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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 86

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  3. Capítulo 86 - 86 A Alma de Raul 86 A Alma de Raul Rosina inalou agudamente
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86: A Alma de Raul 86: A Alma de Raul Rosina inalou agudamente, pois foi ela quem deu aquela regra no contrato. Ela nunca a havia esquecido, mas sua consciência a fazia querer quebrar a regra.

“Eu entendo,” Rosina disse e saiu da cabana. Ela não conseguia pensar em Mari sendo transada contra a sua vontade, e tudo estaria focado na luxúria.

O corpo de Rosina estava tremendo, e tudo o que ela conseguia pensar era que havia cometido um erro. Ela não queria quebrar o contrato também, e decidiu fechar os olhos.

“Ah,” Rosina respirou pesadamente enquanto começava a fugir. Sua visão embaçava pelas lágrimas que escapavam de seus olhos.

“Por que estou chorando!?” Rosina exclamou e enxugou as lágrimas enquanto corria. Ela não sabia onde seus pés a levariam, mas isso não importava.

O vestido de Rosina tinha sido rasgado pelos galhos por perto, e vários deles cortaram sua pele, fazendo-a sangrar. Ela queria se distanciar o máximo possível da cabana, para não ouvir os gemidos e grunhidos, caso eles fizessem sexo.

As memórias de Rosina perdendo sua virgindade assombravam sua mente e a tornavam agressiva. Seu corpo inteiro queria uma coisa.

O corpo de Rosina ansiava por uma alma.

“Eu-Eu quero matar,” Rosina sussurrou enquanto a saliva escorria de sua boca. Seus sentidos se aguçaram enquanto ela buscava sua presa. Baseando-se em seus sentidos, ela olhou para trás para ver se Draco ou algum de seus servos a estavam seguindo. Não havia ninguém.

Rosina foi até a parede e escapou pelo rochedo para entrar na cidade. Naquele momento, ela nem estava excitada.

Quanto mais se aproximava da cidade, mais seu corpo tremia com o pensamento de matar alguém e sugar sua alma para dentro de seu corpo. Era como uma droga da qual estava cada vez mais viciada.

Rosina identificou seu local favorito de sempre, a Taverna do Céu. Sem dúvidas, ela entrou e procurou sua presa. Seus olhos avistaram Orso, mas ela não o queria.

“Onde ele está?” Rosina murmurou e olhou ao redor. Seu olho esquerdo brilhou em verde intenso enquanto ela começava a caminhar pelo local e quando passou pela parede. Sua aparência mudou.

Seu usual cabelo castanho avermelhado mudou para preto, e suas roupas para cor escura. Era um de seus poderes, mas gastava muita energia. Foi por isso que ela não o usou com frequência, mas atualmente, ela precisava para evitar que sua identidade fosse reconhecida pelos plebeus, especialmente porque eles tinham visto seu rosto na corrida.

“Senhorita,” uma voz masculina chamou atrás dela.

Rosina virou e viu um rosto familiar. Era ele quem ela estava procurando.

“Quer uma mesa para beber?” Raul, o homem que falou com Rosina na taverna, se aproximou dela com um sorriso enorme.

Rosina sorriu maliciosamente. Ela se inclinou para perto e puxou Raul para o seu corpo. “Sim, mas na verdade eu quero algo,” ela sussurrou e mordeu a orelha de Raul como uma dica e um convite para ele.

Raul arfou e assentiu compreendendo. Ele imediatamente foi buscar o papel e procurou um quarto disponível no andar de cima.

Rosina ficou em meio à multidão. O cheiro forte de luxúria e suor misturado no ar aumentava sua sede de ter algo para sugar. Não demorou muito para Raul voltar com um copo da Bebida Celestial na mão.

“Senhorita, devemos ir agora,” Raul disse com um sorriso enorme, pois tinha conseguido uma cliente.

“Sim, devemos,” Rosina disse com um sorrisão. Ela se esforçava ao máximo para esconder como seu corpo tremia de antecipação, mas se Raul notasse, ele pensaria que era devido à luxúria.

Os dois chegaram ao quarto, e Raul cuidadosamente abriu a porta para Rosina. Ela entrou no quarto e imediatamente puxou Raul com ela, quase derramando a Bebida Celestial.

“Senhorita, você é tão safada,” Raul disse com um sorriso sacana e entregou a bebida para Rosina, mas ela recusou.

“Eu quero que você beba,” Rosina disse e empurrou a bebida de volta para Raul.

Raul hesitou, mas já que ele gostava da aparência física de Rosina. Ele bebeu a garrafa inteira sem pausa. “Terminei tudo.”

“Bom garoto,” Rosina sussurrou e agarrou o cabelo de Raul, acariciando as mechas e puxando-o agressivamente, jogando-o na cama.

“Gosta de ter o controle?” Raul disse com um enorme sorriso. Ele tinha algo com mulheres que queriam ter o controle, já que tudo o que faria era deitar na cama e sentir prazer com as suas manias.

“Sim,” Rosina respondeu com um sorriso malicioso. Ela rastejou sobre Raul como uma predadora enquanto ele recuava.

Raul se excitou com a experiência que teria com Rosina. Ele não perdeu tempo e removeu suas roupas de cima e deixou as de baixo para Rosina tirar.

“Está pronto?” Rosina perguntou e sentou na cintura de Raul, sentindo seu membro crescendo.

“Sim!” Raul gritou, seu corpo tremendo de excitação.

Rosina franzia a testa, já que as ações de Raul estavam estranhas aos seus olhos, mas ela ignorou. Ela não queria focar nos modos como ele agia ou no membro que continuava a cutucar em seu buraco de b*ceta.

Rosina começou a rebolar os quadris lentamente para se excitar. Ela fechou os olhos e aproveitou a sensação de seu corpo contra o membro de Raul mesmo que uma peça de roupa os separasse.

“Gosta disso?” Raul perguntou e segurou a cintura de Rosina, ajudando-a a se mover rebolando os próprios quadris.

“Gosto mais da sua alma,” Rosina disse com um sorriso e colocou a mão no pescoço de Raul, dando um pouco de prazer em sua veia jugular.

“Alma?” Raul perguntou curioso, pois era a primeira vez que ouvia alguém dizer que gostava de uma alma.

“Sim,” Rosina respondeu, e seu olho esquerdo brilhou imediatamente em verde intenso. Ela não queria desperdiçar tempo e prolongar o que estava desfrutando desde o início.

Os olhos de Raul se arregalaram com o que ele viu. “Ah-” seu grito foi abafado pela mão de Rosina, impedindo que qualquer som escapasse.

“Shh, eu paguei por você, certo? Isso significa que você é meu,” Rosina sussurrou e apertou a garganta de Raul mais forte, impedindo que sua passagem de ar funcionasse.

Raul tentou se afastar, mas seus quadris estavam travados pelas coxas de Rosina, e sua mão em seu pescoço fez com que ele priorizasse sua vida. O primeiro instinto que veio à sua mente foi remover a mão de Rosina e voltar a respirar.

“Você não pode fugir,” Rosina exclamou com uma risada malévola. Ela estava desfrutando da visão de Raul lutando para respirar e a expressão facial que ele fazia. Tudo isso a estava deixando mais excitada.

“Apenas aceite seu destino,” Rosina sussurrou e apertou mais forte, fazendo Raul começar a arranhar sua mão. Pensando que a dor o ajudaria a escapar, mas fez o oposto. A dor que ele infligia estava deixando Rosina ainda mais excitada.

“Ah! Mais!” Rosina gritou e começou a rebolar agressivamente. Sua roupa íntima estava encharcada com seus fluidos, e o gozo de Raul estava se misturando ao tecido.

Os olhos de Raul começaram a revirar por falta de oxigênio em seu sistema. Sua força começou a enfraquecer depois de alguns segundos. Suas mãos caíram ao lado, e sua boca estava escancarada, e lá, em cima dele, estava Rosina. Ela estava sugando a vida do seu corpo.

A cada segundo que Rosina engolia a alma de Raul. Mais seu corpo se tornava mumificado. Os músculos perdiam sua massa, e a pele começou a grudar nos ossos.

“Ah! isso é ótimo,” Rosina disse satisfeita enquanto limpava a saliva de seus lábios. Ela estava feliz e satisfeita com o resultado. Ela também gozou depois que a alma de Raul sumiu do seu próprio corpo.

“Esse tipo de prazer é o melhor,” Rosina disse com um grande sorriso antes de se levantar e olhar para sua obra-prima.

Rosina estava satisfeita com o resultado, e seu humor melhorou. As velhas memórias que a caçavam também foram para o fundo de sua cabeça, onde não viriam à superfície tão cedo.

Rosina colocou o dinheiro na mesa de cabeceira antes de mudar sua aparência novamente, usando a última energia que havia armazenado. Seu cabelo mudou para loiro.

Ela abriu a porta quando ninguém estava por perto para garantir que estaria segura, mas isso não a incomodava, já que ela sempre poderia matá-los. Ainda que, Rosina não gostasse de limpar a própria bagunça.

“Ar fresco,” Rosina disse quando fechou a porta e desceu para a taverna. Foi então que ela viu Draco entrando com uma expressão de raiva no rosto.

“O que ele está fazendo aqui?” Rosina sussurrou e parou de andar para ver para onde Draco estava indo, e foi então que ela o viu falando com Maura novamente.

Essa cena confundiu Rosina, pois ela pensou que Draco tinha transado com Mari de volta na cabana, mas ele estava ali, e seu cheiro não estava misturado com o de outra mulher.

Rosina viu Draco pedir uma Bebida Celestial e Maura foi procurar um quarto vazio, e era o que ela tinha usado com Raul.

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