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A Noiva Predestinada do Dragão - Capítulo 128

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128: MORTE POR DESIGN – PARTE 7 128: MORTE POR DESIGN – PARTE 7 Faye puxou seu braço abruptamente e desceu os degraus apressadamente, ignorando o apelo de Sterling para que ele cuidasse da situação. Ela habilmente evitou suas tentativas de agarrá-la mais uma vez.

A Duquesa passou rapidamente pelos homens, seus passos ecoando alto pelas paredes de pedra do castelo, enquanto os chamados desesperados de Sterling para que ela parasse aumentavam. O sentimento de medo e urgência permanecia em sua mente depois de se lembrar do sonho que tivera mais cedo.

O coração de Faye batia aceleradamente, o pulso retumbando em seus ouvidos enquanto ela gritava para Andre, agarrando-se à frente de sua armadura. “ME LEVE ATÉ ELE!” sua voz estava cheia de desespero enquanto ela exclamava freneticamente para o paladino. “POR FAVOR, TOBIAS ESTÁ EM PERIGO!”

O mundo desfocava ao redor de Faye. Seu único foco era chegar até Tobias. Sua mente estava consumida pela preocupação e pela necessidade avassaladora de encontrar o menino e protegê-lo.

Enquanto ela corria em direção ao pátio da fortaleza, com Andre logo atrás, uma súbita onda de desconhecidos se formou ao seu redor. Separando-a de seu protetor.

A visão era avassaladora – uma multidão de pessoas, algumas com a pele pálida e olhos cansados, enquanto outras tinham deformidades físicas visíveis ou dependiam de bengalas para apoio.

Suas vozes desesperadas ecoavam em seus ouvidos, clamando seu nome enquanto imploravam por sua cura. O clima ao redor deles estava carregado de desespero.

Para cada uma dessas pessoas, o poder de cura de Faye era a última esperança e chance de uma vida melhor.

A turba começou a empurrar e puxar seu pequeno corpo. Ela ouviu o tecido de seu vestido e capa rasgarem enquanto as pessoas se agarravam a ela, tentando desesperadamente impedi-la de se mover, suplicando para que a Duquesa atendesse a seus pedidos.

“Por favor, me deixem ir, não posso ajudá-los agora. T- Tem alguém que preciso encontrar.”

Faye arrancou o tecido de seu vestido das garras de uma jovem mulher que parecia doente e nada mais que uma esqueleto.

Parecia cruel em sua mente tratar a mulher com tamanha dureza. No entanto, era imperativo que ela chegasse aos estábulos antes que fosse tarde demais para Tobias.

Por cima da multidão e através dos pedidos de ajuda das pessoas, ela podia ouvir Andre e Sterling chamando seu nome.

“Faye! Faye! Se você me ouvir, fique aí. Estamos indo até você.”

A multidão irrompeu em uma cacofonia de gritos e berros. Em meio ao caos, os ouvidos da Duquesa captaram o barulho distintivo de espadas e o som retumbante de armaduras. Ela estava no centro da multidão e não conseguia ver o que estava acontecendo ao redor deles.

Um relincho agudo de um cavalo assustado reverberou pelo ar, misturando-se ao movimento dos corpos se pressionando e empurrando uns contra os outros.

De repente, sem aviso, uma força invisível a desequilibrou, fazendo-a cair no chão impiedoso.

Um pânico se instalou enquanto os cavaleiros dispersavam a multidão. Faye podia ouvir a voz firme de Sterling enquanto ele dava ordens por cima da confusão.

As pessoas que haviam implorado por sua ajuda agora começaram a correr e gritar, seus passos apressados ecoando nas pedras do pátio.

No meio da debandada, ela sentiu o peso doloroso de inúmeros pés a pisoteando, a sensação de corpos colidindo e o medo avassalador de se perder no caos.

Naquele instante, uma sombra ameaçadora pairou sobre Faye, e então a mão imensa de Andre mergulhou no mar de pessoas, retirando Faye do chão. Ele a colocou sobre seu ombro e fez seu caminho para fora da multidão com seu escudo, não permitindo que ninguém tocasse a Duquesa.

Após a multidão se dispersar, o olhar de Faye caiu sobre o Duque. Sua expressão permanecia sombria, sem revelar traço algum de emoção. No entanto, seus olhos transmitiam uma história completamente diferente para ela. Dentro deles, Faye conseguiu discernir uma mistura de emoções: medo, raiva, preocupação e amor.

Enquanto Faye observava os olhos do Duque, ela notou que cada emoção deixava sua própria marca distinta em seus traços.

O lampejo de medo causava um aperto sutil em torno de suas têmporas, como se mãos invisíveis estivessem gentilmente espremendo sua cabeça. Suas sobrancelhas se contraíam levemente, criando uma pequena ruga entre elas, sinal evidente de sua preocupação.

A presença da raiva era evidente na maneira como seu maxilar se tensionava, fazendo os músculos ondularem sob seu queixo marcado e com barba por fazer. Sua expressão normalmente composta parecia momentaneamente tensa, como se ele estivesse suprimindo um turbilhão de emoções poderosas.

A preocupação, no entanto, deixava sua mais proeminente impressão em seus olhos. Eles geralmente eram vibrantes e cheios de determinação, mas agora pareciam escuros e levemente nublados, como se um véu de inquietação tivesse se assentado sobre eles. A profundidade de sua preocupação se manifestava no modo como suas íris pareciam encolher, quase perdendo o brilho habitual.

Entre a mistura de emoções, Faye também detectou um vislumbre de amor brilhando. Era um calor delicado e terno que suavizava as bordas de seu olhar severo. Seus olhos continham uma devoção não dita, uma garantia silenciosa de que, apesar da turbulência interna, seu afeto por Faye permanecia inabalável.

Olhando nos olhos do Duque, Faye se viu cativada pelo complexo tapete de emoções que se escondia por trás de sua fachada estoica. Era um vislumbre raro nas profundezas de sua alma, uma conexão íntima que fazia seu coração inchar com uma mistura de empatia e afeto.

“Você se machucou?” Sterling perguntou, sua voz repleta de preocupação, enquanto Andre a colocava gentilmente de pé na frente do Duque.

Seu cabelo que antes era elegante agora se assemelhava a um emaranhado caótico, fios saindo em desalinho. O vestido rasgado revelava múltiplos rasgões em vários lugares, evidência do caos que ela havia suportado.

A ausência de sua capa a deixou exposta, vulnerável aos elementos severos. Sua pele, marcada por cortes e arranhões, gritava em protesto a cada movimento, a dor irradiando através de seu corpo como uma sinfonia de agonia.

Ela mentiu para Sterling sobre sua dor, não querendo que ele a atrasasse ainda mais. “Eu estou bem, mas não podemos perder tempo. Você pode me repreender mais tarde por não ter ouvido, mas agora, por favor, ajude-me a encontrar o menino.” Seus olhos azuis suplicantes imploravam para que Sterling se apressasse e a ajudasse a encontrar Tobias.

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