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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 453

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453: O Livro 453: O Livro José piscou algumas vezes enquanto aguardava a resposta de Lúcia. Ele demonstrava interesse por ela e estava disposto a ouvir sua história sem pensar que poderia deixá-la desconfortável.

“Não seja tímida?” José declarou, rindo após ver a expressão perturbada de Lúcia. “Você está procurando um amante que desapareceu na floresta?” ele perguntou em seguida.

“N-Não! Por que você pensa assim!?” Lúcia exclamou e se levantou. Ela virou de costas para evitar que José visse seu rosto avermelhado.

“Haha! Isso é bom. Me desculpe! Eu te provoquei demais?” José riu alegremente, mas sua expressão mudou e ficou séria.

“Você está planejando… se matar?” José acrescentou.

Não era surpresa se a floresta fosse usada por pessoas que queriam cometer suicídio, já que isso era comum de acontecer. Os corpos ou apodreceriam e se tornariam comida para as plantas ou seriam comidos por animais selvagens.

“Não, eu nunca faria isso. Tenho muitas coisas para realizar,” Lúcia respondeu. Ela suspirou ao voltar para sua realidade.

“Que bom ouvir isso. Então você é uma caçadora também?” José perguntou, interessado.

“Não, eu não sou. Eu pareço uma?” Lúcia o olhou e apontou para si mesma.

“Haha! Então você não é uma caçadora, não está procurando um amante e não está se matando. Então por que você está aqui, sozinha?” José perguntou casualmente. Seus olhos se estreitaram em busca de uma resposta.

“Hah! Por que você pergunta tanto? Por favor, cuide da sua vida,” Lúcia respondeu e revirou os olhos, irritada.

“Só estou curioso. É só isso,” José deu de ombros enquanto balançava a cabeça. “Só estou me perguntando por que uma moça encantadora está aqui e se há algo em que eu possa ajudar,” ele acrescentou com um sorriso.

Os olhos de Lúcia se arregalaram com o elogio suspeito de José. Ela sentiu um impulso no ego ao ser chamada de encantadora, mas achou estranho.

“Tenho meus motivos,” Lúcia respondeu e sentou-se novamente. Sua voz estava baixa, mas firme, querendo encerrar o assunto.

“Entendo,” José compreendeu e assentiu com compreensão.

Ambos permaneceram em silêncio enquanto esperavam o grupo retornar. Naquele momento, José e Lúcia adormeceram sob a sombra e a brisa fresca.

Já haviam passado algumas horas quando o grupo voltou com um veado nas mãos. Ao irem para o carro, pensaram que Lúcia e José tinham ido para outro lugar, mas então os viram no chão, dormindo juntos.

“Não são um amorzinho, haha!” Frank riu antes de dar um tapinha na coxa de José para acordá-lo.

Os outros homens riram e olharam para José com ar de gozação.

Ao mesmo tempo, Lúcia acordou devido ao barulho repentino.

“Ah, vocês voltaram!” Lúcia falou enquanto esfregava os olhos.

“Sim, agora vamos para a cidade,” Frank respondeu antes de sentar no banco da frente, pois ele iria conduzir o cavalo.

“O-okay,” Lúcia sussurrou e se sentou enquanto os outros homens iam para o carro.

Conversaram sobre vários assuntos de um lado para outro. Embora mais focado na vida amorosa de Lúcia, enquanto José permanecia em silêncio e apenas ouvia a conversa.

Após uma hora de viagem, chegaram à entrada da cidade. Era um pouco distante da casa de Lúcia, mas para ela estava tudo bem.

José estendeu a mão para ajudar Lúcia a descer.

Lúcia olhou para a mão de José e a pegou hesitante. Ela se sentiu repugnada pela ideia, ao contrário do que sentia com Gastone, mas disfarçou.

José manteve uma expressão amigável e soltou a mão dela assim que Lúcia pisou no chão. Ele imediatamente se afastou e ajudou seu pai a carregar várias cargas.

Lúcia ficou surpresa com as ações de José. Ela estava prestes a agradecê-lo, mas ele se afastou tão rapidamente. Seus olhos pousaram momentaneamente na mão que tinha tocado a dela e o viu cerrando-a.

“Minha mão está molhada?” Lúcia pensou e verificou, mas estava seca. Ela deu de ombros e os seguiu.

“Onde você vai ficar, Lúcia?” Frank perguntou depois que terminaram de carregar os recursos, e vários dos seus homens foram às lojas próximas que compraram seus suprimentos.

“Ah… Eu planejo alugar um lugar para esta noite. Obrigada por me trazer até aqui,” Lúcia respondeu, fazendo uma leve reverência em respeito pela excelente atitude deles para com ela.

“O aluguel aqui é caro. Até o mais barato é uma porcaria completa!” Frank exclamou com desgosto enquanto balançava a cabeça em desaprovação. Ele conhecia muito bem a cidade, e isso não era favorável para uma jovem como Lúcia.

Aos olhos deles, Lúcia parecia uma estrangeira ou uma viajante baseada no que ela vestia. Parecia caro e diferente do que outros plebeus usavam. Essa imagem a tornaria alvo de golpes e até sequestro, se ela fosse tão azarada.

Lúcia mordeu o lábio. Ela conhecia os problemas do aluguel, já que havia feito isso antes, mas não quis revelar essa informação, sabendo que José não conseguia se calar ao fazer perguntas.

“Talvez eu consiga encontrar um decente,” Lúcia respondeu em voz baixa. Ela fez uma curvatura antes de virar as costas para partir.

Frank estava tão preocupado com o bem-estar de Lúcia que não conseguiu conter-se e a chamou de volta.

“Lúcia, espera!” Frank gritou e acenou para Lúcia voltar.

“Hã?” Lúcia olhou confusa. Ela pensou que havia esquecido algo.

“Venha conosco. Nossa casa tem um quarto de hóspedes para você passar a noite. Já está tarde e é perigoso para você andar sozinha,” Frank afirmou e caminhou até Lúcia.

“Umm,” Lúcia murmurou hesitante. Ela estava preocupada que Frank tivesse outras intenções ao querer que ela ficasse em sua casa, e suas preocupações estavam visíveis em seu rosto.

“Não se preocupe. Não faremos nada com você. Minha esposa me mataria, haha!” Frank riu enquanto balançava a cabeça.

As palavras de Frank fizeram Lúcia suspirar aliviada, mas a guarda de Lúcia ainda estava alta.

Lúcia ponderou os prós e contras de alugar um lugar ou ficar com um estranho. Ela segurou sua bolsa com força e lançou um olhar para a rua movimentada.

“Ok, eu vou com você,” Lúcia respondeu e sorriu. Ela estava afastada da cidade e não sabia o que estava acontecendo no mercado negro, e estava preocupada que sua aparência chamasse atenção para si mesma.

“Que bom ouvir isso. Você pode ir embora pela manhã, quando é muito mais seguro passear,” Frank riu e fez um gesto para Lúcia voltar para o carro.

José permaneceu em silêncio e ocupou-se cutucando o veado morto.

“José, nós vamos voltar para nossa casa agora,” Frank zombou do filho e apressou-o a se mover mais rápido.

Foram mais trinta minutos de viagem antes de chegarem à casa de Frank, fora da cidade mas mais perto. Era cercada por árvores, o que a fazia parecer pacífica, sem as ruas movimentadas e barulhos irritantes.

Ao chegarem, uma bela senhora mais velha estava esperando do lado de fora com uma espátula na mão. Uma fogueira com uma panela já estava preparada.

“Você está atrasado, Frank,” a mulher reclamou. Ela bateu em Frank com a espátula no ombro.

“Me desculpe, minha querida esposa. Temos uma hóspede para passar a noite,” Frank declarou e fez um gesto em direção a Lúcia, que estava descendo do carro com a ajuda de José.

Os olhos da mulher brilharam, e ela olhou para Frank com um olhar significativo.

“Olá, prazer em conhecê-la. Eu sou Lúcia,” ela se apresentou e fez uma curvatura. Ela queria causar uma boa primeira impressão para se manter do lado bom deles.

“Olá, eu sou Helen e esta é minha filha, Josette. Fique à vontade. Vou preparar o jantar em poucos minutos,” Helen disse antes de empurrar Josette para frente e arrastar Frank para dentro de casa.

Lúcia deu uma risada constrangida e olhou para a menina, que a encarava intensamente.

“Olá, Josette. Como vai você?” Lúcia perguntou para puxar assunto, mas Josette a ignorou e continuou olhando, o que a deixou ainda mais desconfortável.

“Pare de ser esquisita e vá ajudar a mamãe,” José disse e afastou a irmã para o lado.

“Tudo bem. Talvez ela não esteja acostumada com estranhos de repente,” Lúcia disse. Ela não queria que Josette fosse maltratada porque ela estava ali.

“Tudo bem. Ela só vai ler seus livros de fantasia mesmo,” José respondeu e continuou empurrando Josette para longe.

“É sobre Lobisomens?” Lúcia deu uma risadinha. Ela se lembrou de José dizendo que sua irmã gostava de livros de fantasia, especialmente sobre romances com Lobisomens.

Os olhos de Josette brilharam e ela passou por José. Ela correu em direção a Lúcia e mostrou o livro que estava segurando.

“Você já leu isso!?” Josette esperou com expectativa enquanto Lúcia olhava para o título do livro.

“É um novo lançamento? Eu nunca vi isso antes,” Lúcia sussurrou empolgada. Ela não esperava que estar longe por tanto tempo a privaria de um novo lançamento de autores.

“É o novo. O Autor Milk lançou o Volume Um!” Josette exclamou pulando de alegria por Lúcia compartilhar sua empolgação.

“A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas… Esse é um título um tanto audacioso,” Lúcia achou que era demais para uma menina tão jovem ler.

“Ha ha…” Josette riu ansiosa enquanto olhava para José, que desconhecia o conteúdo.

“O que é?” José perguntou curioso e se aproximou de Lúcia para ver do que se tratava.

Lúcia rapidamente o desviou e puxou Josette consigo. “Vamos ter uma conversa de meninas. Você pode ajudar seu pai com o veado!” ela exclamou e se afastou com Josette a seu lado.

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