Aguardando o Retorno da Lua na Cidade do Sul - Capítulo 412
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412: Capítulo 412: Ela Não Vai Aceitar Essa Derrota (2) 412: Capítulo 412: Ela Não Vai Aceitar Essa Derrota (2) Eve Thompson acabava de entrar na sala privada quando as poucas pessoas comendo e cochichando entre si instantaneamente olharam para cima e, ao vê-la, sorriram como velhas raposas astutas. “Eve, com quem você estava falando ao telefone por tanto tempo? Não quer bater papo conosco?”
A expressão de Eve não mudou enquanto ela mantinha seu sorriso encantador. “Senhor Koch, do que você está falando? Não tenho contato com meu namorado há dois dias, e ele estava apenas verificando como eu estava. Claro, para compensar, acabei de pedir um vinho finíssimo para todos!”
Justamente quando ela terminou de falar, a porta da sala privada se abriu.
Imediatamente, dois garçons trouxeram quatro garrafas de vinho tinto — Chateau Lafite de 1982! Cada garrafa valia várias centenas de milhares de dólares!
Todos os gerentes de nível médio presentes eram funcionários assalariados, com rendas anuais não superiores a um milhão de dólares. Onde eles teriam bebido um vinho tão caro antes?
De repente, seus olhos se fixaram nas garrafas de vinho.
O senhor Koch sentiu que algo estava errado e imediatamente entrou em pânico. “Eve, esse vinho não é caro demais?”
Eve acenou com a mão de forma despreocupada e riu. “Qual é o problema? Nosso contrato vale dezenas de milhões de dólares! Nós, da Companhia Joey Tecnologia, com certeza podemos pagar por essas poucas garrafas de vinho! Garçom, abra todas elas! Hoje, eu quero beber à vontade com o senhor Koch e o resto!”
Ao ouvir isso, o garçom assentiu e, para a surpresa de todos, começou a abrir todas as quatro garrafas de vinho.
Eve pegou uma taça de vinho. “Vamos, bebamos! À nossa nova amizade!”
“Vamos, continuem bebendo! Para a nossa colaboração que está por vir!”
“Bebam até o fim…”
A sala privada se tornou animada.
Duas horas mais tarde, todos os quatro homens estavam bêbados e desmaiados.
Eve olhou para eles e riu maliciosamente antes de chamar o garçom para escoltá-los aos quartos de hotel nos andares superiores do Banquete Imperial.
Somente depois que tudo foi resolvido ela deixou o local.
Justamente quando ela estava prestes a chamar um táxi, ela avistou um Bentley familiar estacionado em frente a ela, esperando.
Eve apressou o passo e, à medida que se aproximava, Anthony Charlie já tinha saído do carro e aberto a porta para ela. “Para onde você quer ir? Eu te dou uma carona.”
Ao vê-lo, Eve sorriu.
Ela não tinha percebido antes, quando estavam separados, mas Anthony tinha sido extraordinariamente gentil com ela ultimamente.
Ela entrou no carro sem hesitar, verificou o horário e viu que já era quase meio-dia. Ela piscou e disse, “Que tal almoçarmos juntos? Depois, você pode me deixar em casa para descansar! Afinal, estou agitando com esses caras lá fora. Então, não vou voltar para o escritório por agora.”
“Claro.”
Depois que os dois almoçaram, Anthony a levou de volta para a Mansão Thompson.
Na entrada, Anthony hesitou por um momento antes de finalmente reunir coragem para falar. “Se precisar de qualquer ajuda, é só me falar.”
Embora a Vovó o tivesse proibido de intervir, ele não suportava vê-la trabalhando tanto.
Para sua surpresa, Eve acenou com a mão de forma despreocupada. “Não é necessário; eu já resolvi tudo.”
Dizendo isso, ela estreitou os olhos, parecendo severa. “Eles devem pagar o preço por conspirar contra mim!”
Então, ela olhou para Anthony com seus lindos olhos brilhantes e perguntou com um tom manhoso, “O negócio é que eu posso precisar usar seu nome mais tarde. Você não se importará, né, namorado?”
Namorado…
Essa era a palavra que ela usava para chamá-lo há seis anos.
Naquela época, pela segurança, ele nem mesmo havia lhe dito seu nome.