A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 421
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421: O Proprietário 421: O Proprietário Gastone acordou e percebeu que já era tarde da tarde. Ele adormeceu depois que chegou e sentiu seu corpo recuperar forças.
“Deveria tomar um banho,” Gastone murmurou e se sentou. Esfregou os olhos e alcançou inconscientemente os lenços sujos ao lado de sua cama, mas eles não estavam mais lá, para sua surpresa.
“Huh, onde eles foram?” Gastone murmurou confuso e olhou para sua lixeira, que parecia ter menos lenços dentro.
Gastone franziu a testa e tentou lembrar se tinha jogado o lixo fora, mas nada.
“Ah, talvez eu só tenha esquecido,” Gastone deu de ombros. Ele estava prestes a tomar banho quando sentiu o cheiro fraco de Lúcia. Ele parou e farejou ao redor, mas ele desapareceu mais rápido do que ele pôde acompanhar.
Gastone ficou mais confuso, mas quanto mais pensava nisso, menos fazia sentido. Então ele foi tomar banho e se vestir, já que queria dar uma corrida curta até a floresta.
Quando Gastone saiu de casa, ele viu Navin mastigando algumas maçãs ao lado.
“Ah, Senhor. Sua companheira foi explorar a floresta. Jorge está com ela caso algo aconteça,” Navin explicou para prevenir Gastone de entrar em pânico ao perceber que Lúcia não estava por perto.
“O quê!?” Gastone gritou e correu direto para a floresta. Ao saber que Lúcia estava longe dele, ele se tornou agitado. Ele queria que ela ficasse ao seu lado ou perto dele a todo momento para mantê-la segura o máximo possível.
“Meu Senhor!” Navin gritou e correu atrás de Gastone para alcançá-lo. Seu plano falhou, fazendo Gastone correr como se sua vida dependesse disso.
“LÚCIA!” Gastone gritou e usou seus sentidos para localizar a localização de Lúcia. Ele seguiu o cheiro, e não demorou muito antes de encontrá-la sentada ao lado do pequeno lago.
“Lúcia!” Gastone estava ofegante enquanto olhava a expressão relaxada de Lúcia. Ele olhou para Jorge, que estava sentado por perto.
“Se— Quero dizer… G-gastone, o que você está fazendo aqui?” Lúcia perguntou confusa, já que Gastone parecia furioso com ela.
“Eu gostaria de te perguntar a mesma coisa!?” Gastone gritou e andou mais perto de Lúcia. Sua aura irradiava de seus poros, fazendo sua companheira se sentir ameaçada por sua presença.
“E-eu não tinha nada para fazer. Então saí para explorar a área,” Lúcia explicou suavemente, tentando não aumentar a raiva de Gastone, mas ela não entendia por que ele estava reagindo daquela forma.
“Você pediu minha permissão para sair?” Gastone perguntou severamente. Ele agarrou o ombro de Lúcia e a puxou para perto.
“Hah!? Por que eu preciso pedir?” Lúcia levantou a voz, pois não gostava de ter que pedir para sair, já que não estava fazendo nada de errado. Ela se desvencilhou agressivamente para se afastar do toque de Gastone.
“Porque eu te trouxe aqui!” Gastone gritou enquanto apertava o grip.
Navin e Jorge se olharam desconfortavelmente. Eles não queriam se envolver no conflito do casal e se afastaram alguns metros para lhes dar espaço.
“Isso não significa que eu precise da sua permissão para ir aonde eu quiser. Você não me possui!” Lúcia gritou, incapaz de se controlar. Ela cerrava os dentes em frustração, sentindo que estava de volta em uma gaiola.
“VOCÊ—!” Gastone não conseguiu continuar, ou revelaria a verdade que Lúcia era sua companheira, o que ela não entenderia.
Gastone virou as costas para evitar olhar para Lúcia. “Faça o que você quiser!” ele gritou antes de sair com passos pesados.
Navin imediatamente seguiu atrás de Gastone enquanto Jorge ficava para trás.
“Caramba! Qual é o problema dele!?” Lúcia disse desdenhosamente e revirou os olhos irritada.
“Por favor, perdoe a reação do Senhor Gastone. Ele estava apenas preocupado com seu bem-estar, e você é sua responsabilidade,” Jorge explicou para ajudar a acalmar a situação entre eles.
“Ele não precisa ser responsável por mim. Eu sou velha o suficiente para cuidar de mim mesma,” Lúcia respondeu e se sentou no chão. Ela começou a arrancar a grama uma a uma para desabafar sua raiva.
“Bom, você está em um mundo diferente agora, Senhora. Por favor, tenha em mente que o Senhor Gastone só quer protegê-la,” Jorge declarou suavemente e entregou uma maçã para Lúcia.
Lúcia franziu a testa com as palavras que Jorge havia dito. “Senhora? Eu não sou uma Senhora. Você pode me chamar de Lúcia,” ela disse com um pequeno sorriso.
“Hmm,” Jorge murmurou e evitou o olhar de Lúcia. Ele não queria se meter em problemas se Gastone o flagrasse chamando Lúcia pelo nome.
“Além disso, por que você está chamando Gastone de Senhor? Ele é alguém importante?” Lúcia perguntou com curiosidade. Ela tinha a mesma pergunta para Gastone antes, mas ficou sem resposta.
“O tempo dirá, Senhora Lúcia. É melhor que o próprio Senhor Gastone lhe diga tudo, já que não é meu lugar dizer uma palavra,” Jorge respondeu de forma despretensiosa. Ele não queria ultrapassar os limites de seu trabalho como Cavaleiro.
“Entendi,” Lúcia suspirou e sentiu que havia um segredo profundo envolvendo Gastone, e ela estava envolvida. Olhou ao redor e notou que alguns dias atrás não havia casas por perto. Ela também tinha observado Jorge e Navin, que eram supostamente trabalhadores, mas na verdade não estavam trabalhando, e sim acompanhando Gastone ou ela aonde quer que fossem.
“Que tipo de trabalho você está fazendo aqui, Senhor? Ah! Ainda não peguei seu nome!” Lúcia exclamou e rapidamente se levantou. Ela foi até Jorge e estendeu a mão. “Eu sou Lúcia, e você é?” ela acrescentou.
“Você pode me chamar de Jorge, e eu sou responsável por caçar… recursos alimentares,” Jorge respondeu com um sorriso apertado. Ele olhou para a mão de Lúcia e hesitou em recebê-la, já que seu cheiro poderia se prender à pele dela.
“Prazer em conhecê-lo, Jorge!” Lúcia exclamou e estava prestes a pegar a mão de Jorge por conta própria quando ele pulou para trás. “Huh? O que há de errado?” ela perguntou enquanto tentava esconder seu constrangimento.
“É um prazer conhecê-la, Senhora Lúcia, mas prefiro que mantenhamos nossas mãos para nós mesmos,” Jorge respondeu, limpando a garganta para encerrar o tópico constrangedor. “Vamos voltar para a casa. Tenho certeza de que o Senhor Gastone está esperando seu retorno,” ele disse, gesticulando para que Lúcia caminhasse.
Lúcia abriu a boca para falar, mas não saíram palavras. Ela estava perplexa com o comportamento deles, fazendo-a se sentir desconfortável em ficar ali por mais tempo. Afinal, ela tinha notado como os três homens eram altos, e ela mal alcançava os ombros deles.