A Noiva Indesejada do Alfa - Capítulo 155
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- Capítulo 155 - 155 UM SEGREDO INTERNO 155 UM SEGREDO INTERNO Xaden não vai
155: UM SEGREDO INTERNO 155: UM SEGREDO INTERNO “Xaden não vai fazer nada.” Bale disse. “Ele nunca vai saber, é por isso que a gente tem que tomar cuidado. Você precisa se acalmar.”
Maria saltou de pé. “Como posso me acalmar? Tudo o que sei, tudo o que tive foi mudado e tirado por ele? Eu vi aquele monstro! Matar meu filho enquanto você não fez nada!”
Ela disse e seu corpo começou a tremer ansiosamente.
“O que eu fiz para merecer isso?! Quero saber que mal fiz para que tal coisa acontecesse comigo?” Ela desabafou.
E ela se abraçou enquanto chorava.
Bale se levantou e a envolveu em seus braços.
“Nós vamos superar isso.” Ele a assegurou.
Ela se desvencilhou do abraço dele.
“Como? Quando?” Ela exigiu. “Quando é que vamos superar isso?! Foi sua culpa! Você
Devia ter deixado a Matilha Crescente, você nunca deveria ter matado eles! Agora olha onde estamos!”
“Você fala como se não desejasse as joias da Hayley.” Bale disse. “Quando eu ataquei a matilha duas vezes e trouxe o butim pra casa, não foi você que exigiu que eu te desse as joalherias da Hayley. Porque você cobiçava o que era dela, não é?
Maria ficou tensa, irritada com as coisas que ele estava trazendo à tona.
Ela se virou de raiva.
“Você sempre foi ciumenta da Hayley. Você queria o que ela tinha para si mesma. Você queria o ouro, as pedras preciosas e a admiração que todos tinham por ela.” Bale zombou por trás dela. “Foi por isso que você pediu que eu tomasse o fi-
“Chega!” Maria virou-se de volta para ele.
“E porque você sabia que nunca teria outra oportunidade de ter o que ela tinha. Você decidiu roubar dela
E fazer com que fosse seu. Você decidiu cre-
“Eu disse chega!” Ela latiu e as janelas se fecharam com um estrondo.
O vento forte soprou ao redor e ela olhou para ele ferozmente.
“Sim! Eu queria o que a Hayley tinha. E não vou negar!” Maria respondeu. “Ela tinha tudo, enquanto eu não tinha nada! Eu queria tudo! Ela tinha o marido perfeito, o filho perfeito e a filha perfeita. Toda a alcateia deles os amava. Mas ninguém me amava! Depois de tudo que eu sempre fiz! Eles a amariam e eu nunca seria amada! Meus súditos me temem, mas não me amam! Eu vi ! Eu vi a felicidade que ela tinha e tirei dela!”
Bale olhou para ela.
Ela deu um sorriso dissimulado. “Você acha que pode só apontar dedos para mim?! Acha que eu não sei o que você fez?! Como você se forçou sobre ela? Também tenho ouvidos por todo lado, Bale. Dois podem jogar o jogo.”
Então ela ajeitou os vincos do vestido. “Nós perdemos tudo porque você não fez seu trabalho direito. Você deveria ter usado uma faca naquele garoto. Matá-lo. O quê? Estava com medo de matar um garoto? Bale o terrível? Bem, vamos ver o que isso nos causou! Estou para sempre de preto para chorar meu filho! Enquanto estou com medo de perder minha filha. Eu te digo Bale! Eu lhe digo isso agora ninguém vai tirar a Jéssica de mim. Especialmente com as circunstâncias de como ela se tornou minha.”
“E eu também não quero que ela se vá.” Bale disse derrotado. “Continuaremos a escondê-la. Ninguém contou uma palavra para o Garrick, ele ainda não sabe sobre ela. E assim permanecerá.”
Maria balançou a cabeça. “Não, tenho minha família que nos ajudará. Podemos mandá-la para eles. Fazer com que ela saia da alcateia furtivamente.”
“Será muito arriscado.” Bale avisou. “Se a pegarem, vão se perguntar por que ela está fugindo. Eles vão investigar e descobrir tudo. Seria o fim de nós.”
“Então o que fazemos agora?”
Maria exigiu à beira das lágrimas. ” simplesmente esperamos por aquela cadela inútil mandar palavra para nós?! Aquela cadela que nos trairia num piscar de olhos. Eu sabia que deveríamos ter matado ela como o cão que é!”
“Nós esperamos.” Ele disse. “Ela não nos trairá.”
Maria não estava muito convencida.
Mas ela não tinha escolha.
Ela simplesmente se disse que fingiria concordar com os planos dele, mas encontraria um meio.
“Tudo bem.” Ela disse.
E então, quando ele lhe contou o fato de que Alexander havia sido morto, ela quis perder a cabeça.
Pior agora Xaden sabia que tinha sido Bale quem tinha mandado o espião.
“Por que ele não fez nada?” Maria perguntou, ainda confusa.
Bale deu de ombros. “Eu ainda não tenho ideia. Isso aconteceu há uns três dias. Os outros lobos que trabalham aqui deveriam saber e ainda assim ele não fez nada.”
“E o Rei?” Ela perguntou. “Ele não pode fazer algo?”
“É complicado.” Bale expressou. “Há limites para o que ele pode fazer.”
Bale andava de um lado para o outro na sala. “Mas pelo que parece, um bom número de lobos na alcateia está contra o Xaden. Eu posso apostar quem são eles. Mas eles transformaram esta alcateia numa prisão. Isso me limita de fazer coisas.”
“Eu também conheço algumas pessoas.” Maria disse. “Eu posso pedir informações para meus contatos. Não vou esperar pela sua filha bastarda!”
“Não faça nada sem me consultar.” Ele disse.
“Você que nos colocou nessa situação para começar.” Ela disse com desprezo. “Por sua culpa minha filha agora está vestida em trapos como uma escrava comum e é forçada a até tentar trabalhar.”
“Ela tem que manter isso ou eles descobrirão.” Bale advertiu.
“Agora é como se ela fosse a Jasmine.” Maria disse. “Como uma escrava comum. Minha própria filha.”
“Bem, a Jasmine sempre trabalhou duro.” Ele a informou.
Ela deu uma risada de desprezo para ele. “Nunca tente comparar minha filha com aquela bastarda! Ela deveria se sentir grata que até deixamos ela viver!”
E com isso Maria saiu da sala.
No fundo ela estava assustada, porque se a verdade viesse à tona tudo estaria perdido.
Mas o segredo da troca, mas um segredo ainda mais profundo