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Apocalipse: Eu Tenho um Sistema Multiplicador - Capítulo 250

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  3. Capítulo 250 - 250 Capítulo 250 Diabo 250 Capítulo 250 Diabo O enorme e
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250: Capítulo 250: Diabo 250: Capítulo 250: Diabo O enorme e decadente salão que lembrava um castelo parecia ecoar com um silêncio que carregava o peso de um destino iminente.

O quarto mal iluminado estava frio, o ar denso com tensão, enquanto sete figuras se postavam em linha diante da imponente figura sentada no trono.

Drapedo em um manto negro, a pessoa no trono – conhecida apenas como “Diabo” – irradiava uma aura tão opressiva que nenhum dos sete ousou levantar a cabeça.

Até as tochas oscilantes nas paredes pareciam se curvar em deferência à sua presença.

HQ ficava ao fundo da fila, seus olhos nervosamente indo e voltando ao seu telefone, que permanecia frustrantemente silencioso por semanas.

Seu maxilar estava tenso e uma carranca marcava suas feições enquanto ele discava mais uma vez, a chamada ecoando no vazio.

Pela centésima vez, parecia, não havia resposta.

Seu coração disparado.

Será que seus subordinados estavam se rebelando?

Ignorando suas ordens diretas?

Cerrando os dentes, ele lançou um breve olhar em direção ao trono, onde Diabo se sentava, envolto em completa escuridão.

Era quase sua vez de relatar, e ele não tinha nada a oferecer além de incertezas e fracassos.

A fila se movia, e o pulso de HQ acelerava. Suas pernas pareciam pesadas, suas palmas úmidas de suor. Finalmente, chegara sua vez.

Ele deu um passo à frente, curvando-se profundamente diante da figura encapuzada.

As sombras que se agarravam ao Diabo pareciam quase vivas, retorcendo-se e girando como fumaça. HQ abriu a boca, sua voz tremendo.

“Meu senhor… Diabo… Eu… eu não consegui entrar em contato com a HQ nas últimas semanas.”

O silêncio que se seguiu era sufocante.

HQ podia sentir seu pulso martelando em seus ouvidos enquanto o peso do olhar do Diabo, embora invisível, o pressionava.

O quarto parecia ficar mais frio, mais escuro, como se as próprias sombras estivessem ouvindo.

“Por quê?” A única palavra dos lábios do Diabo era macia, mas mortal, como o sibilar de uma lâmina sendo retirada da bainha.

HQ engoliu em seco.

“Eu… Eu não sei, meu senhor. Eu chamei repetidamente, mas ninguém atende. Suas coleiras de vida ainda mostram que eles estão vivos, mas quando tentei controlá-los… não houve resposta. É como se—”
Ele não terminou sua frase. Ele não ousou.

Houve um movimento lento e deliberado do Diabo.

Sua mão subiu de sob o manto, os dedos pálidos destacando-se contra o tecido escuro, e HQ apressadamente ofereceu o telefone com as mãos trêmulas.

Diabo pegou o aparelho, segurando-o com uma quietude sinistra.

O quarto parecia prender a respiração enquanto os segundos passavam, cada um parecendo uma vida para HQ.

“Desculpe, Diabo… por favor… me perdoe.”

As trevas pareciam se adensar enquanto o olhar do Diabo permanecia em HQ, sua expressão escondida sob o capuz.

HQ sentia o aperto gélido do terror se fechando sobre seu coração. Ele havia falhado, e o fracasso diante do Diabo era um pecado imperdoável.

“Você cometeu um erro grave,” disse Diabo devagar, sua voz carregando o peso do julgamento.

HQ prendeu a respiração em sua garganta.

Ele podia sentir as lágrimas se acumulando, sua visão embaçando enquanto suplicava freneticamente por misericórdia.

“Por favor, meu senhor! Me dê outra chance! Eu… Eu encontrarei eles! Eu juro por minha vida, eu—Irei—”
Diabo ficou em silêncio por um momento, a pausa angustiante.

Então, finalmente, ele falou, cada palavra cuidadosamente medida.

“Eu darei a você uma última chance, HQ.”

O alívio foi imediato, mas fugaz, enquanto Diabo continuava.

“Se você não descobrir por que seus subordinados desapareceram no ar…” a voz do Diabo abaixou como se as próprias sombras sussurrassem a ameaça, “… Eu irei matá-lo.”

O corpo de HQ tremia violentamente, e ele pressionou a testa no chão.

“Obrigado, Diabo. Obrigado. Eu juro, eu não falharei com você novamente.”

Não houve resposta do Diabo, apenas um leve movimento de sua mão, dispensando HQ.

HQ se levantou apressadamente, mantendo a cabeça baixa enquanto saía rapidamente da sala.

Seu coração ainda martelava em seu peito enquanto passava pelos outros seis, suas faces vazias, mas seus olhos cheios de julgamento frio.

Quando as pesadas portas da sala do trono se fecharam atrás dele, HQ sabia de uma coisa com certeza: seu próximo passo determinaria se ele viveria ou morreria.

No segundo seguinte, ele tirou uma coisa parecida com um pergaminho e o rasgou.

No momento em que HQ apareceu no instituto, o silêncio era ensurdecedor. O lugar que um dia foi agitado, cheio de soldados e operativos, agora estava estranhamente quieto.

Conforme HQ avançava pelo instituto, ele encontrou o que mais temia.

Os corpos de soldados estavam espalhados pelo chão.

Eles estavam em ângulos antinaturais, espalhados como se todos tivessem caído de uma vez, suas expressões congeladas em resignação bizarra.

Era uma visão macabra – cada soldado parecia ter tirado a própria vida.

Suas armas jaziam ao lado deles, seus rostos pálidos, olhos arregalados com medo e confusão.

Alguém tinha infiltrado o instituto e, usando o controle, forçado esses soldados em uma armadilha mortal.

Era a única explicação que fazia sentido.

Um massacre súbito, não provocado. Ele fechou os punhos, a pressão aumentando enquanto sua raiva crescia.

Quem quer que tivesse feito isso pagaria.

Com um exalar, HQ fechou os olhos, tentando se estabilizar.

Quando abriu os olhos novamente, eles tinham mudado.

Os íris antes castanhos agora brilhavam em vermelho, uma luz feroz e quase sobrenatural pulsando de dentro.

Uma onda de energia surgiu de seus olhos enquanto o brilho se espalhava, iluminando o espaço ao redor dele.

Energia vermelha irrompia de seus olhos enquanto ele ativava sua habilidade de escaneamento.

O tempo parecia desacelerar, o mundo ao seu redor distorcendo enquanto ele se concentrava na energia deixada pelo trágico evento.

O chão sob seus pés se movia, e o espaço ao redor dele se deformava, revelando uma série de imagens, fragmentos do passado.

A cena se desenrolava como uma memória distorcida, reprisando os trágicos momentos que levaram à morte dos soldados.

As imagens começaram a se formar claramente à sua frente: os soldados, de pé no corredor, seus rostos marcados por confusão e medo. E então, as figuras que haviam orquestrado isso – os culpados.

Lá, no centro da reconstituição, estava um gato azul.

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