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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 465

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  3. Capítulo 465 - 465 O Convite para Jantar 465 O Convite para Jantar Quem é
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465: O Convite para Jantar 465: O Convite para Jantar “Quem é você?” Babi perguntou nervosa. Ela agora estava curiosa sobre a identidade da mulher.

“Você não precisa saber,” respondeu a mulher. Ela puxou outra agulha e estava prestes a inseri-la no joelho de Babi.

“ESPERA! Eu vou falar!” Babi exclamou antes que pudesse ser ferida novamente. Ela engoliu em seco, pensando que não tinha vantagem alguma para fazer a mulher ter medo dela, e precisava ser astuta se quisesse continuar viva.

“Boa escolha,” a mulher sorriu e guardou as agulhas, esperando uma resposta.

“Sou honesta. Eu não sei onde eles abrigaram as crianças—!” Babi foi interrompida com um grito quando viu a mulher pegar a agulha. “ESPERA! DEIXA EU TERMINAR!” ela exclamou.

“Continue,” respondeu a mulher, friamente.

“Ok… Ok. Eu posso não saber o local exato, mas tenho algumas pistas. Eu… eu não posso fazer muito, já que sou apenas uma das t-trabalhadoras,” o fôlego de Babi estava ofegante, imaginando se a resposta que deu era suficiente para poupar sua vida.

“Me conte tudo,” a mulher instigou Babi a dizer mais.

“Eu ouvi o chefe conversando com um homem chamado Danielo. Ele tinha uma fazenda, que criava vacas e outros animais,” respondeu Babi, lembrando como a conversa ocorreu, mas ela não contou todos os detalhes.

“Danielo, hmm,” a mulher murmurou. Ela não conhecia ninguém chamado Danielo, mas ela poderia verificar as fazendas na cidade. Não seria fácil, mas pelo menos ela tinha uma pista.

“S-sim, isso é tudo que sei. Eu também sou restrita!” Babi exclamou. Ela estava frustrada por precisar dizer essa informação que poderia prejudicá-la. Afinal, ela era a única que sabia disso.

“Hmm,” a mulher murmurou e começou a remover as agulhas dos joelhos de Babi e as jogou fora.

“V-você vai me deixar ir?” Babi perguntou, esperançosa. Ela não queria morrer ainda e queria juntar dinheiro suficiente para comprar sua liberdade.

A mulher se levantou e colocou o recipiente de agulhas na mesa. Ela pegou algo e olhou para Babi. “Vou pensar nisso,” respondeu antes de dar uma tacada na cabeça de Babi, fazendo-a perder a consciência.

“Vou ter certeza de que está dizendo a verdade,” a mulher sussurrou. Ela jogou o bastão para o lado antes de arrastar o corpo de Babi para uma cama improvisada. Ela apertou as grossas correntes para garantir que ela não pudesse escapar.

A mulher revirou sua bolsa e pegou uma dextrose. Ela colocou a agulha na veia de Babi e garantiu que gotejasse bem.

“Isso vai durar dois dias,” a mulher declarou e ficou satisfeita com seu trabalho. Ela só precisava garantir que Babi ainda estaria viva quando ela retornasse.

A mulher saiu do quarto e fechou a porta, deixando Babi na escuridão com um único abajur pendurado na parede.

No dia seguinte, a mulher voltou para sua loja e abriu seu negócio como se nada tivesse acontecido.

“Ah, você acordou cedo, Senhorita Lucia,” perguntou uma senhora idosa. Ela era uma cliente frequente que comprava flores para seu marido falecido.

“Sim, não consegui dormir esta noite, Dona Belo,” Lucia respondeu. Ela deu seu sorriso mais brilhante enquanto escondia o machucado em sua mão.

Lucia procurou informações sobre todas as pessoas com fazenda durante a noite, mas não conseguiu encontrar um homem chamado Danielo. Ela estava irritada e com raiva que Babi poderia estar mentindo, mas precisava verificar de novo antes de confrontá-la.

“Você está tendo pesadelos?” Dona Belo perguntou preocupada. Ela esperou alguns minutos depois de Lucia arrumar seu lugar e entrou.

“Não consigo dormir facilmente,” Lucia respondeu timidamente. “Você gostaria de pedir algo?” perguntou, desviando o assunto.

“Ah! Sim, mais uma rosa para meu marido. As vermelhas, ele sempre gostava delas em vermelho. Sabe, como sangue,” Dona Belo respondeu e riu.

Lucia se sentiu desconfortável com Dona Belo comparando sangue com rosas, mas não perguntou mais nada já que poderia ser seu mecanismo de enfrentamento para a morte do marido.

“Sim, eu tenho algumas rosas vermelhas profundas em estoque hoje,” Lucia respondeu, puxando outro lote de rosas para que Dona Belo escolhesse.

“Lindas como sempre. Você não me decepciona. Por favor, embrulhe-as bem bonito,” Dona Belo respondeu e pagou o valor.

Dona Belo encarou Lucia o tempo todo, e ela a achou feminina e suave, perfeita como nora para ela.

“Está pronto. Obrigada por vir,” Lucia disse docemente.

“E eu agradeço!” Dona Belo exclamou alegremente. Ela estava prestes a sair, mas parou e voltou onde Lucia estava.

“Eu gostaria de convidá-la para o jantar de amanhã na minha casa,” Dona Belo disse esperançosamente. Seus olhos se arregalaram na expectativa de que Lucia concordasse.

“Obrigada pela oferta, Dona Belo, mas não acho que sou digna o suficiente para ser sua convidada,” Lucia respondeu, abaixando a cabeça.

Dona Belo era conhecida como uma viúva rica, mas ela permaneceu fiel ao seu falecido marido e não se casou novamente, embora alguns homens mais velhos tentassem conquistá-la.

Naquela sociedade, Lucia pertencia aos trabalhadores de renda média baixa e não estava na mesma faixa de impostos que Dona Belo.

Lucia estava preocupada que seus planos pudessem ser arruinados se se misturasse com pessoas ricas e poderosas. Afinal, ela queria realizar seus projetos discretamente, sem qualquer envolvimento.

“Insisto. Tem sido solitário ficar sozinha à mesa por um tempo. Meu filho está sempre ocupado com o negócio da família e não tem tempo para sua pobre mãe,” Dona Belo suspirou enquanto balançava a cabeça em desapontamento.

“Sinto muito ouvir isso,” Lucia respondeu. Ela estava relutante já que queria usar esse tempo para procurar fazendas, mas uma refeição boa e cara parecia muito atraente para recusar.

Afinal, Lucia tinha comido comida barata para gerir suas finanças, mesmo tendo bastante dinheiro em mãos.

“Por favor, apenas um jantar,” Dona Belo insistiu. Ela pegou a mão de Lucia e implorou para que concordasse.

Lucia franziu a testa, mas concordou com um aceno. Ela não queria perder uma cliente fiel, que lhe trazia renda extra.

“Me diga o horário e o lugar. Estarei lá,” Lucia respondeu com um sorriso forçado, esperando que não demorasse muito.

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