A Posse do Rei Vampiro - Capítulo 167
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167: 167. Um Gosto Engraçado 167: 167. Um Gosto Engraçado Malva levou sua mão não machucada ao rosto. Dizer que ela estava envergonhada era pouco. Não ajudava o fato de Jael nunca tirar os olhos do rosto dela, toda vez que ela abria os olhos, ele estava olhando para ela.
Agora que ela o viu fazer isso, não havia como ela conseguir olhar nos olhos dele. Seu corpo ainda formigava após o ocorrido e ela sabia que estava ruborizada por inteiro.
Ela sentiu movimento e espiou pelo meio dos dedos para ver Jael sentado. Ela sentiu ele limpando-a e Malva fechou os olhos com força.
Ele ajustou a roupa íntima dela e cuidadosamente levantou sua cintura. Malva estremeceu quando suas mãos frias tocaram a parte baixa de suas costas.
“Relaxa,” ele disse. Ela podia ouvir o divertimento em sua voz.
“Estou relaxada,” ela disse em voz baixa. Não era culpa dela que o toque dele a deixasse nervosa. Ela podia literalmente sentir a intenção por trás deles.
Ela estava um pouco triste por não poderem ir até o fim, mas sabia que era porque ele não queria machucá-la. Bem, era mais como se ela assumisse que essa era a razão, ela não tinha coragem de perguntar a ele. Ela nem conseguia pensar em como formularia a pergunta.
Só de pensar em perguntar já a fazia corar mais e isso aquecia todo o seu corpo. Se ela perguntasse, ela sabia que morreria de vergonha. Ela engoliu sua pergunta e deixou que ele movesse seu corpo.
Com a cintura levemente erguida Jael prosseguiu para baixar o vestido dela. Suas mãos deslizavam sobre o vestido e Malva estremeceu. Ele afastou as mãos e Malva o ouviu sair da cama.
Ele voltou pouco depois e deitou ao lado dela. “Como você está se sentindo?” Ele perguntou. “Precisa de alguma coisa?”
Ela balançou a cabeça, ainda se recusando a olhar para ele. Ele estendeu a mão e puxou a palma da mão dela para longe do rosto.
“Jael,” ela choramingou enquanto ele pairava sobre ela.
Ele sorriu olhando para baixo, para ela. “Você está bem?”
Ela assentiu e olhou para o lado. “Eu me sinto mais envergonhada se você continuar fazendo todas essas perguntas.”
“Eu sei,” ele disse e se deitou de costas.
“Por que parece que você faz isso de propósito?”
“Quem sabe?”
Ela olhou para ele e o encarou, esquecendo-se temporariamente do constrangimento. Ela abriu a boca para dizer algo e ele cutucou o nariz dela. De alguma forma isso a irritou ainda mais, ele sempre a tratava como uma criança.
“Não toque no meu nariz,” ela exclamou.
Ele levantou a cabeça ligeiramente para olhá-la com um semblante sério. “Por quê?” Ele perguntou casualmente.
“Porque você sempre me trata como uma criança.”
“Hmm,” Jael disse e olhou para o teto como se realmente estivesse pensando nas palavras dela. “Não consigo evitar. Você é adorável.” Ele disse e olhou para ela com um rosto sério.
Os olhos de Malva se arregalaram, ela não sabia o que a surpreendia mais, o fato de Jael ter dito um elogio diretamente para ela ou o fato dele ter dito que ela era adorável com um rosto sério.
O rosto dela imediatamente ficou vermelho, deixando os tomates no chinelo. Ela olhou para baixo tão rápido que seu pescoço doeu. Jael não estava falando sério, ele estava apenas provocando ela.
“Você deveria dormir,” ele disse antes que ela pudesse se recuperar das palavras dele.
Ele deslizou sua mão por baixo dela e segurou sua costela, sendo cuidadoso para evitar o braço dela enquanto a puxava para si. Ela encostou a cabeça na dobra de seu braço e ele alisou seu cabelo com a outra mão.
O rosto dela ainda estava corado enquanto ela fechava os olhos e tentava dormir. Ela se sentia aquecida por inteiro e seu coração batia forte. Ela sabia que levaria um tempo para adormecer. Não levou.
…
Malva abriu os olhos e imediatamente sentiu uma grande vontade de bocejar. Ela perdeu a batalha quando sua boca se abriu e ela bocejou.
No meio do bocejo, o rosto de Jael apareceu sobre o dela, interrompendo o bocejo. “Boa noite,” ele disse encarando-a intensamente.
“Ah!” Ela gritou, assustada.
Jael franziu a testa, “Não acho que essa seja a reação que eu queria quando você acorda ao meu lado.”
Ela o encarou, “Você me assustou.”
“Eu apenas cumprimentei,” ele respondeu.
“Sim, mas eu ainda não estava totalmente acordada e você simplesmente… Enfim,” ela disse colocando a mão sobre o coração acelerado. “Boa noite para você também.”
Ela tentou se sentar e ele a ajudou. “Estou supondo que você dormiu bem.”
“Sim,” ela disse e desviou o olhar enquanto a lembrança da noite passada surgia em sua mente. Ele sabia exatamente como ela havia dormido, no entanto, ela não conseguia dizer se ele realmente havia dormido bem ou não.
As olheiras dele estavam melhores, mas ainda não tinham desaparecido. Será que ela estava dificultando as coisas para ele?
Ela assentiu. “E você?” Ela perguntou suavemente e olhou para ele enquanto ele se sentava ao lado dela na cama.
Ele deu de ombros, “Mais ou menos.”
“Estou atrapalhando seu sono?” Ela perguntou. Ela sabia que frequentemente acordava durante a noite e até mesmo o menor movimento dela ou até o aumento dos batimentos cardíacos a acordavam.
Ele inclinou-se para frente e levantou o queixo dela. Ele a beijou sonoramente na boca, entrelaçando sua língua com a dela.
“Você nunca poderia interromper meu sono,” ele sussurrou olhando nos olhos dela.