A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 81
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81: O Mistério por Trás do Presente 81: O Mistério por Trás do Presente “Ah! Ah! E-espera!” Rosina gemeu alto enquanto segurava a mão de Orso em seu pescoço. Ele estava a enforcando, mas o suficiente para fazê-la respirar um pouco.
Oso aumentou a velocidade. O som da pele deles se batendo ficava mais alto a cada minuto que passava. Ele estava grunhindo devido ao atrito da parede de Rosina apertando seu membro.
“Você gosta disso, Senhora?” Orso falou e continuou fodendo-a sem sentido. Ele gostava de ser dominante e fazer Rosina se sentir impotente sob seu controle.
“Si-sim,” Rosina engasgou com a saliva enquanto tentava respirar mais fundo. Sua mente estava na nuvem nove com o prazer de seu pescoço e buraco da b*ceta.
A falta de ar estava deixando a cabeça de Rosina leve, e por isso, seu instinto entrou em ação. Seu corpo sinalizou ao seu cérebro que Orso era um predador e estava tentando matá-la.
O olho esquerdo de Rosina brilhou, e ela olhou para Orso, que tinha os olhos fechados de prazer. Ela segurou seus braços com força antes de puxá-lo agressivamente para perto dela.
Orso ficou surpreso com a ação repentina e seu corpo não conseguiu se preparar para a jogada de Rosina. Ele ainda estava chocado quando Rosina sentou-se sobre ele sem remover seu membro de dentro do seu buraco.
“Você gosta disso?” Rosina falou com um sorriso maníaco e começou a mover seus quadris. “Me diz! Você gosta disso?” ela gritou e apertou mais forte o pescoço de Orso, impedindo a entrada de ar.
“Si-sim,” Orso gaguejou e fez o possível para desvencilhar a mão de Rosina, mas sua força não era suficiente para igualar a dela.
“Ha ha!” Rosina riu com os olhos girando em prazer. Seus quadris começaram a se mover agressivamente enquanto Orso estava chegando mais perto de seu leito de morte.
“Se-senhora…” Orso murmurou enquanto seus olhos subiam devido à falta de oxigênio.
“Eu estou gozando!” Rosina exclamou enquanto gemia alto ao alcançar seu clímax. Todo o seu corpo tremia de deleite e esguichava no estômago de Orso. Ao mesmo tempo, Orso perdeu a consciência.
“Você é tão delicioso,” Rosina suspirou profundamente com um sorriso vitorioso. Ela se levantou e deixou seus fluidos se espalharem na virilha de Orso. “Você não gozou.”
Rosina notou que Orso não estava respondendo. Seu peito estava parado e imóvel. Foi então que ela percebeu o que tinha feito.
“Você está morto?” Rosina murmurou e deu tapinhas nas bochechas de Orso, mas ele não respondeu, fazendo Rosina rir, divertida. “Não se atreva a morrer quando estou me divertindo tanto! Você é meu presente! Comporte-se como tal!”
O olho esquerdo de Rosina brilhou enquanto ela socava o peito de Orso, onde ficava seu coração. A ação fez com que ele começasse a respirar novamente.
“O que está acontecendo?” Orso estava confuso, já que a última coisa que se lembrava era ver Rosina se divertindo em cima dele, mas naquele momento. Ele só viu uma coisa — uma b*ceta.
Rosina colocou seus quadris na cabeça de Orso e sentou-se em seu rosto. Ela começou a esfregar sua b*ceta em seu nariz enquanto agarrava seu membro. Sua mão envolveu sua espessura e começou a bombear mais rápido antes de lamber a ponta.
“Oh deusa,” Orso suspirou com prazer e começou a lamber a b*ceta de Rosina assim que voltou à vida. Sua mente ainda estava confusa, mas tudo o que sabia era o prazer que sentia e o que seu corpo desejava.
“Eu quero gozar,” Orso sussurrou entre lamber o buraco de Rosina.
Rosina olhou para trás para ele, mas não respondeu. Ela continuou lambendo a ponta dele até sentir ele se contorcer sob seu toque. “Você é bem tarado, não é?”
Rosina sorriu e colocou sua boca no membro de Orso, engolindo-o todo até a ponta tocar o fundo de sua garganta. Ela ficou nessa posição por alguns segundos antes de começar a bombear sua cabeça.
“Oh~” Orso gemeu e quase morreu novamente de prazer. A sensação da língua de Rosina envolvendo seu membro o estava enlouquecendo mas também ferindo seu orgulho de homem.
Orso pensou que Rosina estava lhe dando mais prazer do que ele a estava dando. Ele não queria perder na competição indireta entre quem proporciona mais prazer.
Orso inseriu dois dedos no buraco dela e começou a bombear enquanto lambia e sugava seu clitóris. Ambos estavam tentando dar o melhor prazer possível ao outro.
As pernas de Rosina começaram a tremer quando Orso acertou o ponto, fazendo seu corpo se arrepiar. Em vingança, ela sugava o membro de Orso agressivamente e começou a puxá-los.
“Você é muito travessa,” Rosina murmurou e punhetava o membro de Orso. Ela podia sentir o sangue pulsando em seu membro. Ela estava prestes a lamber a ponta quando Orso gozou sem aviso.
“Ah!” O corpo de Orso se contorceu enquanto Rosina observava seu sêmen se espalhando por todo lado como uma fonte.
“Você gozou tanto,” Rosina murmurou com um riso. Ela estava divertida com a quantidade de gozo que saiu de seu corpo. “Agora, é minha vez.”
Rosina pegou um pano por perto e limpou o gozo do corpo de Orso antes de se posicionar na ponta dele. Ela abriu sua b*ceta e estava prestes a inserir seu membro quando Orso agarrou o corpo de Rosina e a jogou de quatro.
“É minha vez de fazer você gritar, Senhora,” Orso falou duramente antes de mergulhar seu membro com mais força a cada estocada. Ele empurrou as costas de Rosina contra a cama, fazendo ela ficar com a bunda para cima no ar.
“Oh, deusa~” Rosina gemeu quando sentiu o membro de Orso em seu estômago. Ela sentiu cada movimento que ele fazia e como ele alcançava a parte mais profunda de seu interior.
“Você gosta disso? Hein?” Orso sussurrou e segurou seus quadris. Ele começou a bombear mais rápido e deu impulso para sincronizar seus corpos.
“Ohhhh!” Rosina gritou de deleite. Seus seios se moviam tão agressivamente que começaram a doer.
Orso moveu sua mão em direção ao clitóris dela e começou a apertá-los, fazendo os joelhos de Rosina perder força, e ela se deitou plana na cama, mas isso não parou Orso. Ele continuou mergulhando fundo dentro do seu buraco, garantindo que não deixaria nenhum espaço disponível.
“Vou arregaçar sua b*ceta, Senhora,” Orso sussurrou antes de morder o lóbulo da orelha de Rosina.
Pela noite toda, Rosina e Orso treparam como coelhos sem pausa. Seu suor e fluidos se misturaram criando um aroma denso de luxúria e excitação.
A lua se pôs e foi substituída pelo sol da manhã.
Rosina levantou-se da cama. Ela podia sentir a dor no interior de sua b*ceta de foder sem parar até estarem ambos esgotados. Ela foi ao banheiro e tomou um banho sem dar um único olhar para Orso.
A água morna refrescou seu corpo pegajoso e relaxou seus músculos tensos. Ela se vestiu com as roupas que encontrou sobre a mesa, que estavam bem dobradas.
Depois que Rosina terminou, ela olhou para a forma adormecida de Orso. Ela pôde ver a ereção matinal entre as pernas de Orso, mas ela tinha terminado com ele.
Rosina saiu da cabana e viu a carruagem estacionada à frente. O cocheiro estava esperando por sua chegada. Ela caminhou em direção a ele enquanto ele se inclinava.
“Estou aqui para buscá-la, Senhora Rosina,” o cocheiro falou e abriu a porta para ela sem questionar.
Rosina sentou-se confortavelmente dentro da carruagem e não olhou mais para a cabana. Ela tinha provado Orso duas vezes, o que a fez perder o interesse nele. Embora ela quisesse sugar sua vida anteriormente, quando acordou, ela se conteve, pois era um presente de Draco.
O cocheiro chegou à residência, ainda era cedo, e alguns servos estavam circulando com olhos sonolentos.
“Obrigada,” Rosina falou e sorriu para o cocheiro. Ele fez o mesmo antes de se inclinar e deixar a residência.
Rosina entrou pela porta e viu que não havia um único local sujo da festa de ontem. Vários servos a cumprimentaram enquanto ela se dirigia ao seu quarto. Ela queria um descanso completo para ajudar seu lobo a curar a dor de sua b*ceta.
“Ah, finalmente,” Rosina sussurrou suavemente e abraçou seu travesseiro macio. Ela estava à beira do sono quando ouviu sua porta se abrindo.
“Você voltou,” Draco falou com um sorriso malicioso no rosto. Ele estava sem camisa, usando apenas calças pretas. Seus músculos esculpidos e proeminentes exalavam um aroma muscular.
“Eu te acordei?” Rosina sussurrou. Ela queria se concentrar nele, mas seu corpo estava lentamente desligando.
Draco não respondeu, mas um sorriso maroto brincava em seus lábios. “Como foi sua noite?”
“Hmm, boa. Obrigada pelo seu presente,” Rosina sussurrou e fechou os olhos, já que não conseguia manter as pálpebras abertas.
“De nada. Desde que você esteja feliz,” Draco falou e observou Rosina adormecer confortavelmente em sua cama. Seu sorriso brincalhão desapareceu e foi substituído por uma expressão sombria.
Draco se aproximou e pegou algumas mechas do cabelo de Rosina, inalando o odor. Ele fez uma careta ao sentir um pouco do cheiro de Orso ainda presente em seu corpo. Antes de sair do quarto dela, ele acariciou a cabeça de Rosina e garantiu que não a acordaria.
Havia uma coisa que Rosina não percebeu sobre o presente de Draco. De todos os homens no bando dos Sabrecrown, por que Orso, um homem com quem ela já havia dormido antes, se tornaria seu presente de casamento?