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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 469

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469: Aquele que Ela Está Procurando 469: Aquele que Ela Está Procurando Lúcia não conseguiu dormir a noite inteira. Seu foco estava na porta, mesmo que ela já tivesse colocado uma cadeira na maçaneta por precaução. Ela não conseguia evitar pensar que sua vida estava em perigo por ficar mais tempo na mansão.

Lá pelas cinco da manhã, Lúcia saiu para fora. Ela já tinha visto vários servos caminhando no jardim para começar o trabalho deles.

Lúcia saiu cautelosamente, certificando-se de não fazer nenhum ruído, mas sua sorte não foi das melhores. Ela ouviu a porta ser aberta com força e estremeceu ao ver quem era.

“Bom dia, Senhorita Lúcia. Você acordou cedo hoje,” Daniel falou ao vê-la. Ele estava vestindo seu pijama de seda.

“Para você também, Senhor Daniel,” Lúcia respondeu baixinho, forçando um sorriso falso para não parecer suspeita.

“Você está de partida agora? Insisto para que tome café da manhã aqui,” Daniel falou e se aproximou de Lúcia. Sua presença demonstrava domínio, mesmo que ele não parecesse.

“S-sim, assim não incomodo ninguém e agradeço a oferta, mas gostaria de recusá-la,” Lúcia respondeu, dando um passo para trás para criar espaço entre eles.

Após ver os corpos mortos, a percepção de Lúcia sobre Daniel mudou, e ela se sentia mal estando perto dele.

“Insisto, Senhorita Lúcia. Seria ruim para o meu nome se deixasse uma convidada sair com o estômago vazio,” Daniel disse severamente, com um sorriso.

Lúcia estremeceu e concordou com a cabeça para evitar qualquer conversa adicional. Ela seguiu Daniel em silêncio enquanto observava os arredores.

‘Preciso ter cuidado,’ Lúcia pensou. Ela não queria saber o que aconteceria se irritasse Daniel.

Foram para a sala de jantar. Os servos estavam ocupados preparando os utensílios para ambos.

“Sente-se, Senhorita Lúcia,” Daniel falou e gesticulou em direção a uma cadeira vazia ao lado dele.

Lúcia obedeceu e sentou silenciosamente. Ela não disse uma palavra e observou os rostos dos servos enquanto começavam a servir a comida. Ela queria olhar atentamente para as expressões deles depois de trabalhar na residência que matava pessoas.

“Como foi seu sono, Senhorita Lúcia?” Daniel perguntou para começar uma conversa.

Lúcia olhou para Daniel. “Dormi feito uma pedra, Senhor Daniel. A cama é tão macia que eu não consigo evitar me aconchegar,” ela mentiu com um sorriso falso.

Lúcia estava extremamente desconfortável e as imagens do cadáver que ela tinha visto voltaram à sua mente.

“Isso é ótimo! As camas são feitas com os melhores materiais da cidade,” Daniel explicou com orgulho. Era um impulso no seu ego saber que Lúcia estava satisfeita.

“Obrigada por cuidar de mim,” Lúcia respondeu e olhou para o bacon à sua frente; parecia suculento.

Lúcia encarou o bacon por um longo tempo, o qual ela viu como semelhante ao cadáver picado. Isso fez com que ela questionasse se era carne humana ou não.

“Você pode comer à vontade. Não sinta vergonha,” Daniel disse após perceber que Lúcia não estava tocando na comida na mesa.

“Ah, ainda é cedo, Senhor Daniel,” Lúcia respondeu baixinho e optou pelos ovos ao invés, para estar segura. Ela não confiava mais em qualquer carne da mesa, e pensar que poderia ter comido carne humana ontem a fez querer vomitar.

“Hmm,” Daniel murmurou em entendimento. Ele pegou sua porção e comeu em silêncio, olhando para Lúcia de vez em quando.

Daniel estava acostumado a receber mulheres na mansão por insistência de sua mãe. Elas eram bonitas e algumas delas vinham de famílias proeminentes, mas ele não gostava delas.

As damas agiam com respeito e elegância em todos os sentidos, sempre concordando com seus desejos, mas Daniel não queria uma marionete. Ele queria alguém igual a ele, e em quem pudesse confiar quando estivesse passando por dificuldades.

Lúcia continuou comendo mas não tinha apetite. Ela só tomou seu café e comeu dois ovos. Ficou parada e esperou Daniel terminar como um respeito ao anfitrião.

“Onde você está hospedada, Senhorita Lúcia. Posso levá-la até lá, pois nenhum carro chega a esta área além dos nossos passeios pessoais,” Daniel explicou. Ele coçou o queixo enquanto olhava intensamente para Lúcia. Ele estava curioso sobre ela.

“Ah…” Lúcia abriu a boca para falar, mas nenhuma palavra saiu. Ela queria recusar a oferta, mas teria que caminhar por horas e ela não queria isso. “Você pode me levar até a floricultura que eu possuo,” ela respondeu.

“Certo. Se você puder esperar uma hora. Estarei pronto,” Daniel falou antes de se levantar. Ele terminou sua bebida e deixou a área de jantar para se arrumar.

Lúcia ficou sozinha com os servos olhando para ela, e ela não sabia o que fazer.

“Senhorita Lúcia. Eu sou Base, o mordomo da família. Deixe-me guiá-la até a área de espera,” Base falou e fez uma leve reverência.

“Obrigada,” Lúcia respondeu e se levantou. Ela seguiu Base, e foi levada para uma sala ampla e vazia com vários sofás ao redor. Ela se sentou em um deles e esperou.

Dois servos entraram e serviram biscoitos e leite enquanto ela esperava. Eles saíram, mas o mordomo permaneceu na sala.

Lúcia achou isso constrangedor, especialmente o silêncio ensurdecedor entre eles. Mesmo já estando satisfeita, ela decidiu comer os biscoitos para poder fazer algo além de ficar olhando para o nada.

Isso fez com que Lúcia notasse o retrato gigante de um homem bonito no canto.

O homem tinha cabelos loiros e olhos castanhos, semelhantes aos traços de Daniel.

“Esse é o pai do Mestre Daniel e marido da Dona Belo,” Base explicou depois de ver onde Lúcia estava olhando.

“Oh, obrigada por me informar,” Lúcia respondeu com um sorriso. Ela não prestou atenção, pois para ela era uma informação irrelevante.

“Posso saber o nome dele?” Lúcia perguntou por curiosidade.

“O nome dele é Mestre Danielo Nutri, fundador da Fazenda Turizer, a maior da cidade,” Base explicou com orgulho.

Ao ouvir as palavras de Base, o corpo de Lúcia tremeu. Ela olhou para cima para Base com os olhos arregalados.

“O quê… você acabou de dizer?” Lúcia sussurrou, e sua voz vacilou. Ela só tinha uma suspeita no início, mas não esperava encontrar quem estava procurando.

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