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Apocalipse: Eu Tenho um Sistema Multiplicador - Capítulo 225

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  3. Capítulo 225 - 225 Capítulo 225 O Passado de Jake 225 Capítulo 225 O Passado
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225: Capítulo 225: O Passado de Jake 225: Capítulo 225: O Passado de Jake “Passado do Jake?” O general murmurou como se estivesse relembrando algo, mas ao mesmo tempo não quisesse se lembrar.

“Sim,” disse o HQ.

Quando, mesmo após alguns minutos, o general não falou, o HQ instigou,
“Do que você está esperando? Apresse-se!”

A cabeça do general latejava, sua visão nadava enquanto ele se esforçava para focar na conversa.

Cada palavra parecia exigir um esforço monumental, e seu corpo o traía a cada segundo que passava.

Mas isso era muito importante — ele não podia deixar a linha cair sem garantir que a ajuda estava a caminho.

O general soltou um suspiro trêmulo. “Jake… era um vampiro,” ele começou lentamente, sua voz áspera.

“Nós o criamos.”

Houve um longo e perturbador silêncio do outro lado da linha.

O general sentia a tensão construir em seu peito enquanto esperava por uma resposta.

A dor em seu corpo se tornava insuportável, o frio invadia, mas ele se concentrava em manter o telefone no ouvido.

Finalmente, após o que pareceu uma eternidade, a voz do outro lado da linha falou, mas não foi a reação que ele esperava. Em vez disso, a voz soltou um riso zombeteiro.

“Graças a Deus que eu não acreditei no impostor,” disse a voz friamente.

O coração do general deu um pulo no peito.

Seus dedos apertaram o telefone, seu controle falhando por um momento. Seus olhos se arregalaram e seu pulso disparou.

“Senhor, me desculpe. Eu menti para você porque estava desconfiado da sua identidade. Por favor, deixe-me contar a verdade. Jake… Nós o capturamos, apagamos suas memórias e… e implantamos hipnose para torná-lo obediente.”

Houve uma breve pausa, o silêncio pairando no ar como um peso.

Então a voz retornou, mais fria do que antes. “Já ouvi o suficiente, General. Você provou o suficiente.”

O general podia ouvir um leve ruído do outro lado, algo sendo movido ou mexido, e parecia que o tempo havia parado.

A voz agora era severa, quase desapegada, “Ele não pertence a este mundo, certo? Ele é de outro lugar, não é?”

O general congelou, seu sangue esfriando. Seu coração batia no peito enquanto ele olhava fixamente à frente, lutando para processar a pergunta. Era a última coisa que ele esperava ouvir.

“O quê—o quê?” Sua voz falhou, incredulidade subindo em sua garganta. “Não… ele é só… ele é de outro mundo, sim. Mas você sabe disso, não sabe?”

O silêncio do outro lado da linha se aprofundou, a tensão tão espessa que parecia sufocante.

“Não brinque comigo, General,” a voz finalmente estalou. “Nós dois sabemos que é mais complicado que isso.”

O general lutava para manter sua consciência fugaz.

Seu corpo parecia como se o vazio o consumisse lentamente, cada palavra o puxando mais para o abismo.

Ele queria responder e perguntar o que estava acontecendo, mas não conseguia reunir forças para formar as palavras.

Em vez disso, ele arfou,
“O que você quer dizer? Apenas envie reforços, caramba! Estou lhe contando tudo! É o Jake — ele é um vampiro! E ele não é daqui. Ele veio de… de… outro lugar. Outra dimensão!”

A voz do outro lado da linha permaneceu em silêncio por vários momentos.

Dois minutos se passaram.

O general esperava desesperadamente por uma resposta, mas nenhuma veio. Parecia que o mundo estava se fechando sobre ele.

Cada fibra do seu ser gritava para ele apenas aguentar, mas a fraqueza o consumia.

“Senhor?” ele implorou, sua voz quase um sussurro.

“Eu provei. Você pediu provas, e eu lhe dei. Envie os reforços agora, antes que eu desmaie!”

Houve uma forte inalação do outro lado da linha, e então a voz voltou, mais medida mas ainda com um traço de tensão.

“Não estou enviando reforços ainda, General. Não até eu saber mais sobre o Jake.”

A visão do general se turvou ainda mais enquanto ele segurava o telefone mais firme, as palavras mal audíveis.

“O que… o que mais você quer saber?”

“Você me contou sobre o passado do Jake,” a voz disse casualmente, “mas agora eu quero mais. O que mais você sabe, General? O que mais você está escondendo?”

Os olhos do general corriam pelo ambiente, sua respiração se tornava ofegante enquanto o dread se instalava em seu estômago.

Ele não podia confiar nesta voz.

Será que era realmente o HQ? Ou isso era uma armadilha elaborada, projetada para fazê-lo revelar ainda mais?

Sua mente acelerava.

“Se você é realmente o HQ,” o general disse lentamente, sua voz cheia de suspeita, “por que você está tão focado no Jake? Por que não perguntar sobre a base? Ou os zumbis? Por que só o Jake?”

Houve outra pausa, mas dessa vez era diferente—mais longa, mais calculada.

Finalmente, a voz respondeu, embora a calma gélida tivesse desaparecido, substituída por um toque de frustração.

“Por que, General Yi? Você parece muito defensivo para alguém que afirma estar do mesmo lado. Agora, se você quer minha ajuda, vai me dizer o que eu preciso saber.”

O coração do general martelava em seu peito.

Seus instintos gritavam para ele que algo estava errado, algo além do veneno que consumia sua energia.

“Eu respondi suas perguntas,” ele sibilou, lutando contra o esgotamento que o arrastava para baixo.

“Mas agora é a sua vez. Se você é realmente o HQ… prove.”

Outra pausa.

Por um momento, o general pensou que a linha tinha caído. Sua visão se turvou, e ele sentiu seu controle sobre o telefone afrouxar, sua força diminuindo.

Então, a voz voltou, mas desta vez estava mais fria do que nunca.

“Muito bem. Vamos jogar do seu jeito, General.”

Antes que o general pudesse responder, a linha clicou, e a conexão foi cortada.

Por alguns segundos, o general encarou o telefone em descrença. Ele piscou, tentando entender o que tinha acabado de acontecer.

No silêncio da sala de controle, a mão do General Yi deslizou do telefone enquanto seu corpo murchava, drenado de energia.

Sua cabeça caiu para frente, e a escuridão o envolveu enquanto ele desabava no chão, inconsciente.

Naquele momento a porta da sala foi aberta.

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