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A Noiva Predestinada do Dragão - Capítulo 122

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122: MORTE POR DESIGN – PARTE 1 122: MORTE POR DESIGN – PARTE 1 Carter estava sentado num banco do bar, saboreando lentamente um copo de uísque de centeio. Ele olhava para seu reflexo no espelho polido suspenso acima do bar. Conforme se observava, não podia deixar de notar o brilho âmbar e inquietante de seus olhos. Isso significava que a mudança viria esta noite.

Seu ouvido aguçado captava o tilintar de copos e murmúrios de conversa no próximo quarto ao lado do bar. Era Elliot, o dono da pousada, e outra voz familiar, o prefeito de Grandshope Parrish.

Eles estavam envolvidos em uma discussão amigável sobre os negócios da cidade. Os dois homens eram tão ruins quanto o Barão. Todos os que estavam no comando da decadente Paróquia pareciam fazer nada além de maquinar como encher os bolsos com o dinheiro suado dos outros, que já não tinham nada.

A própria ideia disso era desprezível. Se ele se tornasse o Senhor destas terras, como prometido pelo Duque Thayer, haveria muitas mudanças esperando aqueles no poder.

Ele tomou outro gole de uísque e, enquanto ponderava sobre o problema atual que tinha em mãos. Ele estava decidindo sobre seu próximo passo com Dahlia. O tempo parecia escorrer como areia entre seus dedos. Carter sabia que tinha de revelar sua verdadeira identidade a ela em breve, antes que descobrisse acidentalmente e ficasse assustada com ele.

O dilema que enfrentava era como revelar a Dahlia que ele era um lobisomem, sem fazer com que ela fugisse gritando noite adentro.

Ele soltou um suspiro suave e passou a mão trêmula pelos cabelos. Seus nervos estavam à flor da pele. Apesar de ter consumido três copos de uísque de centeio, ainda sentia-se instável. Como essa garota pôde desorganizar tanto seu estado emocional?

O bar de repente se encheu de agitação enquanto assobios e uivos dos homens ecoavam pelo recinto. Alguns até aplaudiram quando alguém desceu as escadas do segundo andar. Carter olhou para cima de seu copo e se deparou com a visão mais deslumbrante que já tinha visto.

Era Dahlia.

Ela estava mais bonita que qualquer dama da nobreza que ele já havia encontrado quando era um cavaleiro para o Rei Minbury.

Dahlia era um espetáculo à parte, impecavelmente limpa e vestida. Seus cabelos castanhos brilhantes estavam perfeitamente enrolados, e os cachos balançavam a cada movimento de sua cabeça. Sua maquiagem era mínima, realçando sua beleza natural.

Havia uma fragrância floral sutil que ele podia sentir emanando dela, agregando ao seu encanto. Mas o que mais o encantava em Dahlia eram seus olhos verdes esmeralda, que pareciam refletir cada emoção dela, mudando de tonalidade a cada alteração de seu humor.

Ele estava cativado por sua presença estonteante. Ele ficou paralisado como uma estátua enquanto ela descia as escadas. Carter finalmente saiu de seu devaneio e se levantou do banco do bar para cumprimentá-la como um cavalheiro de verdade.

Ela estendeu sua mão enluvada para ele, e ele a tomou, trazendo-a aos lábios, depositando gentilmente um beijo no dorso de sua mão.

— Dahlia — você… você está magnífica! — Carter engasgou-se com as palavras, fracassando ao tentar se expressar. — Você é tão linda; eu-eu… esqueci o que ia dizer. —
Dahlia riu do charme juvenil de Carter. Ela tentou minimizar sua falta de palavras provocando-o.

Ela ofereceu a Carter um sorriso malicioso e bateu os longos cílios encaracolados. — Bem, obrigada, Carter. Eu não fazia ideia que minha beleza pudesse apagar sua memória! —
Carter balançou a cabeça, tentando se reorganizar. Embora Dahlia apenas o tivesse provocado, ele estava tão hipnotizado por sua presença que não conseguiu formular uma resposta espirituosa. Ele precisava de um momento para recuperar seu autocontrole.

— Eu ainda não consigo superar quão deslumbrante você está, — disse ele.

A sobrancelha de Dahlia se juntou, seu sorriso provocador desapareceu, e sua expressão mudou. — Eu estava mal antes? — Ela perguntou. Curiosamente. Ele podia sentir uma perda de confiança em seu tom enquanto ela lhe fazia a pergunta.

Ao observar Dahlia, seus outrora vividos olhos cor de jade agora pareciam nublados com dúvida e insegurança. Seus ombros caíram levemente e sua linguagem corporal aparecia defensiva, como se estivesse se preparando para ouvir o pior.

A brincadeira alegre que havia preenchido o espaço entre eles apenas momentos atrás agora fora substituída por um silêncio desconfortável. Seus lábios tremiam levemente, traindo o nervosismo que ela tentava esconder. Estava claro que suas observações tinham atingido um nervo, e ele sabia que precisava escolher suas próximas palavras com cuidado.

Sem hesitar, Carter expressou seus sentimentos a Dahlia. — Não, eu não estou insinuando isso de maneira alguma. Bem o contrário, na verdade. O que eu queria lhe transmitir é… eu acreditava ser impossível melhorar as qualidades de alguém que já era perfeito de todas as maneiras. Acho você deslumbrantemente bela desde a noite em que gentilmente se ofereceu para me servir. —
Carter colocou seu dedo indicador sob o queixo dela e inclinou a cabeça de Dahlia para que seus olhos se fixassem um no outro. — Eu tenho tanto que quero dizer a você. No entanto, este não é o local onde desejo fazer isso. E definitivamente não posso te levar de volta ao nosso quarto, ou nunca deixaremos a cama. —
Sua expressão era séria. — O que tenho a dizer é importante — precisa ser feito em privado, com alguma discrição. —
Dahlia sentiu seu coração afundar com suas palavras. Ela sabia o que ele estava tentando transmitir gentilmente. O tempo deles juntos havia acabado, seu trabalho estava feito e ele a deixaria para trás, assim como Granshope Parrish.

E isso significava apenas uma realidade para ela; Ela voltaria a ser manuseada pelos clientes pagantes como anfitriã para Elliot e a madama.

Lágrimas brotaram nos olhos de Dahlia e ameaçaram escorrer por suas bochechas coradas. Ela engoliu forte suas emoções, tentando se manter composta. Ela já sabia que esse dia chegaria.

Sua garganta apertou, tornando difícil falar. Ela sentiu seu peito arfando por ar como se houvesse uma pedra sobre ele. Suas mãos tremiam e seus joelhos se sentiam fracos.

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