A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 466
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466: O Retrato 466: O Retrato Lúcia riscou outro nome de uma fazenda de sua lista. Ela estava procurando desde cedo pela manhã, e já era tarde da tarde. Estava cansada e exausta, mas ainda não tinha nenhuma pista sobre Danielo.
“Aquela vadia! Vou esfolar ela viva!” Lúcia cerrava os dentes de raiva, pensando que Babi a tinha enganado e todo seu esforço tinha sido em vão.
Lúcia voltou para sua floricultura para dar uma surra em Babi quando notou a hora. Ela só tinha uma hora para ir até a casa da Dona Belo para o jantar.
“Ah! Quero pelar fora!” Lúcia exclamou apertadamente antes de desabar no sofá. Ela queria descansar um pouco, mas não conseguia.
Lúcia se forçou a levantar, vestir-se e maquiar-se para esconder o cansaço. Quando terminou, entrou em uma carruagem e dirigiu-se ao endereço fornecido.
Era bem longe, e a tarifa foi cara, o que deixou Lúcia um pouco irritada e aumentou seu estresse. Ela queria pedir uma compensação a Dona Belo pelo seu tempo e dinheiro, mas engoliu em seco.
“Dona Belo é sua cliente. Você deve ser gentil,” Lúcia sussurrou para si mesma e se acalmou. Ela respirou várias vezes enquanto olhava ao redor.
O lugar estava cheio de arbustos densos e árvores frutíferas. A casa era uma mansão enorme com designs medievais cheia de estátuas de diferentes tamanhos e formas.
“Caramba, essas parecem tão reais. Quem será o artista,” Lúcia sussurrou. Ela ignorou, mas o ambiente ao redor era demasiado arrepiante.
Dois guardas cumprimentaram Lúcia ao vê-la se aproximar do portão.
“Senhorita Lúcia, você chegou,” eles disseram em uníssono e abriram a porta para ela.
“Sim, obrigada,” Lúcia respondeu e olhou como o portão foi trancado depois que ela entrou. Ela agiu normalmente, mas manteve sua defesa alta caso algo acontecesse com ela.
Afinal, Lúcia ainda não sabia que tipo de antecedentes Dona Belo tinha, além de ser uma cliente fiel.
Assim que Lúcia entrou na mansão. Sua boca ficou aberta de espanto. Tudo estava pintado de amarelo e ouro, fazendo seus olhos doerem de tão brilhante que era.
“Tão lindo!” Lúcia exclamou enquanto olhava cada canto e anotava o que via.
“Você finalmente chegou! Estive esperando por você por horas!” Dona Belo desceu as escadas em seu roupão vermelho e fumando um cigarro.
Dois servos seguiam Dona Belo e atendiam até a mais simples de suas necessidades.
“O jantar será servido em dez minutos. Enquanto isso, deixe-me mostrar a casa,” Dona Belo disse, agarrando a mão de Lúcia e envolvendo-a com a sua.
“Você tem uma casa maravilhosa,” Lúcia elogiou para entrar no bom lado de Dona Belo.
“Obrigada. Meu marido projetou tudo isso. Então não é bem o meu estilo,” Dona Belo riu enquanto caminhavam lentamente pelos corredores, onde o gigantesco quadro de sua família estava afixado nas paredes.
“Ele tinha um ótimo gosto. Tenho certeza de que ele está feliz em saber que você vive bem aqui,” Lúcia declarou com um sorriso forçado. Ela não estava interessada na família de Dona Belo, mas ficou curiosa para saber como eles eram.
No centro estava um retrato da família onde Dona Belo e seu marido ainda eram jovens, e o filho deles era apenas um bebê.
“Ele parece fofo,” Lúcia elogiou. Ela sempre teve uma queda por crianças.
“Realmente. Ele se parece com o pai,” Dona Belo afirmou com uma risada. Ela suspirou com um sorriso triste. “Infelizmente, ele faleceu muito cedo e não estava lá para conviver com seu filho,” ela acrescentou.
“Posso perguntar qual foi a causa da morte dele?” Lúcia perguntou. Ela começava a ficar curiosa.
“Haha, ele falhou no fim de um contrato,” Dona Belo respondeu. Seu sorriso se apertou, e seu rosto mostrou decepção.
Lúcia franziu a testa. Ela sabia que um contrato era algo importante, mas ficou perplexa por matar alguém por causa disso.
“Meus pêsames, Dona Belo,” Lúcia murmurou tristemente.
“Tudo bem. O negócio ficou parado por um tempo, mas quando meu filho se tornou um homem. Ele assumiu, e está prosperando nos últimos sete anos,” Dona Belo afirmou orgulhosamente. Ela chorou um pouco ao ver como seu filho se tornou bem-sucedido.
“Isso é ótimo! Você deve estar muito orgulhosa,” Lúcia respondeu enquanto continuavam caminhando. Ela viu outro retrato de um homem jovem e bonito de terno. “Este deve ser seu filho,” ela acrescentou.
“Ah, sim. Não é bonito?” Dona Babi abriu seu leque para cobrir metade do rosto. Ela sorriu maliciosamente enquanto seu plano começava a funcionar.
Lúcia olhou para o homem. Ele parecia decente, mas ela não conseguia evitar compará-lo com a beleza de Gastone, que era muito superior.
“É,” Lúcia respondeu. Ela não queria ofender Dona Belo se dissesse a verdade que seu filho era apenas médio aos seus olhos.
“Que bom ouvir isso,” Dona Belo respondeu e soltou um profundo suspiro de alívio. “Vamos para a sala de jantar,” ela adicionou, gesticulando para Lúcia segui-la.
Lúcia piscou algumas vezes pois aquilo foi inesperado. Ela pensou que iria conhecer a casa inteira, mas parou após ver as fotos.
Isso deixou Lúcia desconfiada do motivo oculto de Dona Belo.
Eles chegaram à sala de jantar com uma mesa longa cheia de comida como se vários convidados estivessem chegando.
Lúcia notou três cadeiras colocadas no centro e outras duas em cada lado.
“Sente-se em frente a mim,” Dona Belo instruiu, apontando para o outro assento antes dela. Um mordomo foi atrás e puxou sua cadeira.
“Tá bom,” Lúcia respondeu e seguiu as instruções. Foi estranho devido a vários servos dentro, esperando por um comando.
“Gostaria de ouvir um pouco de música?” Dona Belo perguntou gentilmente.
“Claro, Dona Belo,” Lúcia respondeu, pois não queria ser rude recusando uma oferta.
“Boa menina,” Dona Belo sorriu satisfeita e gesticulou para seu mordomo. Imediatamente, um pianista entrou na sala, fez uma reverência e começou a tocar uma melodia.
“Eu realmente gosto dessa sua atitude, Senhorita Lúcia. Uma senhora submissa, gentil e agradável. Além disso, você é bonita,” Dona Belo comentou com um sorriso malicioso. Ela pegou carne moída com legumes e colocou no prato de Lúcia. “Coma, quero saber se você gosta do sabor,” ela adicionou.