Ler Romance
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
Avançado
Entrar Cadastrar-se
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
  • Romântico
  • Fantaisie
  • Urbano
  • MAIS
    • MISTÉRIO
    • Geral
    • Ação
    • Comédia
    • Magia
    • Histórico
Entrar Cadastrar-se
Anterior
Próximo

A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 468

  1. Home
  2. A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas
  3. Capítulo 468 - 468 As Capas 468 As Capas Lúcia piscou algumas vezes antes de
Anterior
Próximo

468: As Capas 468: As Capas Lúcia piscou algumas vezes antes de se sentar e olhar para a janela, onde a lua se escondia atrás das espessas nuvens cinzas.

“Parece que vai chover muito,” Lúcia murmurou. Ela saiu da cama e abriu a janela, que tinha uma sacada.

“Ah, que frio!” Lúcia tremeu e agarrou um cobertor, cobrindo seu corpo enquanto apreciava o arrepio. Ela se sentou na cadeira e observou o ambiente sombrio. De alguma forma, isso lhe dava paz.

Lúcia pensava em Gastone e no que ele poderia estar fazendo enquanto ela estava fora.

“Será que ele já seguiu em frente? Ele tem agora uma amante?” Lúcia murmurou. Ela mordeu os lábios e deu um tapa em ambas suas bochechas. “Ah! Não pense nele!” exclamou.

Lúcia fez beicinho e se inclinou para trás enquanto se esticava. Ela olhou para longe e se perguntou onde ficava a casa da Dona Belo.

A mansão já era enorme, e as áreas vazias eram utilizadas como um jardim cheio de flores e estátuas. Nos fundos, havia vários prédios que eram bastante distantes, mas ainda assim parte da propriedade.

Lúcia deu de ombros e voltou a dormir, mas não conseguia. Ela estava com uma coceira para sair e explorar a mansão.

“Ugh!” Lúcia sacudiu os pés com irritação. Ela se dirigiu até a porta e espiou lentamente para fora.

Lúcia observou por alguns minutos, esperando para ver se havia algum servo por perto. Quando o lugar estava vazio, ela saiu e passeou pelo corredor.

Lúcia estava no segundo andar da mansão, e ele parecia deserto.

Ao longo do corredor, havia várias estátuas de meia-corpo colocadas em pedestais. Elas tinham muitas expressões em seus rostos, mas nenhuma delas parecia feliz ou tinha um sorriso.

Isso assustou Lúcia, e ela decidiu ignorá-las o máximo possível.

“Deveria ir até a cozinha e pegar um copo d’água,” Lúcia murmurou depois de sentir uma sede crescente. Ela desceu as escadas e esperava encontrar alguém, mas o lugar estava vazio.

“Alô?” Lúcia chamou, mas não houve resposta. Sua voz ecoava em uma sala vazia.

Lúcia franziu o cenho e ignorou isso. Ela planejava ir até lá sozinha, já que os servos poderiam estar descansando, já que era três da manhã.

Enquanto Lúcia seguia o caminho do salão de jantar até a cozinha. Ela notou que não havia velas iluminando o lugar, o que a fez ajustar sua visão e usar a parede para guiá-la.

Quando Lúcia tocou a maçaneta que dava para a cozinha. Ela lentamente a girou e ficou surpresa ao ver que estava totalmente iluminada por dentro.

Lúcia entrou na sala, mas não tinha ninguém por perto.

“Parece que eles estão cozinhando cedo,” Lúcia murmurou e foi direto pegar água. Ela notou que não havia vegetais na mesa, mas sim várias tigelas com tampa.

Lúcia colocou seu copo de volta enquanto enxugava a boca. Ela ficou curiosa sobre os pratos que eles prepararam, e isso a dominou. Ela já sentia um cheiro forte de carne, mas conforme se aproximava, o cheiro era insuportável.

“Vai ficar tudo bem,” Lúcia sussurrou e lentamente abriu uma das tampas, levantando-a, e imediatamente viu uma mão.

Lúcia suspirou chocada. Ela colocou a tampa de volta e cambaleou para trás, pois não podia acreditar no que via. Seu coração batia rápido enquanto olhava os outros recipientes.

“Nossa!” A respiração de Lúcia acelerou quando ela decidiu abrir outra para ver o que continha. Ela já se preparou para ver outra parte de um corpo, mas o que presenciou a atingiu fortemente.

Era uma cabeça decepada de uma jovem, e seus olhos estavam arregalados, vazios de vida.

“Por quê?” Lúcia sussurrou enquanto não podia deixar de sentir tristeza pelo fim precoce da vida da garota. Ela mordeu os lábios para impedir que qualquer som escapasse, já que queria chorar alto.

Lúcia respirou fundo e se compôs. Ela lentamente colocou a tampa de volta e saiu calmamente da cozinha sem deixar vestígios de sua presença. Seu corpo tremia de choque, mas manteve suas emoções estáveis.

Poucos minutos depois de Lúcia sair, o outro quarto se abriu. O chefe, o açougueiro e Daniel entraram na sala.

“Isso é toda a colheita?” Daniel perguntou com uma sobrancelha erguida.

“Sim, os outros produtos de boa qualidade estão na fazenda, prontos para serem distribuídos, Mestre,” o açougueiro respondeu e abriu as tampas para mostrar a Daniel.

Daniel olhou brevemente para os corpos mortos e virou-se para o chefe. “Como vai o restaurante?” ele perguntou.

Daniel tinha um restaurante de família localizado na rua mais sofisticada da cidade, famoso por seus pratos de carne.

“Vai absolutamente bem, Mestre. Eles adoraram os novos… ingredientes,” o chefe declarou, gesticulando em direção aos cadáveres.

“Bom,” Daniel assentiu compreensivo. Ele pegou duas sacolas cheias de dinheiro e as entregou a eles. “É um bônus por fazerem um bom trabalho,” ele acrescentou.

“Obrigado! Mestre!” eles exclamaram em uníssono, com a ganância evidente em seus rostos.

Daniel resmungou e saiu da sala, pois ainda não gostava do cheiro. Ele subiu para o seu quarto, que ficava a poucas portas de distância do de Lúcia.

Quando Daniel chegou à porta de Lúcia, ele parou e notou o brilho da luz vindo de dentro.

“Hmm,” Daniel murmurou e se aproximou, notando que a porta estava entreaberta. Ele puxou a maçaneta e a fechou ele mesmo, sem incomodar Lúcia, pois estava cansado e queria descansar.

Do outro lado, Lúcia estava em pé ao lado da porta, segurando um vaso em caso de alguém entrar em seu quarto e matá-la. Seu coração deu um salto ao ouvir o suave clique de sua porta que ela não havia fechado direito.

‘Preciso sair daqui,’ Lúcia pensou e foi para a cama com o vaso na mão. Sua mente estava cheia de pensamentos sobre por que eles faziam aquele tipo de coisa desumana.

“Daniel… você é… aquele que eu estou procurando?” Lúcia perguntou a si mesma. Ela tinha procurado por fazendas que abrigassem crianças e jovens adultos que eram vendidos para o mercado negro vindo do Orfanato, mas isso não envolvia assassinatos.

O pensamento de que poderia estar conectado trouxe medo ao coração de Lúcia, mas ao mesmo tempo, ela desejava que fosse um caso diferente.

Anterior
Próximo
  • Início
  • 📖 Sobre Nós
  • Contacto
  • Privacidade e Termos de Uso

2025 LER ROMANCE. Todos os direitos reservados

Entrar

Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Cadastrar-se

Cadastre-se neste site.

Entrar | Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Esqueceu sua senha?

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.

← Voltar paraLer Romance

Report Chapter