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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 403

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403: O Herdeiro 403: O Herdeiro Os Cavaleiros e servos corriam continuamente pelos corredores e hall em pânico. Era o dia em que sua Rainha deu à luz o herdeiro do trono, e a notícia alarmou todo o reino.

Afinal, a gravidez de Rosina permaneceu escondida do público.

Draco estava do lado de fora da sala de parto, ouvindo Rosina gritar enquanto fazia força para o bebê nascer. Ele queria estar ao lado dela durante o parto, mas Rosina gritou para ele sair.

“TIRA ESSA COISA DE DENTRO DE MIM!!!” Rosina gritou e usou toda a sua força para empurrar o bebê pela última vez. Ela sentiu sua energia sendo drenada do corpo.

“Vossa Majestade!” a Theta exclamou em espanto enquanto segurava a criança recém-nascida.

A porta do quarto se abriu e deixou Draco entrar. Seus olhos se iluminaram ao ver o bebê chorando nos braços da Theta.

“É um menino, Vossa Majestade,” a Theta disse com lágrimas nos olhos. Ela entregou o bebê para Draco e começou a limpar Rosina.

“Sinto como se… estivesse morrendo,” Rosina sussurrou enquanto respirava fundo. A dor era insuportável, mas seu lobo assumiu metade dela.

Draco sorriu com lágrimas nos olhos e andou em direção ao lado de Rosina. Ele sentou-se na cama e deu o bebê para Rosina.

“Obrigado por fazer nossa família crescer,” Draco sussurrou, beijando amorosamente a cabeça de Rosina.

Rosina suspirou aliviada por finalmente ter sua b*ceta descansada. Ela olhou para seu filho e notou seus cabelos com mechas ruivas, como os dela. Ela olhou para Draco com um sorriso cúmplice no rosto.

“Tá bom, você ganhou,” Draco riu baixo enquanto balançava a cabeça. Eles fizeram uma aposta sobre a cor do cabelo do bebê, e o prêmio era uma viagem de três dias.

“Envie cartas para cada matilha e anuncie o herdeiro da Coroa,” Rosina disse com um suspiro e entregou o bebê para Theta. Ela queria descansar bem sem ninguém incomodá-la, inclusive Draco.

“Certo,” Draco se levantou e estava prestes a sair quando Rosina disse outra palavra.

“E mande uma para Gastone, também,” Rosina adicionou, fechando seus olhos.

“O quê? Por quê!?” Draco ficou surpreso, uma vez que Gastone nem fazia parte da família deles, já que não tinham conexão sanguínea.

“Porque ele pode voltar para o reino. Sua mãe já está na prisão que eu criei. Não há mal nenhum; além disso, ele precisa conhecer sua companheira,” Rosina sussurrou enquanto gesticulava para Draco ir embora. Ela queria tirar um cochilo enquanto o trabalho era feito.

Draco mordeu o lábio antes de sair do quarto e não quis incomodar o descanso de sua esposa. Ele foi ao seu escritório e escreveu várias cartas para todos os líderes das matilhas.

Era uma grande notícia, mas também perigosa. Mesmo que não tivessem inimigos ativos no momento, Draco não queria baixar a guarda.

Draco escreveu a última carta, que era para Gastone. Ele se levantou e pediu ao seu Beta, Gino, que enviasse as cartas. Ele se comunicou através do vínculo mental com seu Gamma, Duilio e Gamma, Biagio para dobrar o número de Cavalheiros e Guerreiros nas fronteiras de Sabrecrown e no Palácio para segurança.

“Hmm, mas ainda tem mais um problema,” Draco murmurou e franziu o cenho, em profunda reflexão. Várias palavras lhe vinham à mente, mas ele não tinha certeza. No fim, ele voltou à sala de parto, onde Rosina estava cochilando.

Draco viu Rosina comendo seus biscoitos de leite favoritos com uma bebida quente de chocolate quando chegou.

“Algum problema?” Rosina perguntou com uma sobrancelha levantada. Ela havia cochilado por uma hora e ainda se sentia fraca.

“Nós não discutimos sobre o nome do nosso bebê!” Draco exclamou e beliscou a ponte do nariz por causa do estresse.

“Por que você está exagerando?” Rosina revirou os olhos e olhou para o bebê dormindo na caminha ao lado dela.

“Porque ainda não temos nome para ele. Isso é importante,” Draco suspirou e sentou no sofá.

“Hmm, por favor, nos deixe um pouco,” Rosina disse, gesticulando para Fina deixar o quarto. Ela sabia que haveria uma discussão com Draco, já que eles tinham gostos diferentes para nomes.

“Sim, Vossa Majestade,” Fina se inclinou e saiu apressada. Ela ficou ao lado de Silvio do lado de fora. Eles estavam com o casal há tanto tempo que sabiam o que ia acontecer.

O silêncio dentro do quarto se tornou pesado enquanto Rosina e Draco se olhavam intensamente.

“Matteo,” Rosina disse, mas Draco balançou a cabeça em discordância.

“Guiseppe,” Draco sugeriu um, mas Rosina revirou os olhos.

“Você pode sugerir um decente?” Rosina cruzou os braços e estalou a língua. Não tinha nem três horas que ela havia dado à luz, mas já estava discutindo com seu marido.

“Esse é um nome decente!” Draco ofegou incrédulo.

“Marco,” Rosina disse firmemente na tentativa de fazer Draco concordar.

“Por que você está escolhendo nomes básicos e curtos? Eu quero que meu herdeiro tenha um nome elegante que seja conhecido na história do reino,” Draco explicou suavemente e sonhou com os livros de história que conteriam seus nomes e conquistas para os futuros filhotes lerem e aprenderem.

“Você está se projetando? Você tem um nome básico e curto,” Rosina suspirou e balançou a cabeça, divertida.

“Meu nome é baseado em Dragões,” Draco argumentou e se sentiu um pouco ofendido.

“Ah, claro,” Rosina respondeu displicentemente. “Mas como eu o carreguei, serei eu quem dará nome ao meu filho,” ela acrescentou com um sorriso malicioso.

“Hah! Tudo bem, o parto é difícil, mas eu também trabalhei bastante. A quantidade de força que meus quadris tiveram que usar para bombear minhas sementes para dentro de você não é brincadeira,” Draco explicou seu ponto de vista com um sorriso brincalhão. Seus olhos brilharam quando Rosina quase se engasgou com sua bebida.

“Desculpa!? Sexo não está incluso na escolha do nome do filhote!” Rosina ficou estupefata e não queria perder para Draco.

“Francesco,” Draco sugeriu novamente.

“Não!” Rosina respondeu firmemente e se jogou de volta na cama. O estresse se acumulava, e ela queria que isso acabasse.

Vendo o quão exausta sua companheira estava, Draco se levantou e embalou Rosina. Ele a cobriu de beijos na cabeça. “Me desculpe, você deveria descansar. Falaremos sobre isso logo,” ele sussurrou.

Rosina ficou em silêncio por alguns segundos antes de olhar para Draco. “Alessandro, aceita ou não?” ela o encarou enquanto esperava por uma resposta.

Draco pensou por alguns segundos e considerou que era tempo suficiente. “Alessandro Violante, hmm. Não é ruim, concordo com você!” ele exclamou e deitou-se na mesma cama. Ele queria estar com sua esposa e filho, e não demorou muito para dormirem o dia inteiro.

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