A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 450
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450: A Pele Bege 450: A Pele Bege Gastone parou em uma clareira rodeada de flores. Era uma visão, e ele planejava usar aquilo como um portal para o mundo humano.
“Uau! Esse lugar é incrível!” Lúcia exclamou, maravilhada. Seus olhos brilhavam enquanto olhava em volta, especialmente como o sol brilhava em um único ponto.
“Que bom,” Gastone respondeu com um aceno de cabeça. Ele estava esperando o momento perfeito para abrir o portal.
“Seria bom fazer um piquenique aqui. É isolado também!” Lúcia gargalhou antes de se sentar no chão, sentindo a grama macia sob ela.
Gastone olhou para ela. Em sua mente, ele imaginava como seria fazer um piquenique com Lúcia e se aninhar durante a noite enquanto olhava as estrelas. Ele balançou a cabeça para afastar os pensamentos, pois sabia que isso não aconteceria tão cedo.
“O que você acha?” Lúcia perguntou. Ela queria saber a opinião de Gastone.
“Claro, por que não?” Gastone deu de ombros e virou as costas. Ele não queria que Lúcia o visse gostando da ideia.
“Que bom,” Lúcia respondeu, mas seu sorriso sumiu. Ela olhou tristemente para o lugar mais uma vez antes de correr em direção a ele. “Vamos!” ela acrescentou.
“Vamos esperar um pouco antes de continuar,” Gastone respondeu e pegou a bolsa que havia preparado para ela. Ele a entregou na mão de Lúcia sem dizer uma palavra.
“O que é isso?” Lúcia perguntou, confusa. Ela abriu a bolsa e seus olhos se arregalaram com o que viu.
“Seu salário e algo para se lembrar de mim quando estiver lá fora vivendo sua melhor vida,” Gastone respondeu com um sorriso doce no rosto.
Aquela imagem fez o coração de Lúcia dar um salto. Seu cabelo brilhava enquanto o sol incidia sobre ele, fazendo seus traços faciais brilharem em beleza.
Lúcia virou a cabeça, pois sentiu que seu nariz sangrava com tanta aura irradiando de Gastone.
“Tem algo errado?” Gastone perguntou, inclinando a cabeça para o lado. Ele estava confuso se Lúcia havia gostado do que ele deu ou não.
“Oh, não,” Lúcia balançou a cabeça e focou sua atenção na bolsa. Ela podia ver moedas de ouro que poderia vender e um colar. Ela o puxou para fora, e seus olhos se arregalaram com o que viu.
Um colar de ouro com um pingente de uma única letra. Tem pequenos diamantes ao redor.
“Um ‘G’, isso é interessante,” Lúcia disse e mostrou a Gastone.
“Sim, para você se lembrar de mim. Afinal, é a primeira letra do meu nome. Espero que te dê força e valor na vida se nada de bom acontecer,” Gastone sorriu ironicamente como se tivesse feito algo memorável.
Lúcia sorriu constrangida e colocou o colar de volta na bolsa. Ela não queria usá-lo pois fazia ela pensar que Gastone era seu amante devido à letra inicial.
“O-obrigada. É um presente legal,” Lúcia respondeu e guardou a bolsa na sua mochila. “Você já me comprou muitas joias antes,” ela acrescentou, lembrando-se da caixa que encontrou contendo muitos itens.
“Ah, sim. Eu havia esquecido disso. É para você. Espero que você as leve em sua jornada,” Gastone declarou orgulhosamente. Ele se sentiu mais animado ao saber que Lúcia sabia sobre aquelas que ele havia comprado para ela.
“Ah, eu só levo algumas comigo… é muito pesado para carregar todas,” Lúcia se justificou, mas a verdade era que ela não queria aceitá-las para evitar que Gastone pensasse que ela estava se aproveitando dele. Ela estava, mas não queria que ficasse tão óbvio.
“Entendi,” Gastone acenou compreendendo. “Descanse um minuto. Eu já volto,” ele acrescentou antes de caminhar para trás da árvore.
Lúcia pensou que Gastone foi urinar. Por isso, ela não perguntou mais nada.
Por outro lado, Gastone olhava para o pingente de rosa na mão.
“Eu só preciso lamber, e tudo vai ficar bem,” Gastone murmurou para si mesmo antes de olhar para Lúcia deitada na grama.
Gastone olhou em volta procurando um lugar adequado e encontrou arbustos densos a alguns metros de distância deles.
“É aqui,” Gastone exclamou alegremente antes de voltar para Lúcia.
Quando Gastone se aproximou, ele viu Lúcia passando pó no rosto, mas isso não era o que ele estava focado.
Uma estranha nuvem de fumaça negra se aproximava de Lúcia. Era uma entidade desconhecida no reino que ativou a proteção de Gastone.
“LÚCIA! CORRA!” Gastone gritou no auge de seus pulmões, seguido por um rosnado que fez os pássaros nas proximidades voarem de medo.
Lúcia estremeceu de surpresa. Ela viu Gastone correndo em sua direção tão rápido, e arrepios apareceram na sua pele. Ela sentiu algo frio nas costas, mas não ousou olhar.
Lúcia acreditava que era um animal selvagem e fugir só resultaria em perseguição. Ela não queria que Gastone se machucasse se isso acontecesse, então ela ficou imóvel.
“LÚCIA!” Gastone gritou depois que Lúcia continuou parada. A fumaça negra se aproximava, e ele não teve escolha a não ser transformar-se em seu lobo para correr mais rápido.
“LÚCIA! FECHE OS OLHOS!” Gastone gritou enquanto tirava suas roupas às pressas.
Lúcia obedeceu, pois também estava com medo de olhar.
Até então, Gastone havia se transformado em forma de lobo e puxou Lúcia pela gola como um saco de arroz.
A Fumaça negra desapareceu quando não conseguiu alcançar Lúcia.
Gastone imediatamente voltou à sua forma humana para evitar ser pego. Era uma jogada arriscada que incluía mostrar sua verdadeira identidade, mas valia a pena pela segurança de Lúcia.
“O-o que está acontecendo?” Lúcia sussurrou, enquanto se colocava na posição fetal para se fazer menor.
“Nada. Apenas uma raposa selvagem,” Gastone respondeu. Ele estava segurando Lúcia com uma mão.
“Ah,” Lúcia abriu os olhos, e a primeira coisa que viu foi o pênis balançante de Gastone. Ela estava impressionada com o quanto parecia longo mesmo estando flácido.
“Nossa, que coisa para se ver,” Lúcia adicionou antes de lamber os lábios.
“O que você é? Uma pervertida?” Gastone franzia a testa e colocou Lúcia no chão. Ele prosseguiu para pegar suas roupas e vesti-las.
Lúcia sorriu, mas olhando para sua mão, havia alguns fios de pelo bege. Ela os havia agarrado quando seu corpo foi puxado para cima e sentiu uma suavidade extrema, mas isso desapareceu depressa demais.
Isso deixou Lúcia confusa sobre de onde o pelo veio, já que Gastone era quem a estava segurando, e ela tinha certeza de que raposas comuns não tinham pelagem bege.