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A Pequena Escrava do Alfa - Capítulo 153

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153: Melhor Morto II 153: Melhor Morto II [Terceira Pessoa]
Os olhos dela se arregalaram em choque enquanto o peso das palavras de Damon se assentava sobre ela como um manto sufocante. Um gás estrangulado escapou de seus lábios, a cor drenando de seu rosto como se o próprio sangue recuasse diante do medo que apertava seu coração. As mãos de Elise tremiam, dedos cerrando e afrouxando numa tentativa fútil de esconder seu medo, embora estivesse falhando terrivelmente.

Parecia que o chão havia sido arrancado de baixo de seus pés, deixando-lhe sem outro lugar para ir a não ser se afogar. Ela havia sido abandonada. Cada segundo gasto aqui nas mãos de Damon Valentine era um segundo mais perto de sua morte.

Vernon poderia resgatá-la, certo? Mas toda esperança foi esmagada quando a sola do sapato de Damon encontrou o dorso de sua mão, o peso de seu corpo pressionando-a contra o chão. Elise nem sequer pôde gritar de dor apropriadamente, com sua bochecha ferida daquela forma.

— Ou talvez você prefira falar sobre algo diferente? — perguntou Damon, murmurando satisfeito. Ele deu a Kaine um olhar pelo canto do olho, e este deu um passo à frente.

Ele estendeu o chicote para Damon pegar, ao que o alfa recebeu com alegria. Tudo o que Elise viu em seus olhos foi a transferência da sua morte de uma mão para outra. Kaine deu um passo para trás, retornando ao lugar onde Damon havia estado anteriormente, ficando de guarda para garantir que nada estava fora do lugar.

— Você deixou escapar uma peça de informação terrivelmente interessante antes, se você se lembra — disse Damon. — O que você sabe exatamente sobre a mãe da Harper?

Elise meramente riu friamente, suas bochechas inclinadas para o lado que não estava ferido.

— O que eu sei de fato — ela disse, suas palavras ligeiramente abafadas devido à sua bochecha ferida. — Não me lembro de ter dito nada, Alfa.

Os gritos de agonia de Elise ecoaram novamente pelos corredores quando Damon lançou a ponta do seu sapato em suas costelas, cavando um ponto onde ela já estava machucada da luta anterior que tiveram.

— Estou mais do que feliz em fornecer lembretes — provocou Damon, um sorriso sinistro se formando em seus lábios. — A mãe dela é família, não foi o que você insinuou? E que você e Harper poderiam até ser consideradas primas?

Ele sorriu, colocando mais força em seu pé, arrancando outro lamento de dor de Elise.

— Devo admitir, não vejo a semelhança. Minha querida Harper é muito superior a você.

— Vai se foder — Elise cuspiu um bocado de sangue, o respingo de carmesim manchando imediatamente o sapato de Damon. A expressão deste escureceu, embora Elise estivesse cega demais pela raiva e dor para se importar. Adrenalina corria pelas suas veias e ela já não conseguia mais distinguir esquerda de direita.

— Harper é uma desgraça, e sua mãe também era, quando escolheu deixar o mundo dos humanos por um monstro — disse Elise. — Uma companheira? Por favor. Não há nada como um amor destinado nas estrelas. Veronica devia ter percebido isso quando escolheu deixar tudo para trás e fugir para o bosque com algum autoproclamado alfa lobisomem. Muito bom isso fez a ela. Seu marido eventualmente encontrou outra mulher e as deixou, a ela e sua filha, à morte. Tanto faz para o verdadeiro amor!

— ‘Veronica’, hein? Parece que você a conhecia pessoalmente — comentou Damon com uma sobrancelha erguida.

— Talvez — disse Elise com um sorriso torto e ensanguentado. — Mas a história foi espalhada longe e amplamente entre todos os caçadores, Damon Valentine. É uma lição que a maioria das crianças crescem aprendendo agora — companheiros entre lobisomens não significam nada mais do que farsas vazias e promessas quebradas. Vocês lobos se consideram altos e poderosos quando na realidade, não são melhores que humanos.

Ela continuou, — Se você pode trair alguém que deveria ser a metade da sua alma, quem é para dizer que vocês mostrarão piedade para com todos e quaisquer outros? O que é o amor diante do poder? E o que são os morais frente aos seus próprios interesses?

— Você diz isso como se caçadores e humanos fossem melhores — Damon respondeu com escárnio.

— Oh, mas somos melhores, Alpha Damon — Elise replicou, de maneira condescendente. — Nós caçadores cuidamos dos nossos — humanos. Não importa de que país um humano seja. Se um lobisomem se tornar uma ameaça, nós interviremos. Ela deixou seus olhos escurecerem, o ódio transbordando em cada entonação de suas palavras. — E lobisomens são sempre uma ameaça. Vocês bestas deveriam ter ficado nos bosques e continuado a fingir que não passavam de mitos e lendas.

— O que mais você sabe sobre a Veronica? — perguntou Damon. Então, ele se lembrou de algo que Harper havia mencionado. — E o que você sabe sobre a casa situada logo fora de Everhaven, no bosque?

Os olhos de Elise se iluminaram em surpresa com a menção da casa. Um sorriso lento começou a se espalhar por seus lábios antes de, eventualmente, ela eclodir numa gargalhada plena.

— Como você saberia sobre a casa, querido alfa? — ela questionou, sua risada maliciosa. — Não me diga que você mesmo a visitou?

Ela observava cuidadosamente a expressão de Damon — para ser justa, ele não revelou muita coisa. Damon Valentine há muito tempo havia dominado uma expressão petrificada perfeita, não revelando nem um pingo de suas emoções. No entanto, Elise também havia estado no campo de pesquisa e interrogatório por tempo demais. Ela havia visto sua justa cota de rostos e ouvido histórias mais do que suficientes para fazer suposições calculadas.

— Ou talvez tenha sido a própria Harper que entrou na casa? — Elise refletiu.

— Não se engane — Damon respondeu friamente — você é quem está sendo interrogada. Ou você responde às perguntas, ou…

Ele levantou o chicote e o trouxe para baixo, sem piedade. Causou um vergão na coxa de Elise, rapidamente apagando o sorriso do seu rosto e o divertimento em seus olhos. Ela agarrou a perna em agonia, gemendo e choramingando enquanto as lágrimas escorriam por suas bochechas.

— N-Não há nada mais — Elise gaguejou. — Se você não me libertar, os caçadores virão atrás de você. Eles vão matar cada último de vocês lobos e não deixarão nada mais de Dentesnascidos!

— Como se vocês vira-latas não estivessem tentando fazer isso já — disse Damon.

Essa vez, foi ele quem se divertiu. Ele se voltou para Kaine, gesticulando para a Elise ferida.

— Corte as pernas dela e a leve para o norte do Bosque de Ever — Damon instruiu. — Ela é inútil para mim agora, mas talvez os wendigos ainda se interessem pelas sobras. A comida está escassa, e sei que eles não são exigentes.

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