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A Noiva Escolhida do Rei Dragão - Capítulo 153

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153: Capítulo 153 – Corte do Dragão 153: Capítulo 153 – Corte do Dragão Belladona teve sorte de encontrar o escritório vazio, mas isso não durou muito.

Logo após ela se acomodar em seu assento para focar nas cartas de reclamação para fazer algo antes de Eli chegar, ela ouviu um clique na fechadura e Eli entrou na sala.

Ele entrou decidido, fechando a porta com força atrás de si e a trancando.

Então ele se sentou no seu lugar e jogou sua máscara na mesa.

Belladona olhou para cima do pergaminho, havia um arranhão profundo e longo na máscara, cortando o ferro como se fosse feito por uma garra afiada e baixa.

Ela congelou em seu assento quando viu o sangue que manchava a camisa dele, havia pequenas manchas ao redor do peito e em suas mangas.

“Pelo amor de Ignas, o que aconteceu?!” As palavras escaparam de seus lábios quando ela finalmente conseguiu movê-los.

“Aquele dragão.” Ele disse, forçando-se contra o encosto da cadeira. “Perdendo a cabeça.”

Ela se levantou do seu assento e foi até ele.

“Devo chamar o Físico?” Ela não saberia para onde ir se ele concordasse com isso, mas isso foi a primeira coisa que lhe veio aos lábios. Ela descobriria e perguntaria as direções no caminho.

“Não.”

“Você está sendo irracional. Isso precisa de atenção urgente.”

“O que precisa de atenção urgente,” ele pausou, tirando sua camisa. Não havia um arranhão nele, mas seu rosto tinha ao menos um arranhão visível cortando as escamas em sua maçã do rosto, “é o meu rosto e eu não vou mostrar isso pra ninguém.”

Ele se levantou, foi até um canto do escritório e voltou com uma caixa, abrindo-a, colocou um pouco de líquido em um chumaço de algodão, levantou a mão para trazer até o arranhão no seu rosto, mas ela sempre parava no meio do caminho, antes dele suspirar e tentar novamente.

Depois de assistir isso se repetir mais três vezes, Belladona finalmente teve o suficiente.

“Me dá isso.” Ela pegou de suas mãos e o levou até a cadeira, empurrando-o pelo peito para sentar. Então ela se abaixou para cuidar disso. “Eu vou cuidar disso.”

Ela teve que preparar um novo chumaço de algodão, embebido com o mesmo líquido.

Então ela o levou até seu rosto e ele recuou, empurrando a cadeira junto com ele.

“Eli.”

“Não presuma. A cadeira está apenas fazendo o que quer, eu não sou de forma alguma responsável pelas ações dela.” Ele disse com uma voz firme e calma.

Sério?

Ela se aproximou novaemente e ele recuou a cadeira, criando mais distância entre eles.

Ela franziu a testa, arqueando a sobrancelha para ele.

“Honestamente, todas as suas carrancas devem ser dirigidas à cadeira. Ela continua me puxando para trás.”

Ela bufou um suspiro irritado e se moveu para a frente novamente, mas desta vez quando ele tentou recuar, ela pulou em suas coxas, enlaçando-o com suas pernas, uma mão pressionada sobre seu peito nu e a outra pressionando o chumaço de algodão o mais gentilmente possível ao redor de seu ferimento.

Ele sibilou de dor, mas isso foi breve, suas mãos rodearam sua cintura e a seguraram com firmeza enquanto a dor a atingia.

“Desculpe,” ela disse sem nenhum pingo de desculpa enquanto observava a dor passar pelos seus olhos. “Eu tinha que fazer isso para parar a cadeira de se mover sozinha.”

“Decisão sábia.” Ele deu uma risada nervosa.

Ela continuou o que estava fazendo, limpando os ferimentos dele, e se esticando até a mesa para pegar qualquer coisa de que precisasse sem sair de suas coxas.

Isso foi um pouco estressante mas ela tinha que fazer mesmo assim.

Se ela se levantasse agora, ela se perguntou quão longe a cadeira se moveria enquanto
“estivesse fazendo o que quiser”.

Ficou quieto por um tempo, até mesmo o sibilo e os bufos dele sempre que o algodão tocava o ferimento tinham diminuído, mas seu aperto firme em sua cintura continuou.

Mesmo quando ele finalmente a soltasse, ela ainda seria capaz de sentir a mão dele ao seu redor.

“Eu estou preocupada com você.” Ela disse, com a voz um pouco fraca pelo choque de ter que tirar algumas das escamas que seu dragão arrancou do seu rosto quando o atacou. Ele deve estar com muita dor.

Isso não deixará uma cicatriz?

Ele não parecia estar preocupado com isso.

“Eu vou ficar bem.” Então a mão dele moveu-se sobre a dela, fazendo com que ela olhasse diretamente para ele em vez das bochechas que tinham toda a sua atenção desde que ela decidiu que montar em um homem tão excitado quanto ele era, era a decisão mais sábia.

Ela não estava sentindo isso agora, mas logo sentiria.

Era irracional ficar excitado enquanto estava ferido, mas seu corpo era muito desobediente e no momento em que seu calor passou através do tecido de suas calças e o atingiu, ele sentiu seu membro começar a endurecer, a dor enquanto ela limpava seu ferimento, era uma pequena distração de sua excitação, mas a presença dela em seu colo e o jeito que ela mordia o lábio inferior sempre que ele segurava sua cintura era uma distração mais poderosa da sua dor.

Por que ela tinha que continuar fazendo isso com ele?

“Você deve estar com tanta dor.”

“Eu vou sarar.” Sua voz estava rouca e áspera. “Isso não vai deixar cicatrizes.”

Ela era a ‘física’ aqui, essa era a fala dela.

Ela riu, impressionada que tinha coberto o último corte, então ela tentou se levantar, mas o aperto dele nela era firme, e ele a puxou para baixo instintivamente.

“Só um momento.”

Ela franziu a testa em confusão, mas isso rapidamente se transformou em um olhar aquecido. Ela podia sentir o volume dele pressionado contra o tecido fino de sua roupa íntima e seus olhos se arregalaram com a implicação. Um curto guincho saiu por seus lábios enquanto ele a puxava para mais perto dele.

Um atrito que não fez nada além de acender as chamas do seu destino repleto de luxúria.

Ele enterrou suas narinas na curva de seu pescoço e respirou fundo.

“Por que você continua fazendo isso comigo, Dona?”

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