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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 78

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  3. Capítulo 78 - 78 O Filho do Antigo Alfa 78 O Filho do Antigo Alfa Rosina
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78: O Filho do Antigo Alfa 78: O Filho do Antigo Alfa Rosina observava a carne sendo dilacerada. Sangue espirrava por todo lado e até respingava em suas bochechas, mas ela não se importava. A brutalidade a fazia estremecer de deleite por dentro.

“Uau,” Rosina estava impressionada. Ela achava que Vinicio venceria o duelo já que o lobo cinza estava ferido e cansado da batalha recente, mas foi o oposto.

O lobo cinza mordeu o lobo de Vinicio no pescoço, fazendo-o gemer de dor. Vinicio foi empurrado para o chão, e suas patas foram restritas pelas do lobo cinza.

Era uma contagem regressiva de se Vinicio aceitaria a derrota ou se conseguiria virar a batalha e escapar do domínio do lobo cinza. Todos na arena estavam torcendo, apostando em quem seria o vencedor.

O lobo cinza rosnou e mordeu mais fundo o pescoço de Vinicio, fazendo-o gemer até que ele se rendesse com o rabo entre as pernas.

“Que espetáculo,” Rosina declarou, curiosa sobre a forma humana do lobo cinza.

Vinicio sangrava terrivelmente enquanto mancava para longe. A derrota vergonhosa quebrou seu ego e orgulho, o que fez Rosina sentir pena.

“Espere,” Rosina chamou e caminhou em direção a ele. Ela respeitava que ele tivesse vencido o duelo contra os cavaleiros nobres, mas ele jogou sujo ao querer duelar com o lobo cinza, sabendo que ele estava ferido.

O lobo de Vinicio olhou para Rosina. Ele a sobressaía devido à sua forma de lobisomem. Seus olhos estavam embaçados de vergonha, e ele não conseguia olhar nos olhos de Rosina por muito tempo.

Rosina suspirou, tirou um remédio da sua bolsa e o enrolou com seu lenço. “Aqui, você lutou bem.”

Vinicio pegou o lenço com a boca e acenou para Rosina como agradecimento antes de se afastar do local.

“Agora, temos um vencedor!” Rosina exclamou. Sua aura irradiava alegremente enquanto ela estava animada para saber quem estava por trás da forma de lobo.

Ferro preparou uma capa preta, que era um presente de Rosina. Ela também cobriria seu corpo pois ele ficaria nu assim que voltasse à forma humana.

“Você pode agora mudar de forma e me dizer sua identidade,” Rosina disse gentilmente e pegou a capa de Ferro. Ela queria ser quem a entregasse ao seu guarda pessoal.

O lobo cinza uivou antes de voltar à sua forma humana. Ele gemeu de dor ao deslocar seus ossos e rearranjar seus músculos quando havia feridas abertas em várias partes de seu corpo.

Um homem nu se apresentou diante de Rosina. Ele imediatamente ajoelhou-se no chão e baixou a cabeça. As feridas estavam visíveis e sangrando em suas costas.

Rosina colocou a capa cobrindo sua carne.

“Senhora Rosina Greco, eu sou Silvio Locatello, um jóquei,” ele declarou com uma voz profunda.

Rosina franziu a testa pois sua voz era familiar, mas ela não sabia onde tinha ouvido. Ela colocou a mão no queixo de Silvio e empurrou sua cabeça para cima para ver seu rosto.

Foi então que Rosina percebeu quem era. “O cavaleiro vermelho?”

Silvio acenou afirmativamente e forçou-se a levantar. “Eu oferecerei minha vida pela sua segurança, Senhora Rosina.”

Os olhos de Rosina se arregalaram. Ela finalmente se aproximou de Silvio e notou que ele era muito bonito, e seus músculos eram evidentes por entre o tecido.

“Senhora Rosina, está pronto,” Ferro declarou e tirou algo de trás. Era uma espada que Draco havia dado a ele para o guarda pessoal de Rosina.

Rosina viu a espada e entendeu o que significava. “Está bem.”

Rosina olhou para Silvio e colocou uma mão em seu ombro. “Repita depois de mim. Eu, Silvio Locatello, juro solenemente e prometo minha espada a Rosina Greco, minha suserana, para defendê-la e obedecê-la até que ela deixe seus domínios ou a morte me leve e manter a honra de seu guarda pessoal.”

Silvio repetiu cada palavra firmemente e com orgulho. Rosina podia sentir seus músculos tremendo sob seu toque.

Rosina sorriu, pegou a espada de Ferro e entregou a Silvio com o novo título de guarda pessoal de Rosina ao invés de cavaleiro, já que ele não era um de início nem um nobre.

“Obrigado, Senhora Rosina. Cumprirei meu dever com orgulho,” Silvio disse com a cabeça baixa e a espada diante dele.

“Você fez muito bem,” Rosina respondeu antes de deixar a arena e permitir que Ferro fizesse o resto do trabalho.

Sal e Fina seguiram-na para fora com preocupação. Elas queriam falar com Rosina mas hesitavam em fazê-lo.

“Vocês duas podem falar,” Rosina suspirou e se virou para suas duas serviçais, que sussurravam uma para a outra.

“S-senhora, eu acho que a senhora deveria ouvir isso,” Sal gaguejou nervosamente enquanto olhava para Fina, dando-lhe a responsabilidade de contar a Rosina.

“Senhora Rosina, alguns boatos saíram sobre você. Eu temo que sua reputação será manchada por essas mentiras,” Fina declarou firme depois de ganhar coragem para falar.

“Hum, eu ouvi falar,” Rosina gargalhou enquanto balançava a cabeça. “Deixe estar.”

***
No dia seguinte, Silvio chegou à residência do terceiro príncipe com uma armadura combinando com sua espada, uma combinação de preto e vermelho.

Rosina estava esperando Silvio chegar na sala de estar quando Draco apareceu. Ele tinha um largo sorriso no rosto.

“Você causou um pequeno caos ontem,” Draco comentou e se sentou diante de Rosina.

“Os Monarcas irão me punir por isso?” Rosina perguntou e sorveu seu chá, suspirando de alegria.

“Já está feito, mas os cavaleiros nobres não ficaram felizes com o resultado,” Draco estava divertido com o quão os cavaleiros nobres estavam fazendo um grande caso disso.

“Talvez eu tenha ferido o orgulho e o ego deles escolhendo um plebeu como meu guarda pessoal,” Rosina declarou enquanto balançava a cabeça.

“Com certeza,” Draco concordou, e Ferro apareceu após alguns segundos.

“Sua Alteza, Príncipe Draco e Senhora Rosina. Sir Silvio Locatello chegou,” Ferro declarou após se curvar e afastar-se para o lado.

Silvio apareceu e se ajoelhou no chão. “Sua Alteza, Príncipe Draco Violante e Senhora Rosina Greco, aqui estou.”

“Por favor, levante-se, Sir Locatello,” Draco disse gentilmente e deu uns tapinhas no ombro de Silvio. “Como está sua mãe?”

“E-ela está bem, Sua Alteza,” Silvio respondeu timidamente com um leve rubor rosa nas bochechas ao mencionar sua mãe.

“Vocês dois se conhecem?” Rosina perguntou ao notar a atmosfera confortável entre os dois.

“Hum, eu estou surpreso que a senhora não soubesse disso, Senhora Rosina, mas Sir Silvio Locatello era o único filho do antigo Alfa Locatello da Matilha Mística,” Draco declarou e pressionou o ombro de Silvio gentilmente como um sinal de conforto.

“Antigo…” Rosina apertou os lábios. Ela tinha ouvido pelos boatos que a Matilha Mística foi invadida por uma alcatéia desconhecida e derrotada em batalha. O Alfa morreu e foi substituído pelo novo, que matou todos os clãs da antiga alcatéia.

“Por que você revela informações confidenciais tão livremente!” Rosina olhou para os lados para ver se havia serviçais por perto exceto Ferro.

“Não se preocupe, querida. Ninguém saberá que Luna e seu filho foram salvos,” Draco começou a rir e deu uns tapões agressivos na armadura de Silvio como um velho amigo reencontrado.

“E eu devo agradecer-lhe novamente por nos salvar, Sua Alteza,” Silvio se virou para Draco e fez-lhe uma reverência, mas Draco puxou-o para um abraço apertado.

Rosina ficou sem palavras e observou-os enquanto conversavam entre si. Depois de um tempo, Draco se despediu para ir verificar o local do casamento nos próximos dois dias.

“Então, você é um nobre, Sir Silvio,” Rosina riu divertida e recostou-se no sofá.

‘É por isso que ele era mais forte do que os outros plebeus e nobres. Ele deveria ser o próximo Alfa da segunda matilha mais forte após Sabrecrown,’ Rosina pensou e observou a aparência de Silvio de baixo a cima.

“Eu sou apenas um humilde plebeu, Senhora Rosina. Seu guarda pessoal,” Silvio declarou, colocando a mão sobre o peito, e fez uma reverência de 90 graus a ela.

“Bem, já que passaremos a maior parte do tempo juntos. Por favor, sente-se e tome chá comigo,” Rosina indicou o sofá à sua frente, mas Silvio hesitou.

“Por favor, eu insisto,” Rosina pressionou mais, ao que Silvio não pôde desobedecer. Ele sentou no sofá desconfortavelmente.

Como não havia nenhum servo por perto, Rosina pegou a chaleira e estava prestes a servir chá na xícara de Silvio, mas ele segurou sua mão para impedi-la.

“Eu-I posso fazer isso sozinho, Senhora Rosina. Aprecio seu gesto gentil,” Silvio insistiu e tirou a chaleira das mãos de Rosina.

“Está bem,” Rosina observou sua mão, sua pele formigou com o toque de Silvio. Seus olhos fixaram-se em sua mandíbula afiada, que tinha um pouco de pelo facial.

Silvio tomou um gole de chá e percebeu que Rosina o observava. “Você tem algo para perguntar, Senhora Rosina?”

“Sim, eu tenho uma pergunta por agora,” o sorriso inocente de Rosina se desvaneceu e foi substituído por um olhar sedutor. Ela se inclinou para trás e endireitou as costas, cruzando as pernas.

“Sir Silvio, você me acha bonita?” Rosina perguntou e lambeu os lábios sensualmente, fazendo Silvio entrar em pânico com sua ação sedutora.

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