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A Noiva Indesejada do Alfa - Capítulo 633

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Capítulo 633: Aniquilação

A PERSPECTIVA DE AUBURN

Auburn andava de um lado para o outro no quarto, seu vestido arrastando atrás dela como vinho derramado.

Seus nervos já estavam ruins o suficiente agora que Jasmine estava viva. Xaden havia deixado o palácio.

Tudo o que ela tinha planejado.

Tudo o que ela tinha sonhado, estava desmoronando aos seus pés.

O vestido dela estava queimando?

Os poderes de Jasmine que ela nunca soube que existiam agora estavam saindo à força.

Ela amava essa vida!

Ela não podia voltar para de onde tinha vindo, não importava o que acontecesse.

Ele se virou para Cereja, que estava sentada em uma cadeira silenciosamente.

“Você acha que devemos envenená-la?” Auburn sussurrou asperamente. “Ou talvez armar para ela? Montar um cenário pode ser a melhor opção e então-

Ela se virou para Cereja.

Cereja não respondeu.

Ela estava sentada na sua penteadeira, seu cabelo preto como corvo preso em pentes de prata, olhando fixamente para frente.

“Cereja?” Auburn se aproximou. “Você me ouviu?”

Nenhuma reação.

A coluna de Cereja estava rígida.

Seus suspiros… completamente parados.

“Olá?” Auburn perguntou perplexa.

Nada.

Auburn estendeu a mão hesitante e tocou o ombro de Cereja-

Os olhos de Cereja reviraram brancos.

Totalmente.

Completamente.

Como pérolas sem pupilas.

O grito de Auburn ficou preso em sua garganta.

“Cereja?” ela sussurrou.

“Cereja? Você pode me ouvir?”

Cereja não piscou.

Seu rosto estava congelado, esculpido em mármore frio.

O pânico de Auburn aumentou.

Ela agarrou os ombros de Cereja, sacudindo-a violentamente.

“CEREJA! Acorde! O que está acontecendo com você?!”

Nenhuma resposta.

O corpo de Cereja permaneceu ereto, rígido, olhos fixos no vazio.

Auburn recuou apavorada.

“CEREJA!”

Mas a Princesa Chery já se foi.

Seu corpo estava aqui.

Sua mente estava em outro lugar.

Puxada… violentamente… para outro reino.

~~~~~~~~~~~~

A PERSPECTIVA ASTRAL DE CHERY

A Caverna do Caos

Os olhos de Chery se abriram de repente.

O fedor de enxofre a sufocava.

Fogo crepitava nos túneis intermináveis.

Gritos metálicos ecoavam nas paredes de pedra.

Suas narinas se dilataram.

“Não.”

Ela conhecia esse lugar.

A Caverna do Caos.

O reino do julgamento eterno.

Uma prisão de tortura para traidores e monstros.

Um lugar para o qual ela teria sido condenada se não fosse esperta.

Ela sibilou entre dentes.

“Quem ousa—”

Uma voz arfou das sombras.

“Minha Princesa… minha salvadora… finalmente… eu te alcancei…”

Cereja girou.

Uther estava lá.

Ou o que restava dele.

Sua carne estava chamuscada, pedaços pendendo do osso. Correntes o envolviam, arrastando-o pelas rochas em chamas.

Sua perna esquerda havia sumido, cortada acima do joelho. Sua pele queimava, feridas frescas se abriam e se fechavam, apenas para abrir novamente.

A primeira fase da tortura eterna.

Seus mil anos haviam começado.

Cereja contorceu os lábios em desgosto.

“Uther,” ela cuspiu. “O que está fazendo aqui?”

Ele soluçou e houve um verdadeiro alívio em sua voz torturada.

“Eu chamei por você. Eu… eu precisava de você.”

Ela se aproximou, raiva em seus olhos.

“Você está na caverna do caos. Por quê?”

Ele gritou quando o fogo explodiu em suas costas.

“Eles… Xaden… ele descobriu tudo! Ele me sentenciou. Ele sentenciou Anna também. Ele nos mandou para cá!”

Cereja congelou.

“Ele sentenciou a própria irmã?”

Sua voz cortou como vidro.

Uther tossiu sangue que evaporou antes de tocar o chão.

“Sim… ele sabe… ele sabe que você estava por trás de tudo…”

A mandíbula de Cereja se apertou.

“Como.”

“Eu não sei,” Uther chorou. “Eu não podia dizer seu nome. O feitiço de ligação fez minha língua queimar toda vez que eu tentava falar.”

“Bom.” Cereja sibilou. “Se você dissesse meu nome, eu mesma teria queimado sua alma.”

Ele chorou ainda mais, as chamas da tortura queimando-o novamente.

Seus gritos ecoaram.

“Princesa Cereja?”

Cereja se virou.

Uma figura contorcia-se mais fundo na caverna.

Anna.

Seu corpo pendia suspenso por correntes de fogo branco. A cada poucos segundos, chamas rugiam sob sua pele, queimando mas nunca matando.

Sua voz estava destroçada de tanto gritar.

“Cereja!” Anna implorou.

“Por favor! Por favor, me ajude! Vou ser boa! Farei qualquer coisa, TIA, POR FAVOR!”

Cereja revirou os olhos.

Patético.

Ela deu um passo em direção a ela lentamente, saboreando o terror de Anna.

Anna tremia.

“Me salve… por favor… eles estão me queimando viva”

Cereja sorriu.

“Se o seu próprio irmão, com quem você compartilhou sangue, não teve misericórdia de você, o que te faz pensar que eu teria?”

O rosto de Anna se contorceu de agonia. “Por favor-

Cereja levantou a mão.

As correntes de Anna apertaram ao redor de sua garganta.

Ela engasgou, seu corpo convulsionando.

Então Cereja abaixou a mão lentamente.

“Não,” ela ronronou.

“Você não morre hoje. Você tem um século de sofrimento antes que a fase das chamas termine.”

Anna soluçou enquanto Cereja se inclinava, a voz gotejando veneno.

“E quando os cem anos terminarem… eu visitarei novamente.”

Anna gritou enquanto as chamas rugiam de volta à vida.

Uther rastejou mais perto, desesperado. “Princesa… me salve… por favor…”

Cereja se virou, os olhos mais frios que o abismo mais profundo.

“Você me envolveu?”

“Não!” ele chorou. “O feitiço não me deixaria falar seu nome! Eu juro—”

Cereja sorriu.

“Bom.”

Seu rosto se contorceu de alívio.

“Então você entende,” ela sussurrou, levantando a mão…

“Que eu não preciso de você vivo.”

Fogo irrompeu no peito de Uther

não o fogo da tortura,

não a chama do julgamento.

O fogo dela.

Fogo negro.

Fogo da alma.

Ele não teve nem tempo de gritar.

Ele se desintegrou.

Suas cinzas se dispersaram no vento eterno da caverna.

Anna gritou de terror, vendo-o se desintegrar em pó.

“Você VOCÊ O MATOU!” ela lamentou em horror

Cereja se virou para ela lentamente.

Um sorriso fantasmagórico em seus lábios.

“E você é a próxima.

Só que… ainda não.”

Anna chorou, a voz áspera e ecoando pelo abismo enquanto o corpo de Cereja se desfocava

E desaparecia.

~~~~~~~~~

POV DE AUBURN

Cereja voltou violentamente para seu corpo com um suspiro violento.

Auburn sobressaltou-se.

“CEREJA! Oh minha deusa, você me assustou—”

A mão de Cereja disparou e agarrou o pulso de Auburn.

Forte.

Seus olhos estavam ardendo de raiva.

“Nós mudamos o plano.”

Auburn engoliu em seco. “P-por quê? O que aconteceu?”

“Xaden sabe.” Cereja rosnou.

“Ele sabe pelo menos alguma coisa..”

Auburn empalideceu. “C-como?”

“Não importa.” Cereja andava pela sala como uma tempestade, seu vestido estalando atrás dela.

“Uther está morto. Anna está queimando no fogo eterno.”

Auburn deu um passo para trás.

“O-o quê?!”

Cereja girou, os olhos ardendo com fúria vermelha.

“Se não agirmos agora,” ela sibilou, “Xaden destruirá tudo que eu construí.”

Auburn tremeu. “O-o que fazemos?”

O sorriso de Cereja foi lento… perverso… mortal.

“Nós derrubamos a alcateia real.

Todos eles.

Imediatamente.”

O fôlego de Auburn congelou.

“E Jasmine?” ela sussurrou.

Cereja se inclinou perto, sua voz um sussurro mortal.

“Ela morre primeiro.”

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