A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 471
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471: O Jornal 471: O Jornal Babi acordou em seu próprio apartamento. Ela se sentou e segurou a cabeça, pois uma forte dor de cabeça estava explodindo seu cérebro.
“Ugh, foi só um pesadelo horrível?” Babi sussurrou enquanto forçava seu corpo a levantar. Ela sentia suas juntas e músculos doendo e gritando por descanso, mas ela pensou que era porque tinha dormido demais.
Babi deu um passo, mas imediatamente enfrentou o chão com um estrondo alto.
“Merda! O que está acontecendo comigo?” Babi murmurou enquanto tentava se levantar, mas percebeu que não tinha energia.
No fim, Babi decidiu rastejar até sua cama. Foi quando ela se viu no espelho à sua frente.
Babi viu como estava magra e desnutrida. A beleza que ela mais prezava desapareceu de seu rosto, e isso a fez gritar em choque.
“AHHHHH!!!! É REAL!” Babi ficou horrorizada com sua aparência, e isso foi suficiente para saber que seu ‘pesadelo’ era sua realidade.
Babi viu uma carta na mesa de cabeceira. Ela a pegou rapidamente e leu o conteúdo.
“Aquela mulher!” Babi cerrou os dentes quando a carta revelou todos os segredos obscuros que ela guardava e era ameaçada por Lúcia. Ela amassou a carta com pura raiva e sentiu a urgência de planejar sua vingança.
Do outro lado, Lúcia sorria inocentemente para os clientes entrando e saindo de sua floricultura. Era um dia movimentado, e ela nem sequer teve tempo para almoçar.
O sol foi se pondo lentamente, e a lua brilhou no céu. As luzes em cada prédio começaram a iluminar as ruas enquanto os negócios continuavam.
Lúcia fechou a floricultura. Ela deveria descansar, mas descartou essa ideia.
“Fazenda Turizer… Preciso saber de tudo,” Lúcia sussurrou para si mesma enquanto se dirigia à banca de jornal mais próxima. Ela examinou cada seção para ver algo relacionado à fazenda, já que era a maior da cidade.
“Está procurando algo, jovem senhorita?” o vendedor, que era um homem velho, inclinou-se para ver o que Lúcia estava procurando.
“Ah, não é nada,” Lúcia respondeu com um sorriso suave. Ela começou a reler os títulos, mas o vendedor continuava incomodando-a.
“Posso ajudar você. Me diga, quantos anos você tem?” o homem velho perguntou com um sorriso matreiro enquanto se inclinava ainda mais sobre o balcão. Sua cintura já estava para fora, e ele parecia que estava prestes a cair.
“O que minha idade tem a ver com o jornal?” Lúcia perguntou com uma carranca. Ela ficou irritada com a forma como ele tentava se aproximar dela.
“Um homem como eu, que tem um negócio de sucesso, precisa de uma jovem ao meu lado,” o homem velho declarou, revelando o motivo de suas investidas, e isso enojou Lúcia.
Lúcia fechou o jornal e o colocou de volta no lugar original. Ela não disse uma palavra, pois considerava ele indigno de sua saliva. Estava prestes a sair quando o homem velho segurou sua mão para impedi-la.
“Onde você pensa que vai!?” o homem velho gritou. Seu ego foi destruído depois que Lúcia o rejeitou, e ele não gostou.
“Senhor, você está mais para 75. Aposto que seu pênis nem consegue ficar em pé direito!” Lúcia gritou, fazendo questão que outros clientes e transeuntes ouvissem sua declaração.
“Você… você… sua vadia! Quem você pensa que é!?” o homem velho ficou horrorizado com o que ouviu. Era a primeira vez na vida que uma dama dizia palavras rudes na cara dele.
Lúcia revirou os olhos e sacudiu o braço para se soltar, mas o velho era mais forte do que parecia. Seu aperto se intensificou sobre ela, e doeu.
“Me deixe em paz!” Lúcia gritou e olhou em volta, mas eles apenas a encararam como entretenimento para seus dias monótonos.
“Uma garota rude como você precisa de disciplina,” o homem velho puxou Lúcia para si e estava prestes a agarrar sua cintura quando foi empurrado para trás com força.
“Pare seu assédio,” uma voz grave falou com raiva.
“José!” Lúcia chamou ao ver um rosto familiar.
José sorriu para Lúcia, mas manteve sua atenção no homem velho.
“Eu não estou assediando ela! Sou o dono desta loja, e tenho o direito de fazer o que eu quiser quando você está no meu território!” o homem velho gritou e bateu os punhos no balcão.
Os outros clientes, especialmente as mulheres, ficaram ansiosas e assustadas com o comportamento do homem velho. Elas foram embora enquanto cochichavam fofocas entre si.
“Que lógica distorcida,” José murmurou com raiva. Ele estava prestes a discutir quando Lúcia o puxou para longe. “Espere!” ele disse, mas foi ignorado.
“Covardes! Não voltem aqui novamente!” o homem velho continuou gritando enquanto acenava com o punho para eles.
“Bebe seu leite, vovô!” José respondeu alto enquanto era arrastado.
A multidão riu divertidamente ao ouvir as palavras de José, o que deixou o homem velho ainda mais irritado.
Lúcia parou de caminhar depois que eles se distanciaram do homem velho e olhou para José com uma carranca. “Você não precisa se meter nos meus assuntos,” ela declarou severamente.
“Não sou do tipo que ignora alguém quando precisa de ajuda,” José respondeu e cruzou os braços. Ele esperava um ‘obrigado’ de Lúcia, mas pareceu que era sua culpa.
“Esse tipo de mentalidade só vai te trazer problemas no futuro,” Lúcia suspirou enquanto balançava a cabeça. Ela não queria que José se envolvesse, já que aquele homem velho poderia ser um dos membros que caçavam jovens na cidade, e aqueles que se interpunham no caminho desapareciam ou se tornavam um cadáver.
“Haha! Não sou tão fraco,” José respondeu brincalhão. Ele arregaçou as mangas e flexionou, mostrando seus músculos.
“Aff,” Lúcia revirou os olhos de irritação. Ela virou as costas e começou a se afastar. Ela ainda precisava continuar sua busca pela fazenda.
“O que você vai fazer? Estou livre hoje,” José informou com um sorriso.
Lúcia parou de caminhar e queria rejeitar a oferta de José, mas depois de pensar sobre isso. Ela decidiu usá-lo para olhar em volta e coletar informações mais rapidamente.