A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 457
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457: A Carne Fresca 457: A Carne Fresca “Me conta, qual é o seu plano atual?” Draco perguntou curioso. Ele cruzou as pernas e esperou por uma resposta.
Gastone franziu os lábios, pensando profundamente. “Bem, decidi não correr atrás dela se ela não me quer. Vou esperar minha segunda companheira aparecer. Eu não sou tão velho assim. Além disso, é problemático que ela seja humana,” ele disse.
Gastone deu de ombros. Ele estava magoado, mas a ideia de uma nova companheira chegando o confortou.
“Entendo. Então você a rejeitou?” Draco perguntou. Ele suspirou profundamente, embora não gostasse de como o Gastone descartou sua companheira imediatamente sem muito esforço para trabalhar no relacionamento.
“Por que eu a rejeitaria se nós não somos nada?” Gastone franziu a testa. Ele sabia sobre a rejeição de uma companheira para cortar o fio vermelho que os entrelaça.
Os olhos de Draco se arregalaram. A surpresa foi tanta que ele pôs os pés no chão.
“Não me diga… Você não rejeitou um ao outro, e você espera que uma nova companheira venha? Não é assim que funciona,” Draco disse com uma risada nervosa.
Gastone permaneceu calado. Ele de repente se sentiu ansioso por ter perdido essa informação crítica para se cortar completamente de Lúcia.
“Oh…” Gastone só conseguiu murmurar essas palavras.
“Eu tenho tantos problemas agora. Tenho certeza de que você pode resolver isso sozinho. Você já sabe o que fazer,” Draco se levantou e esticou o corpo. O cansaço o invadiu, e tudo o que ele queria era descansar.
“Como está… Sua Majestade?” Gastone perguntou, mudando de assunto.
“Ela está mais irritada do que o normal. O parto exigiu muito dela física e mentalmente. Estou fazendo todo o trabalho enquanto a deixo descansar mais. Além disso, bonito corte de cabelo,” Draco informou, acenando ao se despedir.
“Entendi. Boa sorte,” Gastone declarou e colocou seu capuz de volta, ignorando o elogio ao seu penteado.
Enquanto Draco saía. Ele parou e olhou para Gastone, que permaneceu sentado na sala de espera. Ele voltou, entregou-lhe uma bolsa sem dizer uma palavra e saiu.
Gastone levantou uma sobrancelha, mas nem conseguiu perguntar o que era.
No mesmo instante, a porta se abriu e a cabeça de Navin apareceu.
“Está feito, Meu Senhor?” Navin perguntou com um sorriso largo no rosto. Ele estava empolgado para passear pela cidade com ele.
“Sim,” Gastone respondeu e se certificou de que estava completamente coberto antes de sair.
Os outros cavaleiros, além de Navin e Jorge, olhavam para Gastone com curiosidade sobre sua identidade e seu propósito de encontrar o Rei.
“Navin, não faça ações irracionais que chamarão atenção,” Jorge sussurrou e cutucou o lado de Navin para impedi-lo de conversar casualmente com Gastone em voz alta.
“Ehh!” Navin fez beicinho. Ele ficou chateado por ter que abaixar um pouco o tom.
Gastone permaneceu em silêncio enquanto voltava ao seu cavalo. Sua mente estava cheia de pensamentos sobre o que ele iria fazer a seguir.
Assim que deixaram o terreno do Palácio, Navin foi ao lado de Gastone com um sorriso.
“Conheço uma ótima taverna por aqui,” Navin piscou para Gastone, insinuando que havia algo mais do que apenas um simples drink.
“Não pretendo ficar bêbado,” Gastone respondeu sem entusiasmo. Ele estava mentalmente cansado e queria dormir um pouco decente.
“Uns poucos drinks bastam!” Navin exclamou animado.
“Precisamos pegar um quarto primeiro e cuidar dos nossos cavalos antes de sairmos por aí,” Jorge lembrou-os, já que voltar para casa seria mais algumas horas de viagem.
“Esqueci!” Navin gritou. Ele não tinha pensado no alojamento, já que planejava ficar bêbado e dormir na taverna até de manhã.
“Vamos fazer isso,” Gastone concordou com Jorge e o incentivou a liderar, já que ele não sabia onde.
Jorge encontrou um motel bom e barato o qual Gastone ficou satisfeito.
Afinal, Gastone seria o responsável pelo pagamento.
Depois de se instalar em seu quarto, Gastone desabou na cama. Ele olhou para o teto e esfregou os olhos frustrado. Ele olhou para a bolsa que Draco lhe deu.
Gastone sentou-se e a abriu. Para sua surpresa, viu uma peruca na cor preta.
“Que diabos é isso para!?” Gastone exclamou. Ele balançou a peruca preta.
Gastone não sabia se deveria se sentir cuidado ou insultado pela ação de Draco.
“Ele disse que gostou do meu corte de cabelo…” Gastone sussurrou e jogou a peruca para o lado. Ele se deitou novamente na cama, e quando estava prestes a tirar um cochilo, uma batida forte bombardeou sua porta.
Gastone resmungou e nem precisou abrir para saber quem era.
“Vou estar lá embaixo!” Gastone gritou e cobriu as orelhas. Ele só queria descansar, já que a estrada tinha sido dura.
Gastone fechou os olhos por cerca de 15 minutos, mas não conseguiu dormir depois de ouvir a voz alta de Navin murmurando abaixo.
“Esse homem,” Gastone suspirou. Ele se sentou e estava prestes a vestir sua capa preta, mas lembrando o que aconteceu da última vez numa cidade o impediu.
“Ah! Posso ter problemas de novo,” Gastone suspirou, olhando para a peruca. Ele franzia a testa enquanto pegava a peruca, colocando-a sobre a cabeça para ver como ficava.
Olhando no espelho, Gastone explodiu em risadas. Ele parecia ridículo com sua nova aparência. Ele ajeitou a peruca para que ficasse bem na cabeça e escovou os fios embaraçados.
O cabelo preto fez os olhos azul elétrico de Gastone se destacarem.
“Isso serve por enquanto,” Gastone murmurou antes de organizar suas coisas e garantir que estivessem seguras enquanto ele estivesse fora.
Depois de mais dez minutos, Gastone desceu e testemunhou Navin e Jorge bebendo suco de laranja enquanto o esperavam.
O quarto de hotel que alugaram tinha um restaurante abaixo.
Navin e Jorge olharam para Gastone com total choque. Suas bocas estavam abertas.
Gastone parou diante deles com uma expressão estoica. “Não digam uma palavra,” ele avisou, olhando para Navin.
“Não vou. Só quero dizer que você está bonito nessa cor,” Navin mordeu os lábios para se impedir de rir. Ele sorriu apertado e virou-se para evitar Gastone.
Jorge suspirou balançando a cabeça. Ele entendeu por que Gastone tinha feito isso para evitar a atenção indesejada do público, mas acabou atraindo outro tipo de atenção.
Senhoras próximas sussurravam enquanto olhavam lascivamente para Gastone.
“Conheço alguns ótimos restaurantes e padarias para experimentar,” Jorge disse, mudando de assunto.
“Eh! Nós deveríamos ir para a taverna!” Navin se tornou sério e discutiu com Jorge.
“É muito cedo. Podemos ir lá à noite,” Jorge retrucou. Ele olhou para Gastone, que estava olhando para o cardápio do restaurante.
Mesmo tendo vivido como um plebeu no mundo dos humanos por um bom tempo. Ele ainda achava divertido o que os plebeus no reino dos Lobisomens estavam fazendo.
“Devemos dar uma olhada em algumas lojas antes de beber,” Gastone afirmou enquanto acenava. Ele saiu do hotel e respirou o ar lá fora, que não era tão fresco.
Navin e Jorge seguiram atrás mantendo uma certa distância, ainda fazendo seu trabalho como cavaleiros.
Afinal, eles estavam em um espaço público e estavam preocupados que alguém pudesse reconhecer Gastone e causar problemas para eles.
Navin estava mais dedicado a manter a identidade de Gastone segura, já que não queria estragar a diversão.
Eles foram a algumas padarias por perto e pegaram alguns itens pequenos, lanchando enquanto passeavam.
“Este biscoito de veludo é bom. Um pouco doce, mas é delicioso,” Gastone expressou seus pensamentos.
Os cozinheiros dentro do Palácio sempre preparavam pratos que estavam mais para sem sabor ou um leve. Eles usavam ingredientes orgânicos com menos sal para garantir a saúde da família real da melhor forma.
Os biscoitos eram ótimos, mas isso não resolveria a fome de Gastone. Seu nariz cheirou um fantástico aroma de carne assada. Ele imediatamente mudou de direção e seguiu mas parou ao perceber que estava indo para a área dos plebeus velhos.
“Qual é o problema, Senhor?” Jorge perguntou. “Aquele lugar é famoso pela sua carne,” ele explicou.
Gastone franziu a testa. Se ele ainda fosse o Príncipe Herdeiro, só pisaria naquele lugar com devida precaução. Ele olhou ao redor e as pessoas não davam a mínima.
“Talvez eu deva tentar,” Gastone murmurou e sorriu apertado. Ele engoliu seco e caminhou em direção ao local que estava cheio de lobos.
O aroma fez Gastone enlouquecer. Era a primeira vez que um simples cheiro o fez salivar.
“Ah! É uma fila longa!” Navin queixou-se ao ver uma linha de lobos esperando por uma mesa.
“Bem, é hora do jantar,” Jorge respondeu, dando de ombros.
“Podemos encontrar um lugar mais vazio para comer imediatamente,” Navin não queria esperar mais de quinze minutos por uma simples comida que ele poderia encontrar em outro lugar.
“Não, ficamos aqui,” Gastone respondeu com firmeza. Ele estava decidido a provar aquela carne custasse o que custasse.
“Senhor…” Navin se aproximou de Gastone e sussurrou. “Tem certeza que quer esperar aqui? Essa fila pode levar até uma hora,” ele acrescentou.
“Estou bem com isso. Preciso de um prêmio por engolir meu orgulho em vir até aqui,” Gastone respondeu com olhos escurecidos de determinação.