A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 80
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80: A Recompensa em Fita 80: A Recompensa em Fita Orso fitava os lábios rechonchudos de Rosina antes de abaixar a cabeça, mas ele não a beijou. Ele esperava pela confirmação de Rosina, já que não queria ultrapassar os limites dela.
Os olhos de Rosina estavam olhando para os lábios dele. Ela sabia que ele queria beijá-la, mas a imagem de Draco surgiu em sua cabeça, e a ideia de beijar Orso parecia errada.
Orso sorriu discretamente ao perceber a hesitação nos olhos de Rosina. Sua cabeça foi direto para as bochechas dela. Beijando sua pele suavemente antes de se mover para o pescoço e lamber sua pele. Ele se moveu para a área onde o pescoço e ombro se encontravam. Então começou a chupar a pele, dando um imenso prazer a Rosina.
“Ah~” Rosina gemeu e agarrou as costas de Orso. Suas unhas estavam se cravando em sua carne. Suas pernas ficaram moles e gelatinosas, e Orso a segurou firme para apoiar o peso dela.
Orso continuou chupando sua pele enquanto se girava, fazendo Rosina se sentar na cama. Começou a trabalhar nas roupas dela e a desatar a fita nas costas.
‘Por que eu vesti um vestido decente?’ Rosina pensou e começou a se impacientar, já que Orso estava demorando para despi-la.
Rosina tentou ajudar, mas Orso pegou a mão dela e a olhou diretamente nos olhos.
“Deixa eu fazer o meu trabalho, Senhora,” Orso disse sedutoramente e virou o corpo de Rosina enquanto trabalhava para desatar a parte de cima do vestido dela. Ele colocou seus lábios de volta no pescoço dela e continuou lambendo, mordiscando e beijando-a.
A luxúria de Rosina começou a se acumular enquanto sentia sua flor ficando molhada. Ela estava antecipando a atuação de Orso, já que ela já o havia saboreado antes.
Orso puxou as mangas de Rosina para baixo, revelando seus ombros. Imediatamente deslizou a língua pela área e lambeu a pele.
“Vou saborear cada cantinho da sua pele, Senhora,” Orso sussurrou com veemência, fazendo Rosina se tensionar. “Posso ter sua permissão para fazer isso?”
“Sim, pode,” Rosina sussurrou e concordou com um aceno de cabeça.
Orso sorriu, começou a tirar a parte de cima dela e deslizou a mão no seio dela. Sentiu a maciez enquanto começava a massageá-lo enquanto lambia seu pescoço.
“Sim, é aí,” Rosina gemeu e inclinou a cabeça para o lado para dar mais acesso a Orso.
Orso gostava que Rosina estava se entregando a ele. Ele começou a beliscar os mamilos dela, tornando-os duros e empinados com seu toque. Sua outra mão deslizou para baixo, procurou a flor dela e verificou se estava molhada.
“Você está começando a ficar úmida lá embaixo,” Orso sussurrou e mordeu o lóbulo da orelha dela. Ele massageou o clitóris dela para um prazer adicional e continuou beliscando os mamilos dela, puxando-os suavemente.
“Ah~ por favor,” Rosina gemeu e olhou para Orso com olhos turvos.
“Por favor, o quê?” Orso perguntou de forma brincalhona. Ele sabia o que Rosina queria, mas gostava de provocá-la. “Você precisa me dizer o que quer, Senhora.”
A respiração de Rosina ficou suspensa, e seus lábios se curvaram num sorriso malicioso. “Me surpreenda.”
Os olhos de Orso se arregalaram com a frase dela. Embora soasse familiar, ele não conseguia identificar o que era. “Você aceitará o que quer que eu te dê?”
“Sim-sim, por favor me surpreenda com uma noite de prazer,” Rosina declarou, e Orso a virou bruscamente, fazendo-a ficar de frente para ele.
Orso agarrou seu rosto e começou a lamber seu pescoço novamente. Sua outra mão foi para o traseiro dela e pressionou suavemente. Ele a empurrou para a cama e removeu o vestido, deixando Rosina apenas de lingerie branca.
“Você está encharcada, Senhora,” Orso sussurrou, forçando as pernas de Rosina a se abrirem bem. Ele colocou a mão sobre o clitóris de Rosina e o massageou com o tecido.
“E você cheira bem,” Orso acrescentou depois de dar uma cheirada. O cheiro o deixava louco, e ele teve dificuldade em se controlar, pois queria fazer tudo com delicadeza no início.
“Por que você não prova também?” Rosina sussurrou, agarrando a lingerie e a rasgando para que Orso se deleitasse. Ela não aguentava mais esperar enquanto seu âmago pulsava de antecipação por ser lambido.
Os olhos de Orso se arregalaram diante da vista da flor de Rosina mais próxima a ele. Ele podia ver o buraco dela pingando néctar doce. Ele colocou ambas as mãos nas coxas de Rosina e as afastou dele, fazendo a pélvis dela se elevar.
“Você é mesmo linda, Senhora,” Orso sussurrou e usou a língua para lamber o néctar pegajoso que escorria da flor de Rosina.
“Você tem um gosto tão bom. Estou ficando viciado!” Orso sussurrou com os olhos cheios de luxúria olhando para a flor dela.
Rosina o olhava enquanto respirava pesadamente. “Por que você não tenta provar mais?”
“Vou sim, Senhora,” Orso afirmou com um sorriso antes de pegar as mãos de Rosina e colocá-las em ambas as pernas. “Você pode segurar estas para mim?”
“Claro,” Rosina segurou suas pernas para Orso ter mais liberdade de movimento. A sensação de ter que ajudar Orso a ter mais acesso ao seu corpo a deixava ainda mais excitada.
Orso começou a circular a língua contra o clitóris dela e sugou muito lentamente. Sua outra mão foi para o buraco úmido dela, mas ainda não inseriu um dedo. Ele estava provocando Rosina a desejar seu toque.
“Ah, por favor. Toque em mim,” Rosina gemeu e ondulou os quadris contra a língua de Orso para aumentar o atrito, mas não era suficiente. Ela queria mais do que lambidas. “Me morda.”
Orso olhou nos olhos de Rosina e seguiu a ordem dela. Ele mordeu o clitóris dela suavemente antes de fazer com mais força.
“Ah~” Rosina gritou com a pressão e empurrou sua parte inferior contra a boca de Orso. Ela queria que ele a mordesse com força.
Orso tinha outros planos além de ceder aos desejos dela. Ele começou a massagear a parte externa do buraco dela, e sua outra mão foi para o ânus dela. Orso sabia que Rosina reagiria quando ele começasse a tocar seu cuzinho. Então usou seu ombro largo para bloquear o movimento de Rosina antes de colocar o polegar dentro.
“Nossa!” Rosina gritou e levantou a pélvis para evitar o contato, mas era tarde demais. Ela podia sentir o polegar dele esticando seu ânus e se contorcendo lá dentro.
Orso sorriu e gostou da expressão facial de Rosina. Ele continuou mordendo o clitóris dela e inseriu seu dedo médio no buraco gotejante dela enquanto trabalhava no ânus dela.
O prazer que Rosina recebia era intenso, e seu útero começou a se contrair. Ela estava chegando ao clímax, e Orso sentiu as paredes dela se apertarem em torno de seus dedos.
Isso fez Orso acelerar o movimento dos dedos para satisfazer Rosina. Os gemidos dela ficavam cada vez mais altos.
“Nossa! Ah!!!” Rosina gritou quando ela gozou. Suas pernas tremiam e se contorciam ao mesmo tempo. Suor rodeava o corpo de Rosina enquanto ela respirava pesadamente.
“Gostou disso, Senhora?” Orso perguntou e limpou o néctar dela de sua boca.
“Sim, gostei,” Rosina sussurrou. Ela fechou os olhos para ajudar o corpo a relaxar da tensão, mas sentiu a mão de Orso agarrar ambos os seus seios.
“Ainda não tive tempo de admirá-los,” Orso afirmou antes de lamber os mamilos de Rosina e sugar enquanto beliscava o outro. Ele sugava como se anseasse pelo leite materno.
“Nossa!” Rosina gemeu e enrolou suas pernas na cintura de Orso, puxando seu corpo mais para perto.
O corpo nu de Orso tocou a molhadeira dela, fazendo seu membro pulsar de antecipação. Ele esfregou seus quadris contra o núcleo de Rosina, fazendo seu membro se cobrir com o néctar pegajoso do gozo e dos sucos dela.
“Mais! Mais!” Rosina gemeu e puxou os quadris de Orso mais para perto enquanto abria suas pernas mais largamente. Ela sentiu a língua de Orso em seu pescoço enquanto ele a lambia novamente.
“Deixe-me te surpreender, Senhora,” Orso sussurrou e continuou a esfregar muito devagar, deixando Rosina impaciente. Ele sorriu ao ver que seu plano funcionou, e Rosina implorou pelo seu membro para devorá-la.
“Estou começando a odiar surpresas,” Rosina comentou com uma risada. Ela gostava de surpresas, mas não as queria mais se continuasse a sofrer pela falta de satisfação.
Orso não respondeu e sugou o outro mamilo dela da mesma forma gentil. Seu membro estava pulsando, e ele também sofria por causa de suas próprias decisões.
“Ah~” Rosina já estava se acostumando com o ritmo. Seu clitóris estava se divertindo com o atrito do membro de Orso, tanto que ela não reclamava mais, mas algo inesperado aconteceu.
Orso estava fazendo seu movimento usual quando de repente levantou um pouco os quadris, o suficiente para Rosina não perceber, e inseriu agressivamente seu membro em seu buraco, esticando as paredes dela.
“Ahhhh!” Rosina gritou com o efeito, e seus olhos se arregalaram com a súbita entrada do membro em seu corpo. Ela mal conseguia dizer algo quando Orso começou a mover seus quadris sem pausa.
Essa ação fez os músculos do núcleo de Rosina se tensionarem e tentarem ficar ainda mais úmidos pela inserção súbita. O som da violação de seu buraco encharcado de p*ssy ecoou pelo quarto, misturado com seus gemidos altos e os grunhidos de Orso.
“Deusa, você é tão apertada, Senhora,” Orso sussurrou entre beijos. Ele abraçou o corpo dela com a cabeça descansando em seu peito e deu pequenos beijos.
“Me faça solta,” Rosina sussurrou, e essa palavra encorajou Orso a se esforçar mais. Afinal, ela entregou seu corpo a ele.
“Então eu farei mais algumas surpresas,” Orso sussurrou antes de se sentar sem romper o contato com seu p*ssy. Ele colocou a mão no pescoço de Rosina e deu uma leve apertada.