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A Noiva Indesejada do Alfa - Capítulo 160

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  3. Capítulo 160 - 160 EU NUNCA ME IMPORTAVA 160 EU NUNCA ME IMPORTAVA Foi nesse
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160: EU NUNCA ME IMPORTAVA 160: EU NUNCA ME IMPORTAVA Foi nesse momento que o coração dela parou de bater.

O que ele queria dizer?

Ele cuidou dela durante toda a noite, limpou suas feridas, encomendou remédios para ela e ainda enviou as donzelas para trazer comida para ela.

“M-mas eu pensei-
“Você pensou que eu me importasse com você?” Ele perguntou friamente.

Ele foi tão duro que ela sentiu um calafrio na espinha.

Era como se ele estivesse atacando-a, como se estivesse vindo atrás dela.

“Porque cuidei de você quando cortou o braço?” Ele perguntou friamente.

Ela deu um passo involuntário para trás e bateu na madeira da estrutura da cama.

“Porque te dei minhas roupas para vestir e porque te deixei dormir na minha cama?” Ele perguntou acusatoriamente.

Ela não entendia o que ele estava dizendo, ou se ela tinha imaginado tudo aquilo.

“Eu cuidei bem de você porque sabia que você estava atada a mim. Eu suspeitava disso. E se eu tivesse deixado você sangrar até a morte, então eu morreria.” Ele disse.

Então era isso?

Esse era o verdadeiro motivo dele?

Ele só tinha sido gentil e cuidadoso com ela porque temia apenas pela própria vida.

Porque se ela morresse, ele também morreria.

“Xaden, eu acredito que você deva ser calmo com ela.” Marie disse, tocando seu ombro na tentativa de acalmá-lo.

Jasmine cerrava os dentes de raiva ao ver a mentirosa Marie tentando apaziguar por ela.

Queria explodir com ela e dizer que não precisava da pena dela ou que ele se contivesse por ela.

Odiava o fato de que estava sendo repreendida na frente da mulher que sabia ter mentido sobre tudo.

Mas ela não disse nada.

Xaden ignorou o braço de Marie em seu ombro e disse. “Você é uma mentirosa. Sempre foi uma mentirosa e eu sabia que não podia confiar em você. Talvez sempre tenha sido seu plano se atar a mim e se matar para que eu morresse em consequência.”

“Meu senhor, eu jamais faria algo assim-
“Silêncio.” Ele ordenou e os lábios dela se calaram.

“Minhas desculpas, meu senhor.” Jasmine disse. “Eu pensei errado.”

Agora ela se sentia muito desconfortável em pé, na sala, olhando para as próprias mãos com as roupas dele.

“Farei você assistir quando eu matar seu pai.” Ele prometeu. “Inicialmente, eu quis matar você antes por sua
Traição, mas não. Vou deixar você viver. Você verá ele morrer.”

Então um sorriso falso e dissimulado surgiu em seus lábios. “Ou talvez seu pai deveria assistir você morrer. Sua preciosa filha.”

Ela fez uma careta.

Se apenas ele soubesse que ela verdadeiramente não significava absolutamente nada para ele, ele a deixaria ir.

Ela olhou para as mãos. “Posso ir embora, meu senhor?”

“Sim, você pode.” Ele disse.

Quando ela estava começando a virar nos calcanhares para se afastar, ele a deteve.

“Espere.”

Ela congelou no lugar e virou-se, esperando que ele quisesse dizer algo bom.

Que ele verdadeiramente não queria dizer as palavras que tinha dito.

Mas quando ela virou, ela apenas encarou um homem frio.

“Você não vai voltar para os Quartos de Loren.” Ele disse. “Você voltará para o seu antigo quarto com as outras servas femininas.”

Os olhos dela se arregalaram de choque, mas ela não contestou o que ele disse.

“Você fará suas refeições lá. E dormirá lá. Você não viverá mais com Loren. Vejo que libertá-la da surra fez com que ganhasse a audácia de fazer as coisas que faz.”

Ela suspirou pesadamente. “Mas eu assumi que você me tirou do quarto das servas porque elas atacaram. Se eu morrer, você morre.”

“E você acha que só porque estamos atados juntos você terá um tratamento especial?” Ele perguntou. “Você está muito enganada. Você vai dormir no quarto das servas e suportar qualquer dureza que elas imponham. É um pequeno castigo por uma traidora, você não acha? Quer dizer, por alguém que enviou um assassino para matar um Alfa. Normalmente a punição é a morte.”

Ela endureceu.

“Mas no seu caso. Sorte a sua, você está atada a mim e, portanto, pode viver. Ou prefere as masmorras talvez?” Ele perguntou.

“Não, meu senhor.” Ela disse. “O que quer que você me dê, eu aceitarei com gratidão.”

Então ele tocou um sino e dois guardas entraram.

Eles trouxeram correntes ainda mais pesadas do que a última que ele tinha dado a ela.

Forçaram-na a se ajoelhar e algemaram-na.

Ela se sentiu tão pesada.

Ele ignorou a última declaração dela e disse. “Você retomará suas tarefas como uma escrava. Elas serão dobradas para você.”

Os guardas ignoraram as contusões em seu corpo e colocaram as pesadas correntes em suas mãos.

Uma vez terminado, ela se sentiu extremamente pesada.

Ela não disse nada enquanto olhava para ele.

“Saia.” Ele disse.

A única coisa que ela odiava era o fato de que ele a tinha humilhado na frente da única mulher que tinha mentido sobre ela. Quem o tinha enganado para pensar que ela tinha uma mão em sua tentativa de assassinato.

Ela sentiu o ardor em suas palavras e então ela se curvou e saiu de sua presença.

Uma vez fora do quarto, ela caminhou até onde ficavam os Quartos de Loren.

Ele estava lendo seus livros.

“Minha nossa Jasmine.” Ele disse enquanto olhava para a mão dela. “Quem fez isso com você?”

Ela sentiu as lágrimas queimar por trás dos olhos.

“Alfa Xaden insistiu que eu não viva mais com você.” Ela disse.

E ela fez algo que não fazia há muito tempo.

Ela irrompeu em lágrimas.

“Não chore.” Loren disse deixando seu livro e vindo ao lado dela.

Ele a guiou até um assento. “Aqui, sente-se.”

E ela se deixou ser conduzida.

Uma vez sentada, ela recebeu com gratidão o lenço e enxugou as lágrimas.

“Obrigada.” Ela disse simplesmente.

“Vou ter uma conversa com ele.” Ele disse começando a sair.

Com pressa, ela segurou seu braço e o deteve. “Pelo amor de Deus, por favor, não faça isso Loren. Só vai piorar as coisas.”

“Eu tenho que falar com ele!” Loren argumentou.

Ela sorriu fracamente.

“Por que você está sorrindo? Isso não é uma coisa engraçada.” Ele disse.

Ela balançou a cabeça. “Eu sei que não é. Mas só estou sorrindo pelo fato de que você inicialmente não me queria por perto quando eu cheguei e agora está pronto até para quebrar tudo no solto e lutar com Xaden por mim”.

Loren resmungou algo inaudível para si mesmo e ela riu porque ele não queria admitir que estava se importando com ela.

Pelo menos ela sabia que ele estava sendo genuíno.

“Obrigada Loren. Mas eu asseguro que isso só fará as coisas piorarem.” Jasmine o aconselhou.

“E onde você vai dormir?” Ele perguntou.

Ela sentiu os ombros caírem fracamente imediatamente.

“Ele disse que agora eu devo dormir com as outras servas como eu fazia antes.” Ela expressou.

Foi nesse momento que Loren tirou seus óculos, irritado.

“Maldito seja!” Ele praguejou! “Vou falar com ele! Isso é uma sentença de morte.”

Ela o segurou de volta. “Tem mais. Estou atada ao Alfa Xaden.”

Ele franziu a testa. “O quê?”

“É o resultado da fusão do laço matrimonial e depois do festival da auréola.”

Ela virou a mão para mostrar a ele o corte em seu braço. “Você vê isso. Eu não me cortei. Isso apareceu na minha mão. Foi mais tarde, quando Marie veio e cortou a mão de Xaden que vi que outra parte do meu braço. O exato mesmo lugar em que ele estava sendo cortado.”

“Marie é uma mentirosa e uma bruxa muito perigosa.” Ele disse.

“Estou ciente disso. Mas eu sei o que vi. Eu estava lá.” Ela disse. “Essa é a única razão pela qual ainda estou viva, senão ele já teria me matado.”

Loren respirou fundo. “Mas ele sabe que deixar você ficar nos quartos com as outras servas te coloca em risco de morte. Se você morrer, ele também morrerá. Ele sabe disso, não é?”

Ela assentiu. “Ele disse que eles vão me machucar, mas não vão me matar. E eu posso aguentar.”

“Ele não vai sentir a dor?” Loren perguntou, irritado.

“Não, seu status de Alfa torna incrivelmente difícil para ele sentir dor do meu lado.” Ela disse. “Não é a mesma coisa.”

Loren pigarreou. “Vou discutir isso com ele. É um insulto você ser retirada
dos meus aposentos.”

Ela balançou a cabeça. “Não, era isso ou
eu ficar no calabouço e ele insistiu que a Rainha fez um pacto com ele. Foi ela quem fez ele me libertar.”

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