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Apocalipse: Eu Tenho um Sistema Multiplicador - Capítulo 158

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  3. Capítulo 158 - 158 Capítulo 158 Lagartos de Fogo 158 Capítulo 158 Lagartos
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158: Capítulo 158: Lagartos de Fogo 158: Capítulo 158: Lagartos de Fogo O segundo subordinado interveio, igualmente espantado.

“Isso deve ter custado mais de 10 bilhões de moedas federais! Chefe, nós não fazíamos ideia…”

Por um momento, a expressão normalmente estoica de Qin Feng se suavizou. Ele acenou com a mão, de maneira despreocupada. “Parem de exagerar. As capas não custaram nem perto disso.”

Os subordinados trocaram um olhar confuso.

Qin Feng suspirou, sentindo-se um pouco constrangido sob sua súbita admiração.

“A Chefe Su me deu um desconto. 10.000 moedas federais cada. Ela queria garantir que as pessoas na Base Black Ray estivessem protegidas.”

Silêncio preencheu o quarto enquanto os subordinados processavam isso.

Eles não esperavam tamanha generosidade — não vinda da Chefe Su, cuja base era conhecida por sua gestão rigorosa e seletividade sobre quem entrava.

Para ela oferecer um desconto desses… isso dizia muito a respeito dela.

“A Chefe Su nos deu um desconto assim?” sussurrou o segundo subordinado, claramente comovido. “Ela não precisava fazer isso…”
O primeiro subordinado assentiu em concordância, sua voz cheia de uma nova admiração.

“A Chefe Su realmente se preocupa com a segurança do pessoal daqui. Nós ouvimos rumores, mas agora… agora eu vejo o quão generosa ela realmente é.”

Ambos baixaram a cabeça levemente, um gesto de respeito não apenas para Qin Feng, mas para a Chefe Su também.

“Nós devemos a ela,” acrescentou o segundo subordinado, sua voz se firmando com resolução.

“Chefe, pode contar conosco. Nós protegeremos a base da Chefe Su de qualquer problema, não importa o que aconteça.”

Qin Feng os observou, uma estranha sensação puxando em seu peito.

Seus subordinados sempre foram leais, mas a forma como falavam da Chefe Su agora parecia… diferente.

Não era apenas dever. Eles realmente a admiravam, e essa admiração era contagiante.

Ele se perguntou como eles reagiriam se soubessem que a única razão pelo desconto da Chefe Su era porque ela gostava dele…

“Ouçam,” disse Qin Feng, recuperando a compostura.

“Eu não quero ações precipitadas. Vocês só devem intervir se Dong Shin agir contra a Chefe Su. Não podemos nos expor. Entendido?”

Ambos os subordinados se endireitaram e assentiram em uníssono. “Entendido, Chefe!”

Qin Feng lhes deu uma rara e pequena demonstração de aprovação com um aceno.

“Ótimo. Agora vão. Vocês têm suas ordens.”

Ao saírem do quarto, a imagem de seu chefe anteriormente frio e distante havia se transformado em seus olhos.

Ele não era apenas um líder rigoroso — ele era alguém que genuinamente se importava, alguém que iria a grandes medidas para protegê-los e aos que ele valorizava.

E a admiração deles por ele e pela Chefe Su só crescia a cada passo que davam.

Uma vez lá fora, o primeiro subordinado não pode evitar de sussurrar,
“Eu sabia que nosso chefe era duro, mas gastar tanto só para nos proteger… Ele é algo mais.”

“E a Chefe Su também,” acrescentou o segundo, segurando a capa com renovada reverência.

“Não vamos deixar ninguém mexer com a base dela. Não enquanto estivermos vigiando.”

….

Perto de um rio poluído, sob o céu opaco e contaminado, um zumbi cambaleava para a frente, sua carne crepitando e chislando como se estivesse sendo cozida por dentro.

Este zumbi não era como os outros — estava à beira de uma evolução.

O calor emanando de seu corpo indicava o que ele poderia se tornar: um zumbi resistente ao fogo, uma criatura rara e aterradora que poderia sobreviver a chamas e temperaturas extremas.

Mas algo estava errado. Ele não se movia com a determinação dos mortos-vivos, mas sim com desespero, seu corpo se debatendo erraticamente enquanto fugia de alguma força invisível.

O zumbi desabou na margem do rio, uma pluma de vapor cáustico subindo de sua pele enquanto seu corpo em decomposição falhava.

Sua postura era estranha, torcida de maneira antinatural como se estivesse correndo por sua vida. Seus olhos, opacos e sem vida, permaneciam arregalados com um medo persistente, para sempre presos em seus últimos momentos.

A pele que estava prestes a se transformar em um escudo protetor contra o calor começou a borbulhar e descascar, com o corpo falhando em completar a evolução.

O ar tóxico do rio, combinado com o ambiente nocivo ao redor, acelerou sua decomposição.

Enquanto o corpo do zumbi se fundia ao solo, um líquido escuro e denso escorria de suas feridas e se infiltrava na terra.

Mas havia mais do que apenas os restos de uma mutação fracassada.

Bactérias minúsculas, quase invisíveis, nascidas do corpo moribundo do zumbi, fluíam para o sistema de túneis próximo através de pequenas fissuras na terra.

A poluição do rio agia como um condutor, espalhando os organismos infecciosos para áreas não vistas pelos olhos humanos.

Profundamente dentro do túnel escuro e úmido, a vida prosperava.

Lagartos, insetos e criaturas que vasculhavam em busca de alimento corriam pela sombra, completamente alheios ao perigo que acabara de ser introduzido em seu ecossistema.

Besouros, moscas e lagartos se alimentavam de matéria em decomposição, vivendo suas vidas como de costume.

Mas à medida que as bactérias dos restos do zumbi lentamente infiltravam seu habitat, tudo começou a mudar.

As bactérias entravam em seus corpos através do ar que respiravam, da água que bebiam e da comida que consumiam.

No começo, as mudanças eram sutis.

As escamas dos lagartos adquiriram um tom vermelho fraco, seus corpos ficando mais quentes a cada hora.

Insetos começaram a se contorcer de maneira antinatural, suas asas zumbindo com um calor estranho e sobre-humano.

As criaturas estavam mutando, devagar mas seguramente, em algo muito mais perigoso do que jamais foram.

Os corpos dos lagartos inchavam, seu tamanho dobrando, depois triplicando.

Suas escamas endureciam, tornando-se como pequenos escudos capazes de resistir ao fogo.

Suas línguas lançavam-se para fora, agora brilhando com uma luz flamejante fraca, à medida que a transformação se completava.

Não eram mais simples lagartos, haviam se tornado lagartos de fogo — ágeis, agressivos e perigosos.

Os insetos mutantes também cresciam em tamanho, suas asas engrossando e seus corpos inchando com o calor.

As carapaças dos besouros agora resplandeciam com um brilho ígneo fundido, enquanto as moscas zumbiam ao redor com intensidade escaldante, deixando rastros de fumaça em sua esteira.

O túnel, uma vez um esconderijo inofensivo para pequenas criaturas, se tornara um viveiro para monstros mutantes e perigosos.

Não muito longe do rio, um grupo de catadores humanos, armados com armas improvisadas e armaduras rudimentares, estava rastreando o zumbi moribundo.

“Merda! Deus sabe quando a temperatura vai cair, ainda bem que temos ternos de controle de temperatura!”

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