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Apocalipse: Eu Tenho um Sistema Multiplicador - Capítulo 242

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242: Capítulo 242: Mentindo 242: Capítulo 242: Mentindo O ar do lado de fora da base do Chefe Su estava carregado de tensão, com o sol implacável brilhando a pino.

Xi Ping, com a pele em bolhas e descascando de dias sob o calor insuportável, andava cambaleante, seu corpo tremendo de exaustão.

Seus lábios rachados se abriram para tomar um fôlego raso enquanto ela observava a cena caótica à sua frente.

Uma multidão se juntou perto do portão da imponente fortaleza, gritando e vaiando enquanto cercavam uma mulher que jazia no chão, machucada e sangrando.

“Por favor! Eu juro que não usarei o nome do Chefe Su novamente!” implorou a mulher, com a voz rouca de gritar.

Um homem na multidão zombou, desferindo outro chute forte em suas costelas.

“Você acha que implorar vai ajudar agora, Su Yun? Você desonrou o nome do Chefe Su. Isso é o que você recebe por suas mentiras!”

Xi Ping estremeceu com a brutalidade, mas desviou a atenção para outro lugar.

Seu olhar pousou numa longa fila de migrantes, seus rostos esgotados e cansados, esperando sob o sol escaldante.

Eles ficavam em fila única diante de um guichê improvisado, onde uma câmera havia sido montada.

Cada pessoa avançava para dar seus detalhes e apresentar um pedido para se tornar um inquilino na base do Chefe Su.

“Essa é a minha chance,” pensou Xi Ping, lambendo os lábios ressecados.

Suas pernas bambeavam, seus pés com bolhas latejando a cada passo. Ela reuniu forças para se aproximar da fila.

“Por favor,” ela disse com a voz rouca, mal audível em meio à confusão.

Os migrantes mais próximos a ela se viraram para encarar, com expressões que mesclavam irritação e desconfiança.

“Eu preciso de dois minutos diante da câmera,” continuou Xi Ping, a voz tremendo.

“Eu conheço o Chefe Su. Tenho uma proposta para lhe fazer. É urgente.”

Seu apelo causou um alvoroço imediato.

Cochichos irromperam entre os migrantes, e os olhares hostis se aguçaram.

Um homem na frente da fila, com o rosto queimado de sol e contorcido em descrença, soltou uma gargalhada.

“Você? Você conhece o Chefe Su?” disse ele, com escárnio.

“Olhe para você—está meio morta. Que tipo de acordo alguém como você teria com ela?”

“É,” disse outra mulher, com sarcasmo, os braços cruzados firmemente sobre o peito.

“Estamos esperando há dias, e você acha que pode apenas furar a fila por causa de uma mentira? Caia fora!”

O coração de Xi Ping afundou.

Ela esperava ceticismo, mas não hostilidade explícita.

Ela abriu a boca para protestar, mas antes que pudesse falar, a mulher no chão—Su Yun—ergueu o rosto machucado e apontou um dedo trêmulo para ela.

“Ela também está mentindo!” gritou Su Yun, com a voz cortante.

“Assim como eu. Ela não conhece o Chefe Su—está tentando se aproveitar de vocês!”

A multidão se voltou contra Xi Ping num instante, redirecionando a raiva.

Um dos homens que havia estado agredindo Su Yun avançou, encarando Xi Ping com fúria mal contida.

“Se você está mentindo,” ele rosnou, estalando os nós dos dedos, “vamos lidar com você do mesmo jeito que lidamos com ela. Quer se aproveitar dos migrantes? Pense novamente.”

Xi Ping recuou involuntariamente, com as mãos tremendo ao lado do corpo.

Ela olhou para os rostos irritados e em formação de bolha se aproximando.

Até os migrantes na fila, que um momento atrás haviam sido estranhos, agora pareciam prontos para se virar contra ela.

“Espere!” ela disse rapidamente, erguendo as mãos. “Não estou mentindo! Eu realmente conheço o Chefe Su!”

Suas palavras pareciam apenas atiçar as chamas. A zombaria ruidosa da multidão soou em seus ouvidos.

“Ela está delirando,” uma mulher zombou. “O que, você acha que o Chefe Su vai simplesmente sair aqui e confirmar isso para você?”

“Quão estúpidos você acha que somos?” outro homem cuspiu, dando um passo ameaçador.

Su Yun, encorajada pela energia da multidão, se ergueu um pouco apesar das feridas. Seus lábios se curvaram num sorriso cruel.

“Bata nela!” Su Yun gritou. “Ela é igual a mim! Não a deixe se safar!”

O estômago de Xi Ping revirou. Su Yun nem ao menos a conhecia, mas a intenção maliciosa da mulher era inconfundível.

Não era sobre Xi Ping—era sobre arrastar alguém para baixo para sofrer ao lado dela.

“Você não vai passar por nós!” um dos migrantes rosnou, avançando em direção a Xi Ping.

“Você acha que pode apenas usar o nome do Chefe Su e se safar? Vamos ensinar a você uma lição!”

Outro se juntou,
“Você deve achar que é tão esperta, hein? Pensando que o Chefe Su reconheceria uma ninguém como você?”

A multidão começou a fechar o cerco. Os dedos de Xi Ping se cerraram em punhos enquanto ela se preparava.

Seu corpo estava fraco, sua mente turva por dias de fome e calor, mas ela não cairia sem luta.

Se era assim que acabava, pelo menos ela se defenderia.

Justo quando o primeiro homem avançou em sua direção, uma voz mecânica e aguda soou dos alto-falantes da base.

“Parem!”

A voz ecoou com autoridade, silenciando a multidão instantaneamente. As cabeças se voltaram para a base enquanto a voz continuava, apressada e inegável.

“Aqui é a Chefe Su. Xi Ping, avance e entre na base. Ela é conhecida por mim.”

O ar se encheu de incredulidade.

A multidão congelou, com as bocas abertas enquanto processavam o anúncio.

Até o homem que estava prestes a atacar Xi Ping recuou, seu rosto pálido de choque.

“A Chefe Su conhece ela?” alguém sussurrou, incrédulo.

“De jeito nenhum,” outro murmurou. “Como poderia—?”

Xi Ping sentiu os joelhos afrouxarem com alívio. Ela cambaleou, mas conseguiu se endireitar, respirando em golfadas irregulares.

A tensão em seu peito se aliviou enquanto a gratidão a inundava como uma brisa fresca.

O rosto de Su Yun se contorceu em fúria e descrença. “Não!” ela gritou. “Ela está mentindo! A Chefe Su não pode possivelmente—!”

“Cala a boca, Su Yun,” um dos homens rosnou, chutando-a de volta ao chão.

Xi Ping ignorou os protestos da mulher, com o foco apenas nos portões da base.

Ela avançou mancando, cada passo um esforço, mas sua determinação a carregou adiante.

À medida que ela se aproximava dos portões, a multidão se afastou relutantemente, com rostos que misturavam admiração, confusão e respeito relutante.

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