A noiva falsa do jovem mestre e seu sistema da sorte - Capítulo 180
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180: Lar doce lar 180: Lar doce lar O maravilhoso e familiar cheiro de lavanda atingiu Alix como uma bala no momento em que as portas da casa foram abertas. Ela fechou os olhos por alguns segundos e respirou o doce aroma.
“Lar doce lar.” Ela sussurrou.
Mal tinha dado cinco passos para dentro quando dois pequenos corpos se atiraram contra ela.
Miau… Majesty gritou.
“Tia.” Xiaobo gritou.
Ela segurou tanto o gato quanto o menino em seus braços. Não conseguia discernir se eles estavam animados para vê-la ou se estavam brigando e ambos procuravam justiça.
“O que houve, meus amores?” Ela perguntou a eles.
A voz de Zhang Bo seguiu a de seu filho trinta segundos depois. “Xiaobo, desça.”
Alix inclinou a cabeça por sobre o corpo de Xiaobo e notou Zhang Bo. O que ele está fazendo aqui?
Enquanto ela se perguntava, Xiaobo se debateu e desceu como seu pai desejava.
“Não estávamos esperando você.” Caishen passou de cadeira de rodas por Alix e adentrou mais na casa.
Seguiu-o, com Majesty em uma mão e a mãozinha pequena de Xiaobo na outra.
“Aquele ali estava louco para voltar para casa.” Ele fez aspas no ar quando disse casa. Tecnicamente, aquela não era a casa de Xiaobo, a casa de Zhang Bo era sua casa.
“Eu deveria comprar alguns andares aqui para tornar a vida mais confortável para o Xiaobo. O que você acha?”
Alix desviou seus passos e foi para a cozinha. Deu privacidade aos irmãos para conversarem.
“Babá Luo.” Chamou.
“Ela foi ao mercado com o tio Ju.” Xiaobo a informou.
A cozinha estava vazia, nem mesmo a babá Wang estava ali dentro. Já se passavam quase duas horas do almoço, muito além do horário de comer.
“Você está com fome?” Ela perguntou a Xiabo?
Miau.
“Sim.” Foi a resposta do gato.
“Você está sempre com fome.” Ela disse ao gato.
Xiaobo pensou que ela estava falando com ele e balançou a cabeça, negando a suposição. “Não estou com fome, tia.”
Ela bagunçou seu cabelo, abaixou-se e beijou sua cabeça. Então respondeu, “Não você, querido, estou falando desse gato guloso.”
Xiaobo riu e assentiu. “Majesty está sempre comendo. Ele vai ficar gordo muito em breve e não conseguirá andar. Meu amigo Runchu tem um gato gordo.”
Alix colocou Majesty no chão, foi até a despensa e pegou alguma ração para gato e carne seca para Majesty.
Xiaobo a seguiu, tagarelando sobre seu amigo e ela o mimava com um sorriso e respostas curtas no meio da conversa.
“Runchu tem um cavalo também e dois cachorros. Ele está sempre mostrando fotos da fazenda de animais para todo mundo. Eles têm galinhas também, ele disse que cocô de galinha fede. Tia, fede mesmo?”
“Ho, meu Xiaobo, por que parece que você nunca viu uma galinha?”
Xiaobo sorriu timidamente e Alix riu. Inacreditável, ela pensou. Será mesmo possível que ele chegou aos oito anos sem nunca ter tocado em uma galinha? Isso seria um efeito colateral de nascer em uma família rica ou seria um aspecto da educação que os Zhang ignoraram.
“É o que chamamos de nascer em berço de ouro.” O sistema disse.
Na tela virtual, uma colher dourada dançava comicamente, controlada pelo elfo azul.
“Hã!” Ela respondeu.
O elfo azul revirou os olhos e curvou os lábios, julgando-a. Ela era tão tola que não fazia ideia do significado daquilo.
“Significa que ele nasceu de pais extremamente ricos e com alto status social. Tsc! E você afirmou não ser burra.” Ele disse a ela.
“Não me insulte, eu só estava confusa porque estou mais acostumada a ouvir que alguém nasceu com uma colher de prata.” Ela explicou, meio atordoada com a acusação ridícula, apesar de esta não ser a primeira e provavelmente não seria a última vez que o sistema a faria.
Ela misturou a comida e colocou na tigela de Majesty.
Em seguida, pegou uma tigela menor e tirou sorvete da geladeira. Serviu um pouco para Xiaobo e estendeu para ele.
“Obrigado, tia.” Ele aceitou com um sorriso e encontrou sua cadeira ao redor do balcão da cozinha. Ela estava ali porque, muitas vezes, quando ele dormia na casa e Caishen trabalhava até tarde, ele comia ali com Wang Ma.
“Hmm, de nada, querido.” Ela bagunçou seu cabelo enquanto respondia.
Ela estava prestes a sentar-se com sua própria tigela de sorvete quando outro miau se juntou a eles. A gatinha de Caishen entrou na cozinha e foi até Majesty.
Miau.
Um som irritado escapou da boca de Majesty e ele levantou uma pata, afastando Baby para que não se aproximasse.
“Vou preparar uma segunda tigela.” Com um suspiro, Alix fez como havia dito e deu comida para Baby também.
Então, ela sentou-se e pegou seu celular para jogar o jogo por um tempo.
Xiaobo, quando percebeu o que ela planejava fazer, saiu correndo da cozinha o mais rápido que suas pequenas pernas podiam carregá-lo e voltou com seu próprio console de jogos.
Alix não comentou, mas podia ouvir a voz de Caishen em sua mente dizendo que ela estava ensinando hábitos ruins ao menino.
Ela não colocou os fones de ouvido e jogou com uma mão. A outra mão pegava sorvete lentamente. Este era o sorvete que ela ganhou de seus fãs. Vinha em uma lata prateada com um revestimento interno semelhante a vidro fino que mantinha em estado congelado perpétuo.
Mesmo fora do recipiente, derretia em um ritmo mais lento que o sorvete normal. Melhor de tudo, era suave, rico e cremoso.
Sua única reclamação era o fato de não vir com um rótulo adequado. Tinha as iniciais IKG no recipiente, mas nada mais. Nem mesmo o sabor era nomeado.
Então, enquanto tinha gosto de fruta, ela não conseguia nomear a fruta com precisão.
“Seu irmão e sua mãe chegaram com segurança a Xicheng.” O elfo azul lhe disse.
“Pensei que estivéssemos jogando, por que sua mente está em outro lugar?” Ela respondeu.
“Você aceitou uma tarefa de entrega de ervas. Não acho que precise da minha ajuda, especialmente agora que garantiu com segurança um lugar entre as guildas que enfrentarão o chefe final do segundo mundo.” Ele respondeu.
Um sorriso de orgulho preencheu seu rosto. A doce vitória daquela tarefa ainda pairava em sua mente.
“Não relaxaria se fosse você. Você não quer mais pergaminhos de teletransporte?” Ele perguntou a ela.
“Claro que quero, é por isso que estou fazendo tarefas de ervas. Quero orquídeas para vender. Há uma exposição de orquídeas na próxima semana e acho que posso fazer um bom dinheiro rápido lá.” Ela respondeu a ele.
No ano anterior, alguém comprou uma orquídea por até dois milhões de yuan. Alix se lembrava porque foi notícia de capa. Algumas das recompensas comuns que recebia eram flores, sementes, frutas e gemas.
Se pudesse vender algumas delas por preços altos, ficaria feliz. Ela se lembrou do peixe dourado no aquário e uma ideia brilhante cruzou sua mente.
“Ah, e quando começar a exposição de peixes, faremos o mesmo.”
O sistema não respondeu verbalmente, mas na tela virtual, onze tarefas recomendadas apareceram.
“Estas são as tarefas mais prováveis que garantirão recompensas em forma de planta.” O sistema a informou.
Ela correu para terminar sua tarefa atual e assumir essas. Finalizaria todas antes do dia seguinte.