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A Noiva Acidental do Rei Vampiro Mascarado - Capítulo 157

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  3. Capítulo 157 - 157 Como Vincenzo conheceu Glória (Parte-1) 157 Como Vincenzo
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157: Como Vincenzo conheceu Glória (Parte-1) 157: Como Vincenzo conheceu Glória (Parte-1) Por mais que Sebastião adorasse ouvir a resposta dela, ele também sabia que ela era apenas uma humana que seria o alvo mais fácil para todos que quisessem ameaçá-lo. Ele já havia irritado os membros de sua família o suficiente e não queria que agora viessem atrás dela.

Ela era como sua posse mais valiosa e ele definitivamente não gostaria se alguém se atrevesse sequer a tocar em seu cabelo. Ele desencadearia o caos sobre eles.

— Vincenzo, ela é —
— Perdoe minha falta de modos, Princesa. Você apenas soou como alguém que conheci alguns anos atrás, — disse Vincenzo, e a mão de Eliana se fechou com força em torno do próprio vestido, mal mantendo sua fachada.

— Eu soou como muitas mulheres, pelo que me disseram. Não está sendo um exagero usar essas cantadas com sua cunhada? — Eliana respondeu, e Sebastião apertou os lábios em uma linha fina, mal controlando sua risada.

Ele estava apenas brincando mais cedo. Ele não pode ficar com os insultos dela.

Lembre-o de não contar a ela quem é o homem mau ou a mulher má ao seu redor da próxima vez ou ela insultará as pessoas sem filtro na boca.

— Hum, Princesa — Sebastião começou.

— Você é engraçada, Princesa. Adoraria encontrá-la em breve. Agora que conversei com você, permita-me convidá-la formalmente para a festa de aniversário da irmã mais velha. Seria um prazer conhecê-la e atendê-la, — a resposta educada de Vincenzo surpreendeu Sebastião.

Ele não soava como o mesmo homem que retrucaria com um insulto ainda mais mordaz.

Vincenzo não era nada como Stephano. Ele sempre levava o desrespeito a sério. Não era exatamente por isso que ele estava contra Sebastião agora? Porque Sebastião mexeu com seu sistema de segurança só para obter as filmagens, mesmo depois de ter sido rejeitado.

Então, para Vincenzo agir assim mesmo quando a princesa indiretamente o insultou duas vezes, o que diabos estava acontecendo em sua mente?

— Isso é gentil de sua parte, Sr. Vincenzo. Seria um prazer encontrá-lo também, — disse Eliana, e as sobrancelhas de Vincenzo se arquearam novamente.

Por que ele se sentia assim de novo e de novo? Uma voz quase igual, a mesma atitude de insultar primeiro e depois se tornar humilde, a educação em sua voz aliada à rapidez de raciocínio, era tudo igual.

— Isso é ótimo. Mal posso esperar para encontrá-la, — Vincenzo disse antes de encerrar a chamada.

Ele respirou fundo com a mão sobre o coração para acalmá-lo.

Ele não suportava mais manter sua fachada. Era difícil. Como uma garota poderia agir e soar exatamente como ela? A garota que ele pensava ter morrido há um ano?

Vincenzo fechou os olhos e se encostou na parede, ao lado da porta de sua varanda.

Um pequeno sorriso apareceu em seu rosto quando ele lembrou de como conheceu Glória dois anos atrás.

Era a época em que ele havia voltado após encontrar os Duques do Nordeste da África e estava terrivelmente ferido. Seu avô havia pedido sua presença imediata, sem sequer se importar ou perguntar sobre seu bem-estar.

E como o príncipe real, ele era obrigado a fazer isso.

Naquela vez, ele havia deixado todos os seus homens para trás porque queria se apressar. No meio do cruzamento que levava ao reino humano e ao reino vampiro, seu carro teve problemas técnicos, e ele foi forçado a parar.

O técnico disse que levaria duas horas para consertar o carro e fazê-lo funcionar bem na estrada de novo.

Vincenzo poderia ter pego um táxi ou esperado por seus homens, e estava prestes a fazer isso quando ouviu aquela voz.

A voz que estava cantarolando na floresta. Uma voz tão suave e pacífica.

Isso o surpreendeu, mas o que ainda mais o surpreendeu foi que ele estava em pé no meio do nada, então quem era louco o suficiente para estar cantarolando uma música aqui, atraindo a atenção de qualquer um?

Podiam ser sereias? Mas por que elas viriam para essa parte da área sabendo muito bem que vampiros são comuns nesse caminho?

Foi a curiosidade que levou Vincenzo ao meio da floresta onde ele encontrou Glória pela primeira vez. Ela estava cantarolando com a mão brincando com a água do lago.

Era uma humana.

— Ei, o que você está fazendo aqui, humana? — Vincenzo perguntou, sem saber como se dirigir a ela.

— É assim que você fala com outras espécies? Garota humana, garota lobo, garota bruxa? — A garota perguntou, sem se incomodar com a presença dele.

— Eu não estou aqui para brincar com você. O que você está fazendo aqui? Você não sabe o quão perigosa essa parte da cidade é? — Vincenzo perguntou, se aproximando dela com os olhos estreitos.

Ele podia ver que ela estava muito ciente de sua presença e provavelmente de sua espécie também, mas a calma de suas batidas do coração o atraiu.

Por que ela não tinha medo dele?

— Essa parte perigosa da cidade que você chama é a área mais pacífica para mim. Então me desculpe se eu não dou a mínima para a sua opinião ou preocupação, — Aquela garota se virou para olhar para ele, surpreendendo-o.

Quem era ela?

Nem um centímetro de seu rosto estava visível por causa de como ela estava bem coberta. Ela parecia uma atriz do filme A Múmia.

— Você é uma espiã? — Vincenzo não pôde evitar perguntar, sua mão alcançando sua adaga, e a garota riu, surpreendendo-o.

Por que ela estava rindo em um momento como este? Ela era louca? Ou provavelmente uma psicopata que não se importa com suas vidas?

— Você é um vampiro forte. Você realmente precisa desse brinquedo para me matar? — Ela disse antes de acenar para que ele se aproximasse dela.

— Você está bastante ferido. Deixe-me tratar seus ferimentos. Eles vão cicatrizar mais rápido, — disse a garota.

— Você sabe que sou um vampiro. Você não sabe o que me curaria mais rápido? — Vincenzo sorriu, tentando conter suas emoções que se suavizavam por essa garota estranha.

— Você não morde a mão que alimenta e cuida de você, Sr. Vampiro, — ela disse com diversão em sua voz, surpreendendo Vincenzo novamente.

Ela estava sendo tão rude há um segundo e agora queria tratá-lo? O que era isso? Transtorno de personalidade múltipla ou comportamento bipolar?

Ele não queria ir até ela. Ela era a humana mais suspeita que ele já tinha encontrado, e o que era ainda mais suspeito era que ela estava atraindo-o para ela sem nem mesmo tentar.

Vincenzo a viu caminhando até uma certa distância e colhendo algumas folhas e ervas antes de voltar até ele.

Ela colocou as ervas na palma da mão antes de esfregar o polegar sobre elas para fazer uma coisa parecida com uma pasta, e sem pedir sua permissão, ela se aproximou dele antes de aplicar aquela pasta em sua testa, seu maior ferimento.

Ele olhou para a garota, cujo rosto estava completamente escondido e seus olhos ocultos pelos óculos escuros.

Ele não conseguiu controlar sua mão e deixou seus pensamentos intrusos vencerem. Ele puxou os óculos escuros dela para longe do rosto e olhou naqueles olhos surpresos.

— Eu… — Ela se virou imediatamente como se não quisesse que ele a visse, e ele engoliu em seco.

Seus olhos eram tão belos que ele não conseguiu reagir por bons segundos.

— Desculpa. Eu só senti que merecia ver pelo menos os olhos da pessoa que estava me tratando, — Vincenzo colocou os óculos no chão, surpreendendo-se com seu comportamento cavalheiresco.

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