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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 467

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  3. Capítulo 467 - 467 O Filho 467 O Filho Lúcia estava confusa mas cooperou
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467: O Filho 467: O Filho Lúcia estava confusa, mas cooperou. Ela pegou uma colherada e mastigou a carne. Era mais macia e saborosa do que qualquer carne que ela tinha provado antes. No entanto, ela não gostava tanto e preferia comer mais vegetais.

“Está delicioso,” Lúcia elogiou, pensando que Dona Belo tinha cozinhado e queria saber sua opinião.

“Bom, bom,” Dona Belo estava satisfeita e comeu sua porção também.

“Só quero perguntar se vamos ter outra companhia?” Lúcia perguntou e olhou para a cadeira vazia.

“Ah, é para o meu filho. Sempre colocamos um prato caso ele volte para casa, mas na maior parte do tempo, ele não está aqui. Ele está tão focado no Negócio e em fazer sucesso,” Dona Belo explicou com um sorriso largo.

“Entendi. Você tem um filho trabalhador,” Lúcia declarou para agradar Dona Belo, que riu orgulhosa.

“Eu sei,” Dona Belo respondeu. Ela apontou para os outros pratos cheios de comida. “Sirva-se à vontade. Não seja tímida,” ela acrescentou.

“Obrigada, vou sim,” Lúcia respondeu e pegou uma porção para não ofender Dona Belo, mesmo que não gostasse de alguns pratos.

O silêncio tomou conta do ambiente enquanto eles se concentravam em comer. As servas serviam bebidas de tempos em tempos e limpavam os pratos após terminarem.

Lúcia estava um pouco desconfortável, já que vários olhos estavam sobre ela, observando seus movimentos, e ela detestava isso, especialmente as servas esperando que ela terminasse.

Isso fez Lúcia querer comer o mais rápido possível para facilitar o trabalho delas em vez de esperar por ela.

“Oh, não se preocupe com elas. Não precisa ter pressa,” Dona Belo riu, notando que Lúcia continuava olhando para os lados e para trás.

“Haha, não estou acostumada com isso,” Lúcia explicou enquanto limpava a boca.

“Elas estão apenas fazendo o trabalho pelo qual eu as pago. Você só precisa relaxar,” Dona Belo riu enquanto balançava a cabeça, divertida.

“Ah, tá,” Lúcia respondeu constrangida. Ela percebeu a diferença de status naquele ambiente, o que a fez pensar sobre si mesma. “Dona Belo, se não se importa. Quero perguntar se há outro motivo para me convidar aqui?” ela perguntou.

Dona Belo parou de cortar seu bife e riu. “Ah, você sempre me diverte, querida Lúcia,” ela respondeu.

No mesmo momento, a porta se abriu, e um homem apareceu com uma expressão séria no rosto.

“Mãe,” o homem disse e olhou para Lúcia confuso. “Eu não sabia que você tinha uma convidada,” ele acrescentou.

“Ah, Daniel. Estou feliz que você voltou para casa,” Dona Belo declarou com alegria.

Daniel beijou as bochechas de sua mãe e caminhou em direção a Lúcia.

“Sou Lúcia, Senhor,” Lúcia se apresentou com uma leve reverência.

“Hmm,” Daniel murmurou e pegou a mão de Lúcia, beijando o nó dos seus dedos enquanto olhava diretamente em seus olhos.

Lúcia ficou surpresa, mas sorriu forçadamente para não tornar as coisas constrangedoras se reagisse de forma negativa.

Daniel sentou-se no centro, e as servas imediatamente serviram comida para ele sem que ele levantasse um dedo. Ele só se mexeu quando tinha comida no prato.

Lúcia não pôde deixar de observar. Ela sempre ficava abismada com o modo como os ricos agiam como se não tivessem mãos para pegar sua própria comida.

“Quer comer mais?” Daniel perguntou após perceber o olhar de Lúcia.

“Ah, estou satisfeita,” Lúcia respondeu e bebeu água para evitar falar.

“A Senhorita Lúcia tem uma floricultura e vende flores ótimas que seu pai sempre gostava quando ainda estava vivo,” Dona Belo exclamou alegremente.

“Isso é ótimo,” Daniel respondeu enquanto balançava a cabeça, mas sua atenção estava focada em comer.

Lúcia apenas sorriu e não disse uma palavra. Ela se sentia como se estivesse invadindo uma refeição em família.

“Como está o Negócio?” Dona Belo perguntou já que não tinha notícias sobre o que estava acontecendo, exceto seu resultado.

“O Negócio está prosperando. Há muitos produtos agradáveis…” Daniel pausou e olhou para Lúcia. “… bons,” ele adicionou.

“Ótimo! Estou planejando expandir a mansão em homenagem ao seu pai,” Dona Belo afirmou com os olhos brilhando.

“Sim, isso pode acontecer em breve. Por favor, tenha paciência, Mãe,” Daniel declarou com um pequeno sorriso.

“Meu filho é muito trabalhador, Senhorita Lúcia. Ele é um bom exemplo de um homem na casa,” Dona Belo elogiou seu filho.

“Sim, notei, Dona Belo,” Lúcia respondeu secamente com um sorriso. Agora ela percebia o que Dona Belo estava fazendo o tempo todo, e ela não queria fazer parte disso.

Dona Belo queria preparar Lúcia para seu filho, Daniel, estarem juntos já que ela queria netos o quanto antes.

“Mãe, já falamos sobre isso,” Daniel suspirou em derrota. Não era a primeira vez que sua mãe tentava arranjá-lo com algumas moças.

“Meu Deus, Daniel. Não posso esperar tanto tempo!” Dona Belo exclamou e ofegou por estar ofendida.

Daniel balançou a cabeça e encarou Lúcia, que permanecia imóvel. “Me desculpe por te envolver nisso. Tenho certeza de que você percebeu o que está acontecendo,” ele sussurrou, aumentando a ira de Dona Belo.

“Daniel! Isso é um absurdo. Você já está velho o suficiente para ter sua própria família. O Negócio já está prosperando, e eu não estou ficando mais jovem!” Dona Belo gritou e lançou seu lenço em direção a Daniel antes de sair tempestivamente, deixando Lúcia sozinha.

“Dona Belo…” Lúcia chamou, mas Daniel a interrompeu.

“Você não precisa. Não é a primeira vez que isso aconteceu,” Daniel explicou antes de virar um copo de vinho tinto.

“Me desculpe. Talvez eu tenha causado—” Lúcia inclinou para se desculpar, mas Daniel a interrompeu.

“Como eu disse, você não precisa. Acredito que minha mãe lhe disse que ela está sozinha e queria que você jantasse com ela, hmm?” Daniel perguntou com uma sobrancelha erguida.

“Umm, sim,” Lúcia respondeu. Ela se sentia péssima pela situação familiar, mas estava mais irritada por estar envolvida no drama familiar deles.

“Aff, a razão de sempre,” Daniel revirou os olhos.

“Posso ir embora, Senhor,” Lúcia se levantou, mas Daniel segurou seu braço para que ela ficasse.

“Você deve ter vindo de longe. Fique para a noite, e pode ir embora pela manhã. Afinal, minha mãe não estará dormindo nesta mansão,” Daniel suspirou, balançando a cabeça.

No mesmo instante, ouviram uma carruagem chacoalhando do lado de fora.

“Essa é minha mãe indo para a casa dela. Ela sempre faz isso quando está chateada. Então agora você pode ficar confortável aqui,” Daniel acrescentou antes de pedir para os servos saírem do cômodo, já que também detestava seus olhares indiscretos.

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