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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 89

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  3. Capítulo 89 - 89 O Convite Súbito da Rainha 89 O Convite Súbito da Rainha
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89: O Convite Súbito da Rainha 89: O Convite Súbito da Rainha Nos próximos dias, Rosina recebeu mais alguns convites dos nobres. Queriam conhecê-la desde que ela se tornou o novo membro da família real, mas Rosina conhecia suas verdadeiras intenções.

No mundo dos nobres e reais. Ter conexões era a melhor maneira de sobreviver, já que ter um aliado com poder pode fortalecer o seu próprio poder.

Atualmente, Rosina estava sentada no jardim e aproveitando o dia ensolarado e fresco. Ela e Draco têm se comunicado normalmente, mas ele tem se ausentado por longas horas para se preparar para a viagem ao acampamento externo do 13º bando.

“Eles estão de olho em mim agora,” Rosina sussurrou e jogou outra carta no chão.

“Vossa Alteza?” Fina bateu na porta e entrou com uma bandeja na mão que tinha uma carta em cima.

“O que é?” Rosina respondeu enquanto abria outra carta, mas a jogou imediatamente quando viu a palavra ‘convite’ escrita no papel.

“Vossa Alteza, a Rainha convocou-a para o Palácio à tarde,” Fina declarou e entregou a carta da Rainha a Rosina.

Rosina queria recusar, já que ela sabia que o convite da Rainha não era coisa boa, mas ao mesmo tempo, também estava curiosa sobre o que a Rainha diria a ela.

“Vamos lá,” Rosina disse e se levantou. Ela já havia trocado de roupa para o dia.

“Mas Vossa Alteza, a Rainha havia dito para encontrá-la à tarde,” Fina lembrou, já que ela pensou que Rosina não viu o horário indicado na carta.

“Eu sei,” Rosina sorriu e saiu pela porta. “Prepare a carruagem.”

Fina chiou, pois nunca esperava que Rosina saísse fora do horário agendado para ela.

Rosina não se importava, já que não tinha nada para fazer e queria encontrar a Rainha mais cedo. Demorou um pouco até que a carruagem chegasse, e Rosina foi ao Palácio.

Os guardas abriram caminho para ela e avisaram um servo de que ela havia chegado para encontrar a Rainha. Como sua chegada foi mais cedo do que o agendado, a Rainha demorou um pouco para reorganizar sua própria agenda daquele dia.

“Essas pinturas…” Rosina murmurou enquanto olhava para os retratos pendurados nas paredes dos corredores. As pinturas tinham rostos de todos os membros da realeza, de antigas a novas gerações.

Rosina estava se familiarizando com cada um dos rostos, já que precisava de tais informações visuais para o futuro.

“Todos são belos e bonitos,” Rosina murmurou enquanto admirava suas aparências quando notou uma coisa. Draco não estava incluído em nenhum dos retratos.

“Até Gastone tem um enorme retrato só para ele,” Rosina disse e olhou para a gigantesca pintura de Gastone, vestindo uma roupa extravagante que gritava que ele era um Príncipe Herdeiro.

Ao lado de seu retrato estavam ele com o Rei e a Rainha.

“Cadê o Draco?” Rosina murmurou e tentou olhar ao redor, mas até os pequenos retratos ao lado eram principalmente de Gastone e os outros filhos reais e concubinas.

“Agora que penso nisso. Eu não conheci as outras esposas do Rei,” Rosina murmurou. Ela estava prestes a prosseguir para o outro corredor quando um servo se aproximou dela.

“Vossa Alteza, a Rainha está pronta para vê-la,” o servo declarou com uma reverência antes de ficar atrás e gesticular para Rosina seguir o caminho.

A Rainha havia encontrado Rosina na varanda e os petiscos já estavam na mesa para elas aproveitarem, mas a Rainha ainda não estava lá.

Rosina sentou-se na cadeira e contemplou o jardim abaixo, onde as flores em flor começaram a murchar uma a uma, enquanto as pétalas caíam no chão.

O som da porta abrindo desviou a atenção de Rosina. Foi quando ela viu a Rainha entrando com sua Dama de companhia, mas disse a elas para esperarem dentro.

Rosina levantou-se e fez uma reverência à Rainha. “Vossa Alteza, Rainha Cinzia.”

“Minha cara, você chegou mais cedo do que nosso horário combinado,” Cinzia disse enquanto se sentava na cadeira que o servo havia afastado para ela.

“Eu não tinha nada para fazer na residência do meu marido. Por isso decidi visitá-la mais cedo. Peço desculpas por minha chegada antecipada, Vossa Majestade,” Rosina disse e ofereceu um pequeno sorriso.

“Hmm, eu tenho uma reunião que preciso assistir. Você deveria se sentir mesmo arrependida por me incomodar,” Cinzia declarou com um resmungo antes de sorrir e erguer sua xícara de chá para Rosina. “Mas eu não me importo com suas ações, já que posso falar com você mais cedo.”

“Sobre o que a Senhora gostaria de falar, Vossa Majestade?” Rosina perguntou enquanto colocava leite em seu chá. Ela já havia imaginado várias possíveis conversas que a
Rainha gostaria de ter em sua mente.

“Eu sei que você recebeu múltiplos convites dos nobres,” Cinzia declarou com um sorrisinho astuto enquanto colocava sua xícara de volta na mesa.

“Com efeito,” Rosina riu de leve. Ela balançou a cabeça levemente, pois nunca pensou que a Rainha notaria sua própria situação.

“Você deveria atender a um dos convites. Afinal, você é esposa de um Príncipe e agora é uma Princesa. Comumente, você deve aparecer em público,” Cinzia disse e cruzou os braços na frente do peito.

Rosina ficou em silêncio, pois estava ponderando os convites, aparecendo em encontros públicos e as palavras da Rainha. Ela olhou diretamente nos olhos de Cinzia e declarou. “Eu comparecerei em um dos convites se o evento me agradar, mas por enquanto, nenhum me interessou.”

“Que tipo de eventos você gosta?” Cinzia perguntou e se inclinou para mais perto. Ela tinha um sorriso largo no rosto e estava antecipando a resposta de Rosina.

Rosina franziu a testa quando viu como a expressão facial de Cinzia mudou. Isso fez com que ela pensasse que Cinzia estava por trás da enxurrada de convites que recebeu em um dia.

Rosina também pensou em sua resposta, pois não podia dar uma resposta sincera. Ela queria algo que lhe trouxesse benefício tanto físico quanto emocionalmente. 
“Bem, eu não tenho nada em mente agora, Vossa Majestade, mas participarei se algum me capturar a atenção,” Rosina respondeu, pois não queria dar uma resposta direta. Ela sabia que a Rainha faria algo para forçá-la a comparecer.

“Entendo, mas você deve ir aos eventos. Todos estão curiosos sobre você,” Cinzia riu e seus olhos mostravam algo que Rosina não gostava.

“Farei o meu melhor,” Rosina sorriu inocentemente antes de sair da varanda.

‘Ela está tramando algo?’ Rosina pensou quando chegou lá fora. Ela se sentiu sufocada enquanto conversava com a Rainha por mais alguns minutos. 
Rosina deu uma risada, pois nunca esperava que a Rainha insistisse tanto em sua ida ao público e em encontrar outros nobres quando eles lhe deram um prazo antes de ir ao 13º bando e tomar a área das mãos de um renegado.

Enquanto estava saindo, uma figura familiar se aproximou dela. 
“Vossa Alteza,” Silvio disse e fez uma reverência respeitosa para Rosina.

“Por que você está aqui?” Rosina perguntou. Ela se lembrou de que Silvio não foi notificado sobre sua visita à Rainha.

“Porque sou seu guarda-costas pessoal, Vossa Alteza,” Silvio respondeu. Ele manteve sua posição e permaneceu de cabeça baixa.

Rosina não havia registrado claramente que Silvio era seu guarda-costas pessoal e precisava estar com ela na maior parte do tempo. Ela às vezes esquecia dele e seguia seu dia como se nada tivesse acontecido. 
“Entendo, então deveríamos nos conhecer melhor,” Rosina exclamou e estendeu os braços para Silvio pegar.

Silvio inclinou a cabeça em confusão, mas não perguntou e obedeceu Rosina, pois tinha a sensação de que Rosina o possuía e ele precisava protegê-la, já que ela era sua senhora.

Silvio tinha seu próprio cavalo, mas Rosina o obrigou a ficar dentro da carruagem.

“Vossa Alteza. Você sabe que eu preciso ficar do lado de fora e estar alerta caso alguém decida lhe causar algum mal,” Silvio explicou enquanto voltavam para a residência.

“Eu sei que você pode me proteger enquanto estiver aqui dentro da carruagem,” Rosina disse suavemente e se inclinou mais para perto de Silvio, que ficou desconfortável com a proximidade deles.

Silvio respeitava muito Draco e se tornou superprotetor da esposa dele, Rosina. Ele queria que ela ficasse segura em sua vigilância, pois sabia que Draco tinha muitos inimigos que queriam acabar com sua vida e essas pessoas incluiriam Rosina em sua lista de alvos para irritar Draco.

“Vossa Alteza, se você visitar a Rainha na próxima vez. Por favor, deixe-me ir com você,” Silvio declarou despreocupadamente. Sua expressão facial era séria, mas seus olhos mostravam preocupação.

“Tudo bem, eu irei,” Rosina respondeu e pegou a mão de Silvio. 
Silvio deu um pulo com o contato físico repentino, mas deixou Rosina fazer o que ela queria. Afinal, ele não podia dizer não a ela.

“Então…” Rosina olhou diretamente nos olhos de Silvio. “…vamos namorar.”

“O quê!?” Silvio exclamou em choque, pois não esperava que Rosina o convidasse para um encontro.

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