultimamente, eu só estou tentando ajudá-lo a recuperar as memórias dele.”

Anastasia rolou a mandíbula, ela queria insistir mais, mas sabia que se o fizesse, essa discussão ia escalar para uma das habituais. E isso ela não queria.

“Você vai acabar machucada, de novo.” Ela alertou, com um tom muito menos hostil do que antes.

“Não vou.” Leonica garantiu, mantendo o olhar dela. “E me desculpe, por ter esquecido do Derek. Talvez eu tenha pensado que ele já não era mais importante.”

“E ele não deveria ser.” Anastasia resmungou. “Eu não sei porque fiquei tão em pânico por causa de uma simples mensagem.”

Porque todos eles sabiam quem era o Derek, Leonica pensou, mas guardou essas palavras. Ela não queria falar com a amiga mais do que ela parecia.

“É uma coisa humana.” Ela se contentou com isso, dando um tapinha no ombro da amiga. “Mas você não deveria se preocupar.”

“Você está certa.” Anastasia respondeu com um suspiro, a tensão anterior esmorecendo rapidamente. “Me desculpe por ter explodido com você.” Ela se desculpou.

“Eu mereci.” Leonica deu a ela um sorriso e puxou a porta aberta, saindo para fora.

No entanto, no momento em que virou, esbarrou bem no peito de alguém, derramando uma súbita onda de café quente em sua blusa branca.

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