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A Posse do Rei Vampiro - Capítulo 90

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90: Preparativos para a Festa 90: Preparativos para a Festa Uma semana depois.

Mill fugiu escada acima com lençóis em uma mão e um balde de água na outra. Ainda havia alguns quartos para limpar, e embora os Senhores Vampiros não fossem esperados até a noite seguinte, ela meio que esperava que alguns aparecessem hoje.

Mill abriu a porta e viu Yasmin pendurada no teto enquanto tentava alcançar as teias de aranha no canto.

— Yas! — Mill gritou horrorizada. — O que você está fazendo?

— Senhorita Mill — Yasmin respondeu, balançando no lustre como um macaco na selva. Ela pousou no chão com as mãos abertas, segurando a vassoura em uma delas.

Mill piscou diante da cena e entregou o balde e os lençóis para ela. — Precisa de ajuda?

— Não, Senhorita Mill. Estou quase terminando aqui. Obrigada. — Ela disse com um enorme sorriso no rosto enquanto estendia as mãos para aceitar os itens.

— Se precisar de alguma coisa, me avise.

— Eu consigo dar conta do resto por esta noite. Você já fez o suficiente.

— Tudo bem, se precisar de mim, estarei no quarto da Malva.

Mill saiu do quarto e desceu as escadas. Malva deveria estar acordando agora, se já não estivesse acordada. Ela chegou à porta e bateu de leve.

Ela se preparou, pois sua graça havia dado ordens estritas para não deixar ela sair daquele quarto durante o período em que os vampiros estivessem por perto. Ela sabia que Malva não ficaria feliz com isso.

Um suave “entre” a convidou para o quarto e Mill girou a maçaneta.

Assim que entrou, um cheiro estranho a atingiu. Cheirava a sangue e, ao mesmo tempo, não era. Ela correu para Malva, que gemia deitada na cama.

— Malva — ela choramingou. — Você está bem? — perguntou.

— Não — Malva balançou a cabeça e segurou o estômago.

— O que há de errado? — perguntou.

— Acho que é aquela época do mês. Estava um pouco atrasada este mês e pensei que não viria até o próximo, mas acho que…

Ela lutou para se levantar da cama e Mill viu que ela se encolhia de dor, mas não entendia o que estava errado.

— Época do mês? O que você quer dizer? — Mill franzia a testa, e sua voz estava carregada de preocupação.

Malva congelou, o cotovelo ainda apoiado na cama enquanto tentava se erguer. — Ah, você sabe. O fluxo menstrual.

— Fluxo? — Mill balançou a cabeça.

Malva apertou os olhos. — Vampiras não têm isso?

— Eu não sei o que é isso, mas acho que não.

— Então como vocês têm filhos? — Malva perguntou. — Se uma mulher humana não tem seu fluxo menstrual, significa que está grávida ou não pode engravidar.

O rosto de Mill escureceu imediatamente. — Há algo específico de que você precisa?

Malva empalideceu e recuou. — Eu-Eu só preciso de água, chá quente, por favor. Alguns panos limpos também, eu não quero manchar minha roupa íntima, tenho medo que já tenha estragado esta. Sopa e vou ficar na cama o dia todo, já que o primeiro dia é sempre muito doloroso.

— Entendi — disse Mill mecanicamente e saiu do quarto.

Mill se sentiu mal por ter reagido daquela maneira, mas não pôde se conter. Não era culpa de Malva que sua mãe havia morrido ao dar à luz a ela e ao seu irmão e que eles também haviam sido mortos por isso.

No entanto, era algo com o qual ela ainda não havia se reconciliado e sempre que era lembrada, doía. Ela nunca havia visto seu pai, não o reconheceria se ele fosse o único no quarto.

Mill desceu as escadas distraidamente. Estava no pé da escada quando ouviu o som das portas da frente se abrindo. Ela levantou a cabeça e viu o Senhor Alaric Bathory entrar com sua companheira, a Senhora Marceline.

O Senhor Alaric se agarrava a sua esposa, e ela o segurava como se seguraria uma criança. Ele tinha as mãos ao redor dos braços dela, e ela acariciava sua cabeça. — Chegamos — ela sussurrou. — Você foi bem.

— Mill — ela gritou ao avistar a criada. — Uma dos gêmeos rejeitados. Leve-nos ao nosso quarto. — Os braços dela giravam enquanto ela falava. — Alaric está cansado e gostaria de se recolher.

Mill a encarou. — Uma criada estará à sua disposição em breve. Faz menos de uma hora que o sol se pôs. Dizer que vocês chegaram cedo é um eufemismo.

— Alaric não gosta de deixar o castelo, e nós dois sabemos que imediatamente após o pôr do sol é o melhor momento para viajar se você quer evitar ser atacado por um paler. O fato de eu ter que te dizer isso é alarmante.

— A festa não é até daqui dois dias. Vocês chegaram cedo. Vocês sabem onde fica a sala de desenho, encontrem o caminho até lá. O fato de uma criada ainda não estar aqui significa que estão ocupadas.

Marceline deu de ombros. — Suspeitei que o jovem Rei não seria capaz de organizar uma festa adequadamente. Isto é Helda.

Assim que ela disse as palavras, a criada saiu do lado da porta. Ela estava segurando duas bolsas enormes. Por que ela havia se mantido escondida até agora era um mistério para Mill. Ela podia sentir sua presença.

— Esta é a chefe dos meus criados. Eu a trouxe pois pensei que vocês poderiam precisar de ajuda extra.

A vampira parecia jovem, mas Mill sabia que ela tinha pelo menos um século de vantagem sobre ela. Seus olhos brilhavam de entusiasmo.

— Obrigada por sua consideração, Senhora Marceline. Agradecemos a ajuda. No entanto, tenho assuntos prementes para tratar e se vocês pudessem seguir para a sala de desenho, eu ficaria encantada.

— Trinta minutos, Mill. Eu entendo que este é um momento apertado mas somos convidados do Rei e ser tratados de forma inferior não seria uma boa representação de sua liderança.

Mill assentiu e observou o Senhor e a Senhora se afastarem. Ela mordeu o interior de suas bochechas enquanto os via. Ela havia deixado suas emoções tomarem o melhor de si e quase arruinara as coisas, mas ter outra lembrança ruim jogada em tão pouco tempo era demais até para ela.

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